segunda-feira, junho 30, 2014
sexta-feira, junho 27, 2014
No jogo da vida.
Acabou a euforia, mas jamais a esperança, ao contrário do que alguns querem vaticinar.
Assim acontece todos os dias que permaneces guardada no coração, mas longe das nossas guerras e discussões de bola, em que acusavas o treinador de "pouca capacidade de estruturar a equipa" e outros chavões futebolísticos que nos divertiam e me faziam render mais umas horas de provocação, enquanto fazias esse olhar safado e me mandavas calar.
Hoje vivo de longe essas paixões futebolísticas, pelo tempo que não tenho e pela falta de gíria desportiva que sempre acrescentavas.
Mas não posso deixar de sentir essa paixão através da tua garra e do teu coração patriótico que sente, grita, aplaude e chora, consoante o ritmo da partida.
No jogo da vida, sinto uma perda constante de emoções que só o teu sorriso consegue trazer.
Te amo.
Sempre.
quinta-feira, junho 26, 2014
Sentado numa pedra de memória.
A minha casa... Mas é outra a história:
Sou eu ao vento e à chuva, aqui descalço,
Sentado numa pedra de memória.
Sou eu ao vento e à chuva, aqui descalço,
Sentado numa pedra de memória.
quarta-feira, junho 25, 2014
Onde estará o meu amor?
(...) Se a voz da noite responder
Onde estou eu, onde está você
Estamos cá dentro de nós sós(...)
Onde estou eu, onde está você
Estamos cá dentro de nós sós(...)
terça-feira, junho 24, 2014
E peço para não sonhar.
Não acrescento nenhuma novidade.
Os dias passam em ritmo desenfreado.
A saudade aperta a cada dia que passa.
Às vezes o aperto é tão grande que digito o teu número sofregamente na esperança de me enganar, concretizar a chamada e ouvir a tua voz do outro lado.
Depois adormeço.
E peço para não sonhar.
segunda-feira, junho 23, 2014
Pergunto ao silêncio que me deixaste.
Hoje, perguntando onde estás, e o
que fazes, ouço as palavras tristes
da solidão que me responde, sem
nada me dizer, ao dizer-me tudo.
O que fazes e onde estás, pergunto
ao silêncio que me deixaste; e ouço
em mim a resposta, num eco que
vem de ti, perguntando por mim.
E neste espelho que entre mim e ti
a ausência constrói, outro espelho
reflecte o vazio da sua imagem, até
esse infinito em que a minha pergunta
te responde, para que me devolvas
o eco em que as nossas vozes se juntam.
sexta-feira, junho 20, 2014
Sonho com os dias que ainda não escrevemos.
Ontem ficaste triste comigo. Na impossibilidade de te abraçar e dizer que vai ficar tudo bem, só posso pedir-te desculpa. E partilhar palavras. Tantas para dizer pouca coisa. Mas importante.
Em todos os lugares que vou, busco um sinal teu, um cheiro, qualquer coisa, só para que possa deslumbrar-me com o detalhe dessas doces memórias.
Só para não estar de não estar tão só.
Mas estou. Mesmo no meio da multidão, ou no grupo de amigos.Só quando oiço a tua voz é o mundo "pula e avança".
E como quem procura motivos, prendo-me às palavras, gestos ou promessas, para continuar, para manter, para perdurar...
Como se eu fosse virar naquele cruzamento e a qualquer instante dar de caras contigo, como se tu me ligasses a qualquer minuto do dia,nas inúmeras chamadas que recebo, que fosses sempre tu, dizendo estás a passar aqui ao lado para me ver, me abraçar, conversar comigo.
É como se eu te tivesse aqui, para te dizer que agora não posso, ter qualquer discussão idiota, fazer qualquer birra, só para ficarmos zangados e depois ter que te conquistar beijo a beijo, até que esquecesses de qualquer coisa que te tivesse deixado irritada ou chateada.
Hoje recordo todo esse ritual.
Mais ainda.
Sonho com os dias que ainda não escrevemos.
As mãos dadas, o toque, o cheiro, o beijo, cada movimento automático como se soubéssemos, como se fosse sincronizado.E é tão fácil. E tão bom.
