Porque às vezes faz bem recordar os bons tempos...
Os tempos de paixão!!!
quarta-feira, novembro 30, 2011
Confesso que, apesar do hábito, por vezes se torna demasiado difícil escrever sentimentos, ou dores. Confesso que quase sempre as lágrimas ocupam este lugar, apagando o texto, deixando o sentido em branco, sem explicação, sem nexo ou solução, sem um mínimo de compreensão ou compaixão por tudo aquilo que queria tomar como verdade.
Confesso que muitas vezes tenho vergonha de mim, de ser, de existir, talvez por não encontrar nenhuma razão suficientemente válida para tal, e então corrijo os textos, apago todas as falsas esperanças, todas as palavras felizes "mal-formadas", todos os cínicos e superficiais pensamentos, apago tudo o queria sentir, mas oposto ao que realmente é...e a alma fica mais uma vez vazia, porque não consigo dizer-te o que sinto, o que penso, não sei se por não ter coragem, ou simplesmente por ter medo de aceitar como verdade o que me vai no mais infímo pensamento ou, simplesmente, porque não me compreendes!!!
Confesso que muitas vezes tenho vergonha de mim, de ser, de existir, talvez por não encontrar nenhuma razão suficientemente válida para tal, e então corrijo os textos, apago todas as falsas esperanças, todas as palavras felizes "mal-formadas", todos os cínicos e superficiais pensamentos, apago tudo o queria sentir, mas oposto ao que realmente é...e a alma fica mais uma vez vazia, porque não consigo dizer-te o que sinto, o que penso, não sei se por não ter coragem, ou simplesmente por ter medo de aceitar como verdade o que me vai no mais infímo pensamento ou, simplesmente, porque não me compreendes!!!
PORQUE A MINHA ESPERANÇA NÃO MORREU...
Para quê falar?
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada...
Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não
Termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela
E veja: Eu sou o Sol...
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história
Não termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
http://br.youtube.com/watch?v=8Xz1TcGkPNc
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada...
Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não
Termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela
E veja: Eu sou o Sol...
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história
Não termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
http://br.youtube.com/watch?v=8Xz1TcGkPNc
Dia após dia, reparto contigo o mesmo espaço... a mesma casa, o mesmo lar...
Adormeço e acordo a teu lado!
Olho no vazio dos teus olhos, quando estou somente contigo...
Vivo perdida e sinto-me SÓ!!!
Vivo com lágrimas e sinto-me PERDIDA!
POR FAVOR, ajuda-me e faz-me ACREDITAR...
Dá-me a tua mão, o teu olhar, o teu coração...
E faz-me sentir ...que a vida vale a pena e "I´M NOT LOST"
Adormeço e acordo a teu lado!
Olho no vazio dos teus olhos, quando estou somente contigo...
Vivo perdida e sinto-me SÓ!!!
Vivo com lágrimas e sinto-me PERDIDA!
POR FAVOR, ajuda-me e faz-me ACREDITAR...
Dá-me a tua mão, o teu olhar, o teu coração...
E faz-me sentir ...que a vida vale a pena e "I´M NOT LOST"
quinta-feira, novembro 03, 2011
Foi há pouco mais de oito horas que nos despedimos, já sem o forte abraço. O abraço que liga a antiga e a velha relação. Do prazer e da culpa. Do carinho e da angústia.
Que liga o doce e o amargo. O bom e o mau. E um beijo. Um beijo triste de consolação. E de falsa resignação de uma sombra que nos rodeia. Sempre.
Dormi sobre as nossas conversas. De ontem, de anteontem, de há muito tempo. Demais. Ou melhor, sobre as tuas suposições e desconfianças e dormi, acordei, uma vez mais sobressaltado, pensando nas minhas e nas tuas palavras, nos meus medos, nos teus, nas minhas divagações perante a o que fomos e o que somos.
Volto à carga, agora, com um raciocínio mais estruturado.
Há muito que tento evitar as conversas penosas e me recuso a cavar ainda mais o buraco em que, em tempos a nossa relação entrou.
Preferi antes de tudo, aproveitar o resto de memória límpida, feliz e tranquila que resta do que nós fomos e transportar essa energia para o presente, tirando partido, para nos proporcionar alguns momentos de felicidade, ainda que por muito instantânea que seja.
A verdade é que, como conversava há dias com um amigo divorciado, não há segundas oportunidades. Nem terceiras. Muitas mais existiram. Umas verdadeiras. Outras impulsionadas por um momento frágil e por um abraço forte ou um beijo que sempre tem o dom de nos unir. Por pouco tempo, é certo. Mas bom.
