"Admiro-te ao longe, a distância segura, onde a minha alma é força que o coração empurra...E fico lá longe, na distância segura, porque não há ponte nem caminho de terra, ou caminho de pedra ou seja lá do que for, que me permita ir a ti e essa barreira transpor...E vejo-te ao longe, mesmo quando estás perto, e posso falar-te, e ouvir-te, e rir, mas não posso tocar-te sem depois fugir... E temo agora, depois de te ver, que troque uma letra e te queira ter..."
sexta-feira, novembro 29, 2013
quinta-feira, novembro 28, 2013
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti.
Como quando o Porto perde em casa
Ou me deito com o grão na asa
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar
Ou como quando andava nos carrinhos
Do senhor de Matosinhos
Perna à banda, bamba assim só de me lembrar
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti.
Como quando me negaste um beijo
Na noite do cortejo
Fico zonzo, zonzo assim só de me lembrar
Ou como daquela vez na escola
No recreio a cheirar cola
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti.
Tonto de ti. Tonto de ti.
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti.
Tonto, tonto de ti.
Tonto, tonto de ti.
Ou me deito com o grão na asa
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar
Ou como quando andava nos carrinhos
Do senhor de Matosinhos
Perna à banda, bamba assim só de me lembrar
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tanto que eu às tantas fico tão, tonto de ti.
Como quando me negaste um beijo
Na noite do cortejo
Fico zonzo, zonzo assim só de me lembrar
Ou como daquela vez na escola
No recreio a cheirar cola
Fico tonto, zonzo assim só de me lembrar
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti.
Tonto de ti. Tonto de ti.
E agora, quem me diz onde é o norte?
Se fui tonto em tentar a sorte
Com quem não tem dó de mim
Tento há tanto tempo que ando tão, tonto de ti.
Tonto, tonto de ti.
Tonto, tonto de ti.
terça-feira, novembro 26, 2013
Sms
Saudades de adormecer ao seu lado e acordar também, mesmo à distância.
"Olá, bom dia, com muito soninho! Hoje de manha, roguei-lhe uma praga, tão grande, tão grande! Lol! Mas, confesso que gostei de voltar a adormecer consigo! Mas, tem que me prometer que vamos falar a horas decentes, se não pareço uma zombie! Beijoca fofa, fofa"
"Olá, bom dia, com muito soninho! Hoje de manha, roguei-lhe uma praga, tão grande, tão grande! Lol! Mas, confesso que gostei de voltar a adormecer consigo! Mas, tem que me prometer que vamos falar a horas decentes, se não pareço uma zombie! Beijoca fofa, fofa"
segunda-feira, novembro 25, 2013
Guitarra Triste
Ninguém consegue por muito forte que seja,
Alcançar o que deseja, seja lá por ambição.
Se não tiver dando forma ao seu valor
Uma promessa de amor que alimenta uma ilusão.
Uma mulher é como uma guitarra
Não é qualquer que a abraça e faz vibrar.
Mas quem souber na forma como agarra,
Prende-lhe a alma nas mãos que sabe tocar.
Por tal razão se engana facilmente
Um coração que queria ser feliz.
Guitarra triste que busca um confidente
Nas mãos de quem não sente o pranto que ela diz.
Não há ninguém que não peça à própria vida
A fazê-la renascida por quem um dia nasceu.
E de tal forma a vida sabe mentir
O que a gente chega a sentir, o bem que ela não nos deu.
Etiquetas:
Amália Rodrigues - Guitarra Triste,
António Zambujo
Labirinto da Saudade
Hoje o Sol brindou os comuns com um calor maravilhoso.
Mas nem assim o coração aqueceu.
Falta o teu sorriso. O teu abraço.
Falta tudo.
Procurei. Não te encontro.
Só aqui. No peito. Guardada.
São ruas infinitas entre
jardins de memória
que os teus olhos não me deixam
apagar.
São vielas estreitas
entre as curvas do teu corpo
que não paro de recordar.
São cruzamentos de alegria.
entroncamentos de prazer.
Na procura de ti,
Todos terminam no mar.
Mas nem assim o coração aqueceu.
Falta o teu sorriso. O teu abraço.
Falta tudo.
Procurei. Não te encontro.
Só aqui. No peito. Guardada.
