Todos os dias passo na tua antiga morada. No nosso ninho intermitente de Amor. Onde tantas vezes discordávamos, mas acordava ao teu lado.
E isso fazia toda a diferença.
E o ritual de saltar o muro, quando pela manhã seguia para o trabalho a cantar, porque o coração estava feliz.
Todos os dias passo na tua antiga morada. Recordo os dias felizes, mas não estou feliz.
Continuo adormecido. Parece que ainda não acordei deste sono mórbido que se transformou a minha vida sem ti.
Porque eras tu. Sempre tu.
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Não quero. Não consigo. Hoje não posso.
Não quero. Não consigo. Hoje não posso.
A minha vontade foi contigo para sítios onde não sei procurar. Porque não me deixas.
O meu coração já não está aqui, está um sítio que sei não queres encontrar.
A minha alma está desfeita em pedaços, a morrer todos os dias um pouco.
E eu sonho, mas já não choro.
E penso em ti até adormecer.
Saudades
Desculpa, mas tenho mesmo um nó no coração. Peguei...
Desculpa, mas tenho mesmo um nó no coração. Peguei no telefone mil vezes para procurar conforto e só juntei angústia e desespero... nas mensagens que reli, nas vezes que marquei o teu número, nas que aguardei uma chamada. Não devia, não devo, sei disso... mas não consegui evitar.. pelo menos de enviar este mail. Não quero perturbar-te. Acho que já o fiz demasiadas vezes. Desculpa. Mas fica um beijo. O texto não é meu, mas cola-se a mim, entranha-se, porque é nosso. tem o teu nome, o teu sorriso, a tua pele macia, o teu sabor. Vou dormir. Tentar. Forçar-me a isso. Mas com saudades, Tenho saudades...
"Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também.
Tenho saudades das nossas conversas, das nossas discussões!!?
Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara, quando te irritava.
Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas.
Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e do sem fundamento também. Do meu ciúme também.
Saudades dos teus medos e da maneira que eu tentava cuidar deles... e às vezes não.
Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também. Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus.
Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender. Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples. Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos.
Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros. Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades do filho que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti."
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Há dias assim.
Há dias assim.
Em que me apetece adormecer no teu leito. Sentir os teus dedos a entrelaçarem-se nos meus, como se de uma ordem se tratasse, porque não consegues pousar de outra forma. As curvas do teu corpo delgado a procurarem o meu, porque não funcionamos senão encaixados, contigo a puxar-me para ti, a empurrar-me com o corpo, a fazer-me cócegas com o cabelo longo, a afastar-me por causa da respiração no teu pescoço que beijo docemente...
E depois caímos. Seguro-te. Onde puder. Onde conseguir. Tento não te perder de vista.
Acordo e já desapareceste. Fico (AINDA) com o teu cheiro.
Em que me apetece adormecer no teu leito. Sentir os teus dedos a entrelaçarem-se nos meus, como se de uma ordem se tratasse, porque não consegues pousar de outra forma. As curvas do teu corpo delgado a procurarem o meu, porque não funcionamos senão encaixados, contigo a puxar-me para ti, a empurrar-me com o corpo, a fazer-me cócegas com o cabelo longo, a afastar-me por causa da respiração no teu pescoço que beijo docemente...
E depois caímos. Seguro-te. Onde puder. Onde conseguir. Tento não te perder de vista.
Acordo e já desapareceste. Fico (AINDA) com o teu cheiro.
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Sem ti.
Difíceis são os dias em que desperto para o teu olhar que me embrulha num abraço... mas não te encontro no teu lugar e então sim.... acordo para mais um dia cinzento na tua ausência.
Hoje
Hoje tenho tantas saudades tuas, como todos os outros dias.
Mas tenho mais.
Tenho sangue a ferver. Tenho o corpo a doer.
Tenho sede e fome de ti.
Só uma migalha seria o suficiente para me fastiar de ti... por segundos.
Hoje. sempre. Tenho Saudades de nós.
Mas tenho mais.
Tenho sangue a ferver. Tenho o corpo a doer.
Tenho sede e fome de ti.
Só uma migalha seria o suficiente para me fastiar de ti... por segundos.
Hoje. sempre. Tenho Saudades de nós.
quinta-feira, fevereiro 23, 2012
Sex on fire
Oi, boa noite!
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Oi...
Só agora vi o vi mail.
Lamento que seja só nos momentos em que nos afastamos que te lembras do mail... mas não posso deixar de ficar feliz ao recebr a música, que por acaso só me recordo de ouvir uma vez, quando procurava uma mais conhecida e popular da banda.
Confesso que fico confuso quando me relatas as saudades da minha voz, do beijo de boa noite, quando ultimamente criticavas tanto (até os beijos de boa noite!) e pedias algo diferente, que sinceramente nerm sempre consigo entender.
Não estou bem, nem do corpo nem da alma, não tenho o discurso mais positivo e agarro-me ao tabalho que AINDA consigo fazer para não ter que me perder em locais mais escuros do meu pensamento que me trazem à lembrança os teus últimos discursos, as lamentações, as acusações, que, como te disse, não fazem sentido perante tudo o que te disse, tudo o que conversamos, as tentativas de estar contigo, de te agradar, de te fazer sorrir...
Eu sou mesmo o verdadeiro culpado, nisso tens razão, pelo facto de não chegar a ti. Já não consigo. E por isso peço desculpa. Um beijo. Grande.
Só agora vi o vi mail.
Lamento que seja só nos momentos em que nos afastamos que te lembras do mail... mas não posso deixar de ficar feliz ao recebr a música, que por acaso só me recordo de ouvir uma vez, quando procurava uma mais conhecida e popular da banda.
