Passo pela tua antiga casa todos os dias e não consigo deixar de olhar para a tua porta. Aquela que de tantas outras vezes saí a assobiar de felicidade.
Passo pela tua antiga
rua todos os dias e nao consigo evitar deitar os olhos pelo chão que pisaste, pelo chão que pisei à procura do teu Amor.
Perguntam-me frequentemente por ti e as minhas veias revelam o coração a bater forte descompassado, depressa, porque todos sabem que não me és indiferente.
Perguntam-me frequentemente por ti e as minhas veias revelam o coração a bater forte descompassado, depressa, porque todos sabem que não me és indiferente.
Não quero. Não posso. Falar de ti, da falta de ti, da tua rua, do teu quarto. Do teu cheiro.
Calo-me. Porque na
realidade, tu queres que o faça, não queres sequer que fale de ti nem fale contigo e não queres que exista.
Quiseste-me. Eu desperdicei. Amaste-me. Eu desprezei.
Eu quero-te
outra vez. Nunca deixei de te querer.
Eu quero-te sempre.
Amar-te-ei. Incondicionalmente.
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