São ruas infinitas entre
jardins de memória
que os teus olhos não me deixam
apagar.
São vielas estreitas
entre as curvas do teu corpo
que não paro de recordar.
São cruzamentos de alegria.
entroncamentos de prazer.
Na procura de ti,
Todos terminam no mar.
domingo, novembro 24, 2013
Sem ti.
Sábado à noite e estou sem ti.
As saudades apertam cada vez mais.
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei um paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz....
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz....
As saudades apertam cada vez mais.
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei um paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz....
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz
Hei-de te amar, ou então hei de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver-te sorrir...
E se perder, vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz....
sexta-feira, novembro 22, 2013
Os meus olhos repousam em ti.
"Abarcamos imensidões com o nosso olhar.
Deambulamos pelo que vemos e escolhemos onde o queremos pousar...numa árvore, num livro, na vastidão de um campo de terra lavrada, no desenho de uma chávena de café derrubada, ou, quem sabe, no silêncio simples de uma velha guitarra cansada...
Ou fechamos os olhos para perceber o que sentimos...
Ou recordamos e, recordando, sorrimos...
Olhamos para trás, talvez...e lembramo-nos de uma cor, um gesto, uma boca que ri...
Mas os meus olhos...os meus olhos repousam em ti."
Deambulamos pelo que vemos e escolhemos onde o queremos pousar...numa árvore, num livro, na vastidão de um campo de terra lavrada, no desenho de uma chávena de café derrubada, ou, quem sabe, no silêncio simples de uma velha guitarra cansada...
Ou fechamos os olhos para perceber o que sentimos...
Ou recordamos e, recordando, sorrimos...
Olhamos para trás, talvez...e lembramo-nos de uma cor, um gesto, uma boca que ri...
Mas os meus olhos...os meus olhos repousam em ti."
quarta-feira, novembro 20, 2013
Sms - Poema
S -Poema são os seus olhos, que rasgam a escuridão."
Poema são os seus seios, que afagam o coração.
Poema é o seu ventre, que acolhe o fruto da paixão.
Poema é a geografia do seu corpo, estrada que embala a emoção.
Poema és tu. Única. Tentação.
Momento poético patrocinado pela Coral Tónica.
Isto hoje não vai correr bem.
ABRAÇO!
T - Muito poético!
Espero que estejas bem! Beijos
Poema são os seus seios, que afagam o coração.
Poema é o seu ventre, que acolhe o fruto da paixão.
Poema é a geografia do seu corpo, estrada que embala a emoção.
Poema és tu. Única. Tentação.
Momento poético patrocinado pela Coral Tónica.
Isto hoje não vai correr bem.
ABRAÇO!
T - Muito poético!
Espero que estejas bem! Beijos
terça-feira, novembro 19, 2013
sms - Reencontro.
"Há uma semana que durmo consigo na esperança do reencontro. Agora fiquei em êxtase. Mas a verdade é que só preciso de um abraço seu. Se for depois da missa ou no lusco fusco, pouco importa.
Um beijo doce. Tinhosa. Obrigado."
Um beijo doce. Tinhosa. Obrigado."
segunda-feira, novembro 18, 2013
No teu poema.
Ontem ouvi Amor Electro num concerto bem aconchegante na Fnac.
Lembrei, ri. reli o teu texto emocionado, que abriste com um poema da banda.
Hoje deixo-te uma interpretação de uma música que também tem o teu nome.
Lembrei, ri. reli o teu texto emocionado, que abriste com um poema da banda.
Hoje deixo-te uma interpretação de uma música que também tem o teu nome.
Como um dia de Domingo.
Deita-te aqui comigo de olhos fechados
e de palavras ancoradas
quero que percebas que no mais fundo
e secreto de mim há negrume e silêncio
e como daí - do negrume e do silêncio -
podem nascer as cores e renovar-se a alma
basta que
te deites aqui comigo resumindo a noite
como quando se dorme.
sábado, novembro 16, 2013
Só assim conseguirei enfrentar e contrariar o Amor.
Sábado à noite e continua cada vez mais denso o cenário da tua ausência.
Já não é só o meu coração a refutar esta decisão. O corpo manifesta-se também. Da pior maneira.
Mais difícil que viver sem o teu mimo, é viver com a consciência que foi culpa inteiramente minha, o facto de já não estarmos mais juntos, nem em corpo nem de alma. Pelo menos de uma das partes.
