quinta-feira, novembro 22, 2012

I Won't Give Up



When I look into your eyes
It's like watching the night sky
Or a beautiful sunrise
There's so much they hold
And just like them old stars
I see that you've come so far
To be right where you are
How old is your soul?

I won't give up on us
Even if the skies get rough
I'm giving you all my love
I'm still looking up

And when you're needing your space
To do some navigating
I'll be here patiently waiting
To see what you find


Cause even the stars, they burn
Some even fall to the earth
We got a lot to learn
God knows we're worth it
No I won't give up

I don't wanna be someone who walks away so easily
I'm here to stay and make the difference that I can make
Our differences they do a lot to teach us how to use
The tools and gifts we've got yeah we got a lot at stake
And in the end, you're still my friend
At least we didn't intend
For us to work we didn't break, we didn't burn
We had to learn how to bend without the world caving in
I had to learn what I've got, and what I'm not
And who I am

I won't give up on us
Even if the skies get rough
I'm giving you all my love
I'm still looking up
I'm still looking up

I won't give up on us
God knows I'm tough, he knows
We got a lot to learn
God knows we're worth it

I won't give up on us
Even if the skies get rough
I'm giving you all my love
I'm still looking up


quarta-feira, novembro 21, 2012




Começo pelas conclusões mais uma vez, já que às vezes, as argumentações dão lugar a más interpretações e o resto da história já conhecemos.
Retiro este pedaço da nossa história, para FAZER MINHAS AS TUAS PALAVRAS. Não podes fugir, não me podes abandonar porque és a alegria da minha vida. Fui sucinto e resumido o suficiente? Espero que sim, até porque a mensagem é clara e tu sabes disso.
Não consigo compreender. Mas percebo bem a diferença entre nós.
Durante muito tempo, mesmo sem acreditar que algum dia mais iríamos conversar, comunicar e rir a dois, no fundo não deixei de ter alguma esperança. Procurei todos os dias na memória, uma recordação, um momento, um forma de estares viva no meu peito. Fiz todos os dias isso. Ainda o faço. Nas ruas, na música, nas fotos, nos lugares comuns. Todos os dias tenho um bom pretexto para pensar em ti.
A nossa diferença é que continuas a procurar todos os dias algo para nos magoarmos. Alguma sombra. Para que me possas atirar ou acusar. Para que possas suspeitar.
E até posso perceber todos os teus receios, os teus medos. O passado tem sempre um bom motivo. Mas agora? Porquê? O que aconteceu? E porquê a desilusão? A angústia?
Mas hoje não. Desculpa. Não compreendo.
Bem sei que as coisas não estão fáceis e que por vezes não recebemos imediatamente o retorno daquilo que somos e que damos. A verdade é que te procuro para ri, para sonhar ou recordar, quando nem sempre tens essa disposição de alma porque a vida não corre de feição. Mas a diferença é que em ti vejo esperança. E não é por passear de descapotável ou deambular pelos corredores que a vida é mais simpática para mim. Tem também a tensão de uma relação mantida pela doença. Das visitas ao hospital quando qualquer sinal te deixa em alerta. Tem os dias em que a família, como ontem, festeja o aniversário do irmão mais novo e eu aguardava numa sala para perceber se tinha sido mais um susto ou se algo pior se passava. Bem sabes que esta vida triste que levo, a fugir, a escapar nos intervalos e a aguardar. A vida tem-me colocado à prova, testado as resistências. Mas não estou a aguentar e nem sempre consigo fazer as coisas da melhor maneira.
Só não esperava que, desta vez, também tu me estivesses a julgar. Não precisavas.
Mas há outras coisas em que concordo contigo. Não há necessidade nenhuma de mentir. Não há mesmo. Por isso não percebo essas acusações.
E por favor não me digas que sou indiferente quando, subtilmente ou nem por isso, reclamo sempre pela tua atenção.
Desde que me concedeste o privilégio da tua companhia, da tua voz, do teu ombro e do teu coração, que tento fazer as coisas à tua maneira, porque à minha provou-se desastrosa.
Em casa, no carro, com ou sem amigos, falo contigo mais ou menos tempo conforme a disponibilidade, mas não digas que te ignoro pois se o que estou a implorar é que não fujas de mim. Jamais tenho qualquer intenção de te magoar ou ignorar. NADA DISTO VALE PENA.