Vivemos uma história de anos, mas que na realidade durou meses de felicidade.
Guardo-a como a história da minha vida. Por isso abri o livro.
E peço-te para o reescrevermos.
Hoje.
A falta aperta, a saudade bate, nada do que eu faça substitui a tua ausência, nenhum abraço é igual, nenhum timbre de voz, nem um sorriso, nem a forma de andar, ou o modo como a tua boca faz beicinho quando falas comigo.
Os dias apenas se tornaram barreiras, que tento ultrapassar,um após outro.
A espera é grande, a ansiedade também.
Também as palavras crescem, os versos que elas formam, os textos que se escrevem ....para te dizer tão pouca coisa.
Saudade. Te AMO.
quarta-feira, junho 18, 2014
E só as catástrofes me fascinam.
Assusta-me o exagero de um sorriso, os buracos preenchidos com palavras intoleráveis. Assusta-me a febre de inteligência, os diálogos recalcados que suspendem o silêncio. E não são as palavras que apagam as distâncias, e não são as respostas que apagam as perguntas. Gosto do enigma de não saber da infância, do milagre de um beijo. Até o paraíso precisa de morte. Gosto do toque perigoso do teu suor, da respiração de víbora do desejo. A catástrofe é o abraço. E só as catástrofes me fascinam.
terça-feira, junho 17, 2014
É tarde.
(...)é tarde meu amor
estou longe de ti com o tempo, diluíste-te nas veias das marés, na saliva de meu corpo sofrido
agora, tuas máquinas trituraram-me, cospem-me, interrompem o sono
habito longe, no coração vivo das areias, no cuspo límpido dos corais...
a solidão tem dias mais cruéis (...)
estou longe de ti com o tempo, diluíste-te nas veias das marés, na saliva de meu corpo sofrido
agora, tuas máquinas trituraram-me, cospem-me, interrompem o sono
habito longe, no coração vivo das areias, no cuspo límpido dos corais...
a solidão tem dias mais cruéis (...)
segunda-feira, junho 16, 2014
Hoje é esta angústia.
Hoje é esta angústia,
a areia a lavar-me os olhos,
a tua ausência a ferir-me a pele.
a areia a lavar-me os olhos,
a tua ausência a ferir-me a pele.
sexta-feira, junho 13, 2014
Onde estás?
Provavelmente, a dor maior de não saber de ti, é não me encontrar também.
Sim. Bem sabes que sou um egoísta, mas que me desfaço na tua ausência.
Contigo senti-me tantas vezes perdido mas nunca sem identidade.
As nossas guerras de Amor acentuavam as difíceis personalidades que vincámos, entre riso e choro.
Podíamos ceder, mas jamais perder.
Ganhar-te e não te perder, sempre foi o melhor prémio que a vida me ofereceu.
Ter-te por perto é tão impossível como o Amor que nos afastou.
Mas não saber de ti é perder uma parte de mim.
Onde estás?
Sim. Bem sabes que sou um egoísta, mas que me desfaço na tua ausência.
Contigo senti-me tantas vezes perdido mas nunca sem identidade.
As nossas guerras de Amor acentuavam as difíceis personalidades que vincámos, entre riso e choro.
Podíamos ceder, mas jamais perder.
Ganhar-te e não te perder, sempre foi o melhor prémio que a vida me ofereceu.
Ter-te por perto é tão impossível como o Amor que nos afastou.
Mas não saber de ti é perder uma parte de mim.
Onde estás?
quinta-feira, junho 12, 2014
Relógio da Saudade.
Estamos assincronamente dessincronizados.
Não estamos cronologicamente em sintonia.
Mas o relógio da saudade não pára.
Correm segundos apressados aguardando o seu calor.
Beijos bi-horários doseados de abraços repetidos em cada quarto... da hora que a aguarda apressada.
Ampulhetas de beijos.
Tudo de bom para si princesa Tinhosa.
Não estamos cronologicamente em sintonia.
Mas o relógio da saudade não pára.
Correm segundos apressados aguardando o seu calor.
Beijos bi-horários doseados de abraços repetidos em cada quarto... da hora que a aguarda apressada.
Ampulhetas de beijos.