Já não é só o meu coração a refutar esta decisão. O corpo manifesta-se também. Da pior maneira.
Mais difícil que viver sem o teu mimo, é viver com a consciência que foi culpa inteiramente minha, o facto de já não estarmos mais juntos, nem em corpo nem de alma. Pelo menos de uma das partes.
Pouso as mágoas dos dias, nas noites tristes em que a almofada é o único conforto na amargura de voltar a acordar mais um dia sem ti.
Vivo todos os dias com esse peso no coração, ainda sem saber se tomei a atitude correcta.
Políbio, um grego que conheci quase por engano por uma das suas obras, pelos vistos bastante conhecida, intitulada "Histórias", escreve que "não existe testemunha tão terrível, nem acusador tão implacável quanto a consciência que mora no coração de cada homem."
O meu coração todos os dias me acusa desta decisão. Todos os dias me diz que foi o pior erro que cometi. Que ao menos, seja bom para a tua vida, os teus sonhos, a tua felicidade.
Só assim conseguirei enfrentar e contrariar o Amor.
sexta-feira, novembro 15, 2013
Que mais quero?
Não sei se é amor que tens, ou amor que finges,
O que me dás. Dás-mo. Tanto me basta.
Já que o não sou por tempo,
Seja eu jovem por erro.
Pouco os deuses nos dão, e o pouco é falso.
Porém, se o dão, falso que seja, a dádiva
É verdadeira. Aceito.
Cerro olhos: é bastante.
Que mais quero?
O que me dás. Dás-mo. Tanto me basta.
Já que o não sou por tempo,
Seja eu jovem por erro.
Pouco os deuses nos dão, e o pouco é falso.
Porém, se o dão, falso que seja, a dádiva
É verdadeira. Aceito.
Cerro olhos: é bastante.
Que mais quero?
quinta-feira, novembro 14, 2013
Enquanto vagueio sem rumo a pensar em ti.
O que fazes enquanto vagueio sem rumo a pensar em ti? Não respondas. Diz-me só o que não pensas quando pensas em mim. Esconde o teu olhar para que o entenda melhor, e mostra-me só o que não sentes. Somos mais o que escondemos do que o que mostramos. E, se nós não podemos ser, mostra-te a mim dessa maneira incompleta, peça de arte que és, fotografada na sombra. E, assim, saberei o que fazes enquanto me gasto e vagueio sem rumo a pensar em ti.
quarta-feira, novembro 13, 2013
Suplemento energético
T - Espero que os seus receios de ontem tenham sido
superados e tudo tenha corrido como desejado! E, quanto ao que falta, acredito
que vai correr tudo bem:) Continuação de um bom dia! :) beijos anti-stress! ;)
S - Que bom! Uma brisa. Em reunião há quase 3 horas.
Espero-te mais animada TAMÉN! O stresse continua mas está tudo a resolver se.
Beijos!!
S - Oi! Nem acredito que este dia está a terminar. Só agora
saí. Mas tudo correu bem. Melhor até do que esperava.
Mas você foi o meu suplemento energético, usando a
terminologia futebolística. Espero
também que o seu dia tenha corrido bem, que supere os problemas e que o fim de
semana sirva para repor energias e colocar um sorriso nesse rosto lindo. Um...
abraço, para variar!!!
Do tamanho do meu Mundo.
Esta noite sonhei oferecer-te o anel de Saturno e quase ia morrendo com o receio de que ele não te coubesse no dedo.
Etiquetas:
BRAGA,
Jorge de Sousa. "Poema de amor".
segunda-feira, novembro 11, 2013
Saudade imensa.
Um acto totalmente irreflectido.
Fruto de uma Saudade imensa e um aperto no coração, mas que não desculpa nem atenua a gravidade dos meus actos.
Prometi a ti e a mim, não te incomodar, não perturbar nem importunar, para não lembrar dias tristes que sei que marcaram (mais) uma triste despedida de nós.
Foi loucura. Foi inveja. De não poder sequer apreciar por um pouco a tua vida em mosaicos, em "posts", "likes" e bitaites generalizados sobre tudo e nada, partilhado com o mundo inteiro... menos comigo. Não resisti e na janela de oportunidade de o fazer, não me fiquei pela simples invasão da tua página e acabei por fazer tudo o que tanto tempo tentei evitar.