Confesso que fico confuso quando me relatas as saudades da minha voz, do beijo de boa noite, quando ultimamente criticavas tanto (até os beijos de boa noite!) e pedias algo diferente, que sinceramente nerm sempre consigo entender.
Não estou bem, nem do corpo nem da alma, não tenho o discurso mais positivo e agarro-me ao tabalho que AINDA consigo fazer para não ter que me perder em locais mais escuros do meu pensamento que me trazem à lembrança os teus últimos discursos, as lamentações, as acusações, que, como te disse, não fazem sentido perante tudo o que te disse, tudo o que conversamos, as tentativas de estar contigo, de te agradar, de te fazer sorrir...
Eu sou mesmo o verdadeiro culpado, nisso tens razão, pelo facto de não chegar a ti. Já não consigo. E por isso peço desculpa. Um beijo. Grande.
Oi...Again!
Xxx, acho que estás a exagerar um pouco na abordagem... Eu, nos últimos tempos, talves vencida pela doença e pela tristeza, fui um pouco pessimista, mas nunca me ouviste dizer que não gostava dos teus beijos ao adormecer, nem das tuas atitudes boas e positivas perante mim.
Se isso não fosse real, a saudade, eu não te diria que tinha saudades tuas e que preciso de ti!
desculpa, mas nos últimos tempos tens estado mais ausente e distante e isso repercurte-se em mim! velhos medos e memórias me assolam a memória.
A verdade, é que gosto muito do xxx que te tornaste para comigo, do que aquele ser frio e distante que tanto me magoa!
Por favor, tenta estar mais presente nos meus dias! Eu preciso tanto, tanto de ti! Principalmente do teu carinho!
Um beijo doce doce
Xxx, acho que estás a exagerar um pouco na abordagem... Eu, nos últimos tempos, talves vencida pela doença e pela tristeza, fui um pouco pessimista, mas nunca me ouviste dizer que não gostava dos teus beijos ao adormecer, nem das tuas atitudes boas e positivas perante mim.
Se isso não fosse real, a saudade, eu não te diria que tinha saudades tuas e que preciso de ti!
desculpa, mas nos últimos tempos tens estado mais ausente e distante e isso repercurte-se em mim! velhos medos e memórias me assolam a memória.
A verdade, é que gosto muito do xxx que te tornaste para comigo, do que aquele ser frio e distante que tanto me magoa!
Por favor, tenta estar mais presente nos meus dias! Eu preciso tanto, tanto de ti! Principalmente do teu carinho!
Um beijo doce doce
Tenho apenas a dizer que tenho realmente muita pena, por estarmos nesta situação. Espero que a vida te sorria e que consigas alcançar os teus objectivos.
Foste a pessoa que mais amei, até aos dias de hoje, mas esta situação faz-nos mal, a ambos e penso que nunca nos vamos conseguir atender, porque, como referi, somos muito diferentes e opostos! Desculpa qualquer mal que te tenha causado. Não devia, porque tu sempre viveste no meu coração.
Um beijo muito muito doce e obrigada!
Foste a pessoa que mais amei, até aos dias de hoje, mas esta situação faz-nos mal, a ambos e penso que nunca nos vamos conseguir atender, porque, como referi, somos muito diferentes e opostos! Desculpa qualquer mal que te tenha causado. Não devia, porque tu sempre viveste no meu coração.
Um beijo muito muito doce e obrigada!
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
terça-feira, fevereiro 07, 2012
NEXT TO NOTHING
Não acordei com o teu corpo,
mas com um verso
que me parece agora
o mais triste do mundo:
Le tuve tan cerca.
Foi verdade, foi tão depressa
mentira – acabarmos juntos
no último bar. Ou apertar-te
em plena desrazão os ombros,
o pescoço baixo,
a cor indecisa dos cabelos.
Enquanto se partem tão
tristes os tristes copos
que nessa noite derrubei – e eras tu.
Não sei o que te disse, que
outras partes de quem foste
toquei ou perdi. De qualquer modo,
perdi. E foi, só podia ser,
demasiado triste: dois corpos
que ninguém via desciam a rua
da Misericórdia, já perto da manhã.
Aquela nenhuma distância
não pôde ser um beijo. Apenas derrota,
ressaca, mais uma canção sem nós.
Tu não sabes – e ainda bem – que
este homem te desejou todas as noites,
até que fechasse o bar. Este homem
que não deseja e que tem,
infelizmente, um nome igual ao meu.
Da próxima vez, quero estar menos
bêbedo, saber se apanhámos
ou não o mesmo táxi. Mas
«da próxima vez» nunca existirá.
mas com um verso
que me parece agora
o mais triste do mundo:
Le tuve tan cerca.
Foi verdade, foi tão depressa
mentira – acabarmos juntos
no último bar. Ou apertar-te
em plena desrazão os ombros,
o pescoço baixo,
a cor indecisa dos cabelos.
Enquanto se partem tão
tristes os tristes copos
que nessa noite derrubei – e eras tu.
Não sei o que te disse, que
outras partes de quem foste
toquei ou perdi. De qualquer modo,
perdi. E foi, só podia ser,
demasiado triste: dois corpos
que ninguém via desciam a rua
da Misericórdia, já perto da manhã.
Aquela nenhuma distância
não pôde ser um beijo. Apenas derrota,
ressaca, mais uma canção sem nós.
Tu não sabes – e ainda bem – que
este homem te desejou todas as noites,
até que fechasse o bar. Este homem
que não deseja e que tem,
infelizmente, um nome igual ao meu.
Da próxima vez, quero estar menos
bêbedo, saber se apanhámos
ou não o mesmo táxi. Mas
«da próxima vez» nunca existirá.
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