Hoje sinto as tuas palavras como nunca. E uso-as com total fidelidade aos sentimentos expressos.
Nem sei. Tenho muita coisa para te dizer. Não agoira. Não tudo de uma vez. Todos os dias.
Não estou muito bem hoje. Desculpa.
Fica também uma música, do mesmo autor.


segunda-feira, novembro 19, 2012


After all this time
After all of this season
After your own decision to go to the water for a
reason
It's only the ocean and you
And all of this lines
Will all be erased soon
They'll go out with the tide
And come back with the waves
It's only the ocean and you

You don't want
You don't wait
You don't love but you don't hate
You just roll over me
And you pull me in

And this work is done
And this cold is dry
When this world's too much
It will be only the ocean and me
When this sales go off
Mountanis fade away
Stars come back
I'm finaly free
It's only the ocean and me

You don't want
You don't wait
You don't love but you don't hate
You just roll over me
And you pull me in
And you pull me in

You don't want
You don't wait
You don't love but you don't hate
You just roll right over me
And you pull me in

And you pull me in...

You just roll over me
And you pull me in




O que me vai na alma.


A presente mensagem é escrita com o propósito de lhe revelar o que
você me faz sentir e me fez reviver nos últimos dois dias...E
despedir-me de si de uma forma mais tranquila e calma, sem os ventos
fortes, a chuva fria e a tempestade que se instalou nas últimas horas
na nossa vida, fazendo relembrar que o outono consegue ser uma estação
fria  e cruel! Quero, apenas, dizer-lhe adeus com uma brisa fresca,
mas amena de primavera! E, porque, se assim não fosse, não seria eu
própria, mas a revolta a falar! Por esse motivo, peço a sua
compreensão relativamente ao uso das palavras mais gélidas, que fazem
lembrar uma madrugada de inverno em plena serra. Foram proferidas em
momento de  exaltação, desilusão e angústia.
Ao longo deste tempo de aproximação, tenho consciência que você até
tentou, mas a sua natureza e forma de ser é mais forte e impõe-se... E
devo distanciar-me e  deixar de permitir que estas situações
interfiram diretamente comigo e com o meu coração. E, eu juro que
tentei! Tentei compreender os seus motivos, as suas razões! Coloquei o
meu orgulho e mesmo o meu amor-próprio de lado, desvalorizei o mal que
me fez no passado e abri-lhe os meus braços e o meu coração...
Castigo, o meu, pois, mais uma vez, fui tratada com indiferença e
mentiras, sem haver qualquer necessidade! E essa situação levou-me à
tristeza da decepção repetida!
E, desta vez, não me vais puxar de volta, como uma onda que se enrola
e desmaia na areia, após ter andado à deriva, perdida em alto mar, mas
que retorna sempre à sua praia. Desta vez, o oceano que se transpõe
entre nós será  infinito, vago e sem destino...  Não ocorrerá o
reencontro... Vou navegar para outras águas, longe de si...
Mas, apesar de tudo, no meu intimo, reside o desejo que a sua vida
ondule serenamente nas vagas brancas que constituem um  mar sereno e
que navegue até um porto seguro e feliz! E que o mar revolto e incerto
que se instalou, caminhe ao encontro da lua cheia e se renda à
tranquilidade da areia de alguma praia que o espera serena e
sorridente.
Beijos
Tinhosa.
PS- Por vezes a música transmite da melhor forma o que nos vai na
alma! Não penses que esta decisão foi tomada de ânimo leve! A tristeza
abateu-se em mim, porque eu gostava de falar, ouvir, brincar, rir
consigo! Entendias-me como ninguém! Por isso, dói! Dói tanto como a
primeira e segunda e todas as vezes que me despedi de si! Mas a
mentira para mim é intolerável, assim como o desprezo! Prefiro fugir e
desaparecer para longe, a ser enganada e ignorada novamente por si!

sexta-feira, novembro 16, 2012

O teu coração.