Perdão.
Fruto de uma Saudade imensa e um aperto no coração, mas que não desculpa nem atenua a gravidade dos meus actos.
Prometi a ti e a mim, não te incomodar, não perturbar nem importunar, para não lembrar dias tristes que sei que marcaram (mais) uma triste despedida de nós.
Foi loucura. Foi inveja. De não poder sequer apreciar por um pouco a tua vida em mosaicos, em "posts", "likes" e bitaites generalizados sobre tudo e nada, partilhado com o mundo inteiro... menos comigo. Não resisti e na janela de oportunidade de o fazer, não me fiquei pela simples invasão da tua página e acabei por fazer tudo o que tanto tempo tentei evitar.
Perdão.
A única mulher que eu vi.
Quis-te tanto que gostei de mim!
Tu eras a que não serás sem mim!
Vivias de eu viver em ti
e mataste a vida que te dei
por não seres como eu te queria.
Eu vivia em ti o que em ti eu via.
E aquela que não será sem mim
tu viste-a como eu
e talvez para ti também
a única mulher que eu vi!
Tu eras a que não serás sem mim!
Vivias de eu viver em ti
e mataste a vida que te dei
por não seres como eu te queria.
Eu vivia em ti o que em ti eu via.
E aquela que não será sem mim
tu viste-a como eu
e talvez para ti também
a única mulher que eu vi!
sexta-feira, novembro 08, 2013
Preciso de te ver sorrir.
Tenho tantas saudades tuas que não me consigo conter.
Não há tecnologia capaz de me levar a ti.
Não há memória que traga ao presente que me consiga tirar este aperto do coração.
A promessa que fiz a mim e ti, para te deixar correr e me manter à margem, sem obstruções, está cada vez mais difícil de cumprir.
Estou hoje (ainda mais do que noutros longos dias) desesperado por te sentir. De perto. Ao longe. Calor. Frio. Qualquer sinal de ti é suficiente.
Não estou a aguentar.
Se ao menos te soubesse feliz...
Nem sei bem ao certo se isso bastaria.
Até porque acredito que isso só pode ser possível na soma do nosso Amor.
Te amo.
Preciso de te ver sorrir. Isso sim, bastaria.
Não há tecnologia capaz de me levar a ti.
Não há memória que traga ao presente que me consiga tirar este aperto do coração.
A promessa que fiz a mim e ti, para te deixar correr e me manter à margem, sem obstruções, está cada vez mais difícil de cumprir.
Estou hoje (ainda mais do que noutros longos dias) desesperado por te sentir. De perto. Ao longe. Calor. Frio. Qualquer sinal de ti é suficiente.
Não estou a aguentar.
Se ao menos te soubesse feliz...
Nem sei bem ao certo se isso bastaria.
Até porque acredito que isso só pode ser possível na soma do nosso Amor.
Te amo.
Preciso de te ver sorrir. Isso sim, bastaria.
Às vezes o amor
Que hei-de eu fazer
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada
Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas
P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino
Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida.
Eu tão nova e desamparada
Quando o amor
Me entra de repente
P´la porta da frente
E fica a porta escancarada
Vou-te dizer
A luz começou em frestas
Se fores a ver
Enquanto assim durares
Se fores amada e amares
Dirás sempre palavras destas
P´ra te ter
P´ra que de mim não te zangues
Eu vou-te dar
A pele, o meu cetim
Coração carmesim
As carnes e com elas sangues
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
é cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
E se um dia a razão
Fria e negra do destino
Deitar mão
À porta, à luz aberta
Que te deixe liberta
E do pássaro se ouça o trino
Por te querer
Vou abrir em mim dois espaços
P´ra te dar
Enredo ao folhetim
A flor ao teu jardim
As pernas e com elas braços
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês, é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Mas se tudo tem fim
Porquê dar a um amor guarida
Mesmo assim
Dá princípio ao começo
Se morreres só te peço
Da morte volta sempre em vida
Às vezes o amor
No calendário, noutro mês é dor,
É cego e surdo e mudo
E o dia tão diário disso tudo
Da morte volta sempre em vida.
quinta-feira, novembro 07, 2013
Amo-te por tanto.
Não.
Não tenho só saudades tuas.