Hoje escrevo com um nó na alma, mas com uma certeza inolvidável de que jamais voltaremos a ser o que nos uniu. Certamente também não seremos melhores. Se a tua tolerância permitisse, a tua ânsia se resignasse, os teus impulsos parassem… quando muito… poderíamos ser… normais. Vulgares. Acomodaríamos os corpos (como em tempos já fizemos tão bem), apagaríamos pequenas fogueiras que os queimam por dentro e seríamos apenas um produto do tempo e do conforto fácil que já tantas vezes criticaste e que pessoalmente também discordo ao confrontar esses olhos amargurados.
Não vou pedir-te desculpa uma vez mais, não pretendo justificar erros que em tempo pretérito vincaram e moldaram o que (não) somos hoje.
Não vou justificar este abandono que pretendo levar em frente, porque a resposta está à vista. Não rimos, sorrimos de quando em vez. Não vivemos, fugimos da realidade quase sempre. Não construímos. Remendamos um pouco todos os dias, mas abrimos mais fendas simultaneamente. O futuro é hoje e agora, porque logo pode ser tarde… e cinzento. E doloroso.
Ontem disse-te ADEUS. Não cumpri. Mas devo. É obrigatório. Por isso vou fugir. Porque não posso mais dizer-te até já. Não posso pensar que amanhã vai ser melhor. Não posso olhar-te, sabendo que esperas por algo que não te posso dar. Por algo que não sei dar-te. Por te sentir mal amada, frustrada, apagada. Não sinto mais a chama que nos aquecia e que eu tanto ajudei a apagar.
Não és mulher para viver contrariada, para não seguires os teus instintos.
E eu, infelizmente, não sou o homem para te fazer feliz.
Talvez um dia me possas encarar. Com outro ar. Com outro olhar. Talvez um dia me possas tolerar, porque perdoar sei bem que é impossível.
Talvez um dia possas esquecer. O mal que te causei. Talvez também eu possa ocultar o amor e o carinho que guardo para sempre. Para castrar os impulsos que, de outras vezes que nos despedimos, me fizeram implorar por mais uma oportunidade.
Hoje, é hora de realmente dar. Uma oportunidade. Aos dois. De seres verdadeiramente feliz. De seres autêntica e sonhadora. E exigente. E carente e sensível e lutadora. Tudo o que já exibiste em tempos. Quando o amor era fácil. E natural. Nosso! E bom!
Hoje dou um pequeno contributo para o teu desejo de 2010. Um pequeno passo para a mudança que tanto reclamas e sei que, no fundo, é o melhor para os dois. Hoje sou sincero. Também estou contrariado. Mas honesto. Em sintonia com os teus olhos. Com os teus gestos.
Hoje despeço-me. DEFINITIVAMENTE. Sem o teu odor na almofada. Sem a peça de vestuário para me agarrar. E sem rancor. E sem amargura. E sem orgulho. Por não te ter conseguido embalar na minha canção.
Te peço sinceramente que sejas feliz. Fiel ao teu coração. E que desistas. De mim. De Nós. Amanhã será melhor. Depois de amanhã. E depois.
Que apostes nos teus sentimentos, na tua felicidade.
E que respeites. A atitude. Por favor. Porque a decisão era inevitável e foi mútua. Apenas a iniciativa partiu deste lado. Antes que doa. Ainda mais.
Um BEIJO. Mas bem melhor. Um ABRAÇO. Forte.
12:51: oi amor
estas por aí
eu: oi linda!!
12:52: eu não tenho saldo no telemovel
por isso não te enviei nenhuma msg
eu: n tem problema linda...
: desculpa
estou sem cheta
a qu ehoras vais embora?
12:53 eu: já...
: ah obg, pelas orientações
fixe
es um querido
eu vou so enviar uma msg ao coordenador de expressões artísticas e tb ja vou
aquece a sopa no fogão
12:54 acrescenta um pouco de agua
e prova o sal
pões a mesa e quando chegar a casa
é so comer
xim???
12:55 eu: isso
linda
te já
bjos
doces
kentes
: beijocas gordas
gorduxas kmo tu
lol
estas por aí
eu: oi linda!!
12:52: eu não tenho saldo no telemovel
por isso não te enviei nenhuma msg
eu: n tem problema linda...
: desculpa
estou sem cheta
a qu ehoras vais embora?
12:53 eu: já...
: ah obg, pelas orientações
fixe
es um querido
eu vou so enviar uma msg ao coordenador de expressões artísticas e tb ja vou
aquece a sopa no fogão
12:54 acrescenta um pouco de agua
e prova o sal
pões a mesa e quando chegar a casa
é so comer
xim???
12:55 eu: isso
linda
te já
bjos
doces
kentes
: beijocas gordas
gorduxas kmo tu
lol
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