Fiquei a pensar na nossa conversa. Na tua revolta. Na amargura que hoje não é dirigida para mim nem contra mim ou tão pouco por minha causa. E isso é bom. Pior é sentir que nessa voz carregada de mágoas, a esperança está a desaparecer. E não posso afagar com mimos e beijos e abraços. Não que isso resolvesse, mas acredito que podia estancar algumas das feridas que hoje e sempre se vão abrindo.

Está um frio daqueles, o temporal instala-se na ilha e dessa lado também. Estás longe de quem amas, ou do amor, do conforto, do aconchegante, do teu habitat natural, não tens certezas e nada é garantido. 

Às vezes não sabes, que podes demorar para saber, que o dia amanhã ainda vem longe e que nem sempre quem espera alcança. 

A vida muitas vezes troca-nos as voltas. 
Quando menos esperas dá nós cegos. Ou vai desencruzilhar um fio para voltar a cruzar outro e e vida continua.
E o tempo que pedimos, o espaço que lutamos,escapa entre os dedos e o tempo não passa de uma grande armadilha que voltou para nos atormentar, para nos fazer repensar, para acima de tudo para viver e reviver. Sempre da melhor forma possível.

Esquece o que mais ou menos queres, o que podes, o que tens, o que mereces, o que te prometem, o que dás.

Esquece tudo com a serenidade que sei não ser a tua melhor qualidade. Mas tenta. Acho mesmo que devias tentar.

Só para te lembrares que o mais importante da vida já tens. É teu. Tão teu. Só teu.

Porque o coração que te trará sempre as dúvidas,preocupações ou incertezas, algumas amarguras... também te trará em dobro a felicidade. O carinho. Amor. 
Que um coração bom tem por direito. 
É teu. Está guardado. E não tardará a chegar.

terça-feira, novembro 13, 2012

AINDA TE SINTO EM MIM.



Não é fácil escrever-te sem pensar nas consequências.
E justificar. Argumentar.
Enumerar e apelar ao teu coração depois de o ter ferido tanto.
E pedir desculpa. Às vezes não tenho outra solução senão de me armar em escritor de meia tigela e divagar nas palavras quando o que tenho para te dizer é tão simples e tão factual.
Por isso hoje começo pelo fim. Antes do argumento, a conclusão. A verdade é que sinto todos os dias a tua falta. Até podes já parar de ler por AQUI.
Desde que foste embora que deixaste o teu perfume contigo. E mesmo ranhoso, consigo cheirar-te. Às vezes estou a tomar banho, a usar a luva esfoliadora, esfrego-te até fazer ferida e o coração chora. Mas não sais de mim.
Estás na almofada, no computador, no carro, no café ou no cigarro.
Em todo o lado.
O que fazes tu para estares tão longe e tão perto.
Porque não foste embora de vez?
E porque é que não levaste também o meu cheiro contigo, porque tenho a certeza que na tua almofada, no teu carro ou no computador já reina um novo perfume?
Não sei escrever-te Tinhosa. Não consigo ser hábil o suficiente para te prender às minhas palavras, porque não tenho mais a que te agarres.
 Só queria ser capaz de prender-te o suficiente para sentires o meu coração.
Não é nenhum tipo de vassalagem, estes argumentos que hoje tento esgrimir.
Até porque, verdade, a minha pequena alma deixou de fazer sentido na comparação com a grandiosidade da sua.
A questão é esta:
Durante demasiado tempo habituei-te a não receber elogios, a ser discreto, a não me apaixonar com medo dessa turbulência amorosa, a não andar de mão dada, a ser outro, a não ter direito a palavras fofinhas e doces.
Habituei-te assim e fiz-te mal.


