Hoje vi-te. Senti-te. Acordei em delírios de beijos e não resisti a prolongar o sono, para que o sonho não fugisse e os teus braços finos continuassem entrelaçados em nós.
Depois da imaginação, não resisti à cobiça e recorri inevitavelmente à memória dos "posts" que nem sempre tenho oportunidade de espreitar nas redes sociais, mas fujo por me fazerem tão deliciosamente mal.
Não consigo respirar.
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