Hoje reencontrei uma menina muito simpática que conheci pouco antes das férias, amiga de amigos, conhecida de alguns. Não mais conversei com ela depois disso, mas acabei por vê-la novamente hoje e despejar banalidades do quotidiano.
Ainda assim, da soma destes dois casuais encontros, faz parte do grupo de pessoas com quem conversamos durante longos minutos ou até horas, sem necessariamente sentirmos o tempo passar.
Há muito que não encontrava empatia. Só posso apelidar assim.
Tal como da primeira vez que a vi, voltei a sonhar intensivamente contigo. Sim. Contigo. A alegria do sonho em que depois dos obstáculos, lutas, guerras, te consigo abraçar.
A desilusão do despertar. Dela, do encontro casual, só restou empatia. Uma breve lembrança.
De ti, o aperto no coração de não ouvir mais a tua voz.
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