Ainda te lembras? Do café tão doce como o teu amor para mim, do beijo docinho para ti? Das chávenas que tão bem encaixavam, tal como nós, na alegria da manhã ao acordar a teu lado? Dos pequenos almoços melosos? Das torradas tão especiais porque eram feitas com tanto amor e o amor voltava no Abraço, no Beijo, na água a cair nos nossos corpos, no banho regado de beijos depois e durante o amor...
Guardo os recipientes, tal como o meu coração guarda o teu para sempre na memória. Guardo os lençóis que já acumularam as migalhas dos pequenos almoços prolongados, o suor dos nossos corpos extasiados, o teu corpo enrolado neles...
Mas o café, a manhã, os dias... esses são agora amargos na tua ausência.
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