 E agora, reaparecendo na tua vida, sem que mo tenhas pedido ou exigido, dou-te a mão sem te dar, beijos de livre vontade… sem te tocar, coisas amorosas, mesmo não te sentindo perto de mim.
Adorei sentir novamente o meu coração descompassado ao ouvir a tua voz ou ao encontrar os teus olhos.
Só tu me conheces assim, só tu sabes o que gosto, quanto gosto, a medida certa.
E tudo isto é demasiado bom para constar apenas como recordação. Perdoa a gula, a inveja. Tudo por um bom motivo.
Já não posso aconchegar-te quando sentes frio, cozinhar algo saboroso mas pouco saudável, abraçar-te na alegria e na tristeza e tranquilizar-te quando nervosa.
Mas posso pensar em ti, estar disponível, escrever-te, partilhar experiências, os teus pensamentos, sentimentos ou sonhos…
Já não posso apreciar-te, dar-te o ombro para chorar, estar atento aos teus movimentos ou observar as tuas coisas com atenção e deliciar-me com a tua rotina matinal.
Mas posso digerir as tuas palavras, ajudar na necessidade, conhecer-te, compreender-te, respeitar-te, perceber os teus gostos, ajudar a solucionar os seus problemas, conversar, comunicar, rir, retribuir o prazer que me dás.
Nunca fui além do puro egoísmo, do só eu, só meu, quando quero e me apetece.
Não que isso agora importe. Só na diferença que hoje e sempre depois desta ruptura tento marcar. O segredo está simplesmente na simplicidade que querer tudo e esperar nada.
Mas ao levar-te para dentro do meu segredo, estou simplesmente a dizer-te: Ainda te sinto em mim.
Hoje tento ter a força, a vontade e a persistência necessária para abrir a porta a um novo significado para a tua existência na minha vida.
Ainda te sinto em mim, e como amigos que somos não quero perder isso, mas quero - e precisamos!! – de voltar a crer e que voltes também a acreditar naquilo que te mais magoei: no Amor

quinta-feira, novembro 08, 2012

E ao anoitecer


e ao anoitecer adquires nome de ilha ou de vulcão
deixas viver sobre a pele uma criança de lume
e na fria lava da noite ensinas ao corpo
a paciência o amor o abandono das palavras
o silêncio
e a difícil arte da melancolia.

quarta-feira, novembro 07, 2012

The Space Between



You cannot quit me so quickly
There's no hope in you for me
No corner you could squeeze me
But I got all the time for you, love
The Space Between
The tears we cry
Is the laughter keeps us coming back for more
The Space Between
The wicked lies we tell
And hope to keep safe from the pain
But will I hold you again?
These fickle, fuddled words confuse me
Like 'Will it rain today?'
Waste the hours with talking, talking
These twisted games we're playing
We're strange allies
With warring hearts
What wild-eyed beast you be
The Space Between
The wicked lies we tell
And hope to keep safe from the pain
Will I hold you again?
Will I hold...
Look at us spinning out in
The madness of a roller coaster
You know you went off like a devil
In a church in the middle of a crowded room
All we can do, my love
Is hope we don't take this ship down
The Space Between
Where you're smiling high
Is where you'll find me if I get to go
The Space Between
The bullets in our firefight
Is where I'll be hiding, waiting for you
The rain that falls
Splash in your heart
Ran like sadness down the window into...
The Space Between
Our wicked lies
Is where we hope to keep safe from pain
Take my hand
'Cause we're walking out of here
Oh, right out of here
Love is all we need here
The Space Between
What's wrong and right
Is where you'll find me hiding, waiting for you
The Space Between
Your heart and mine
Is the space we'll fill with time
The Space Between...


segunda-feira, novembro 05, 2012

A pele que há em mim


Quando o dia entardeceu
E o teu corpo tocou
Num recanto do meu
Uma dança acordou
E o sol apareceu
De gigante ficou
Num instante apagou
O sereno do céu
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu
Dá-me o mar, o meu rio, minha calçada.
Dá-me o quarto vazio da minha casa
Vou deixar-te no fio da tua fala.
Sobre a pele que há em mim
Tu não sabes nada.
Quando o amor se acabou
E o meu corpo esqueceu o caminho onde andou
Nos recantos do teu
E o luar se apagou
E a noite emudeceu
O frio fundo do céu
Foi descendo e ficou

Mas a mágoa não mora mais em mim
Já passou, desgastei, p’ra lá do fim
É preciso partir
É o preço do amor
P’ra voltar a viver
Já nem sinto o sabor
A suor e pavor
Do teu colo a ferver
Do teu sangue de flor
Já não quero saber…

Dá-me o mar, o meu rio, a minha estrada,
O meu barco vazio na madrugada
Vou-te deixar-te no frio da tua fala
Na vertigem da voz quando enfim se cala.