Oi...
Só agora vi o vi mail.
Lamento que seja só nos momentos em que nos afastamos que te lembras do mail... mas não posso deixar de ficar feliz ao recebr a música, que por acaso só me recordo de ouvir uma vez, quando procurava uma mais conhecida e popular da banda.
Confesso que fico confuso quando me relatas as saudades da minha voz, do beijo de boa noite, quando ultimamente criticavas tanto (até os beijos de boa noite!) e pedias algo diferente, que sinceramente nerm sempre consigo entender.
Não estou bem, nem do corpo nem da alma, não tenho o discurso mais positivo e agarro-me ao tabalho que AINDA consigo fazer para não ter que me perder em locais mais escuros do meu pensamento que me trazem à lembrança os teus últimos discursos, as lamentações, as acusações, que, como te disse, não fazem sentido perante tudo o que te disse, tudo o que conversamos, as tentativas de estar contigo, de te agradar, de te fazer sorrir...
Eu sou mesmo o verdadeiro culpado, nisso tens razão, pelo facto de não chegar a ti. Já não consigo. E por isso peço desculpa. Um beijo. Grande.
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