Tenho saudades minhas. Por isso me dói tanto. Por isso me dói a dobrar.
Pelos dois. A quadruplicar. Ou mais.
Tenho saudades nossas.
De todas as loucuras e dos gestos mais simples.
Do quanto me fizeste feliz.
E até do quão triste tornámos alguns dos nossos dias. Porque em nome do nosso Amor, encontrávamos sempre uma saída que terminava num abraço.
Tenho raiva das noites que desperdiço sem o teu abraço delicado, sem o teu beijo disfarçado de desprezo mas que eu sei que está carregado de Amor, que mesmo zangada e triste comigo, nunca conseguiste evitar.
Amo-te por tanto.
E fiz tão pouco para merecer.
Não tenho só saudades tuas.
Tenho saudades minhas. Por isso me dói tanto. Por isso me dói a dobrar.
Pelos dois. A quadruplicar. Ou mais.
Tenho saudades nossas.
De todas as loucuras e dos gestos mais simples.
Do quanto me fizeste feliz.
E até do quão triste tornámos alguns dos nossos dias. Porque em nome do nosso Amor, encontrávamos sempre uma saída que terminava num abraço.
Tenho raiva das noites que desperdiço sem o teu abraço delicado, sem o teu beijo disfarçado de desprezo mas que eu sei que está carregado de Amor, que mesmo zangada e triste comigo, nunca conseguiste evitar.
Amo-te por tanto.
E fiz tão pouco para merecer.
terça-feira, novembro 05, 2013
sms
"Sei que estava com o cronómetro ligado e até atrasei a sua partida, mas precisava tanto de a ver. De sentir perto. Ainda preciso. Ainda mais. Quando me disse há pedaço que decidiu ignorar-me depois da asneirada que fiz connosco, acho que já sabia qual seria o meu castigo. Já o sinto há muito, na rotina dos dias sem a sua contagiante alegria e presença. Chegou realmente hoje, camuflado no desejo de a ver. Na certeza que perdi um amor inigualável e incomparavelmente único. Perdão muito sentido por todos os erros que cometi. Voltando a olhar para os teus olhos ainda não percebo porque fiz tanta merda. Já para não falar dessa bunda! Lol! Espero que aprecie o miminho belga. Se puder diga algo quando chegar. Beijo extra doce para si e boa viagem!"
segunda-feira, novembro 04, 2013
Preciso.
Preciso conversar contigo.
Preciso dizer-te que desespero por notícias tuas, procuro fragmentos perdidos do nosso Amor em todos os lugares e recantos comuns.
Preciso saber que estás feliz para apaziguar este coração inconsolável, desde que, deliberadamente, renunciei ao teu coração.
Definitivamente, o altruísmo não é o meu forte.
NÃO QUERO FICAR LONGE DE TI, mesmo correndo o risco, (como tantas vezes aconteceu) de te magoar no percurso.
Estou ferido também. Com a tua ausência.
Tudo é dor.
As pedras onde nos sentámos a contemplar o mar são saudade.
O portão da tua antiga morada é motivo para as mais caricatas deambulações enquanto o semáforo me obriga a parar.
Preciso dizer que te Amo..
Preciso dizer-te que desespero por notícias tuas, procuro fragmentos perdidos do nosso Amor em todos os lugares e recantos comuns.
Preciso saber que estás feliz para apaziguar este coração inconsolável, desde que, deliberadamente, renunciei ao teu coração.
Definitivamente, o altruísmo não é o meu forte.
NÃO QUERO FICAR LONGE DE TI, mesmo correndo o risco, (como tantas vezes aconteceu) de te magoar no percurso.
Estou ferido também. Com a tua ausência.
Tudo é dor.
As pedras onde nos sentámos a contemplar o mar são saudade.
O portão da tua antiga morada é motivo para as mais caricatas deambulações enquanto o semáforo me obriga a parar.
Preciso dizer que te Amo..
sexta-feira, novembro 01, 2013
sms
Realmente, temos vivido uma semana triste. As minhas palavras não chegam até ti! depreendes tudo ao contrário do que digo e fazes inferências incorrectas e ilógicas. Se conhecesse uma música que tivesse subjacente os meus sentimentos, podia ser que me ouvisses. Uma que dissesse, tenho saudade da tua atenção e de te ter comigo... Beijinho doce.
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