Tudo de bom para si princesa Tinhosa.
segunda-feira, junho 09, 2014
Se me aproximar
Não há nada a fazer.
Se me aproximar devagar será que vais fugir?
ou se vou conseguir mais um tempo ao teu lado?
para te entreter mais um pouco ou te fazer sorrir
para ti ou pelo sonho vamos juntos viajar.
Medo é desculpa em leve chuva
e querer morrer de amor não é historia de outro tempo.
Mas se formos novos de novo
Mas se formos juntos
vamos poder respirar
Se me desculpar entretanto
será que vais passar?
se fingir não querer
pode ser que não te entregue esta leve dor em tom de chuva
por não querer fugir
por ti ou pelo sonho não consigo desprender
medo é fraqueza como nuvem
e querer morrer de amor nunca é historia de outro tempo
mas se formos novos de novo
mas se formos juntos
vamos poder respirar.
Quando embarco no teu abraço na companhia de uma música, ou neste caso, um excelente artista, bem confuso como o Tiago, não consigo parar.
Interrompi o sonho e tirei os phones, apenas para partilhar contigo um pedaço da saudade e te dizer que te amo em todos os detalhes que esta ausência não me deixa apagar.
Se me aproximar devagar será que vais fugir?
ou se vou conseguir mais um tempo ao teu lado?
para te entreter mais um pouco ou te fazer sorrir
para ti ou pelo sonho vamos juntos viajar.
Medo é desculpa em leve chuva
e querer morrer de amor não é historia de outro tempo.
Mas se formos novos de novo
Mas se formos juntos
vamos poder respirar
Se me desculpar entretanto
será que vais passar?
se fingir não querer
pode ser que não te entregue esta leve dor em tom de chuva
por não querer fugir
por ti ou pelo sonho não consigo desprender
medo é fraqueza como nuvem
e querer morrer de amor nunca é historia de outro tempo
mas se formos novos de novo
mas se formos juntos
vamos poder respirar.
sexta-feira, junho 06, 2014
E eu fugi.
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que o tudo é tão maior
Aqui está frio demais para apostar em mim.
Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e o medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais para me sentir... mas queres
ficar?
Queres levar
Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou!
Vem que a água vai lavar o que me dói!
Vem que nem o último a cair vai perder.
quinta-feira, junho 05, 2014
Sonho.
Preciso escutar-te.
Ouvir-te com ar de desdém, raiva nas palavras e amargura no tom.
Ou simplesmente dançar com o riso dos teus lábios, quando ronronas antes de dormir e de te enroscares em mim.
Sonho-te a voz mais do que o corpo...
Ouvir-te com ar de desdém, raiva nas palavras e amargura no tom.
Ou simplesmente dançar com o riso dos teus lábios, quando ronronas antes de dormir e de te enroscares em mim.
Sonho-te a voz mais do que o corpo...
quarta-feira, junho 04, 2014
Motos... Vidago.
Pois. Dito assim. Não faz sentido. Só para nós. Mais uma tirada imperdível e inesquecível da Tinhosa.
Hoje, como quase todos os dias, liguei a televisão nas notícias, para apurar o estado do mundo ou simplesmente para fazer companhia enquanto a rotina das manhãs não se completa.
Parei o ritual, quase sempre o faço quanto mais próximo, familiar, ou conhecido o relato, quer pelo local, quer mesmo pelo teor e conteúdo das mesmas.
Hoje o que me provocou o riso e a tua doce memória, foi mesmo a notícia de que os governos de Portugal e de Espanha vão reunir-se hoje, em Vidago, Chaves, na XXVII Cimeira Luso-Espanhola.
Fiquei com uma vontade imensa de te ligar e provocar -te. Pedir para me chamares parvo enquanto tentas esconder o riso, perante mais uma calinada patrocinada pela Tinhosa.
Não sei do que te lembras, da memória deste espaço e do que lá fizemos perdidos nos jardins... nem do que o teu coração te obriga a esquecer, mas hoje fica a referência a esta bonita localidade, da mesma marca daquelas motos americanas muito famosas!!!!
Vivo, cheio de saudades tuas.
Espero que esteja tudo bem contigo.
Te amo. Sempre.
terça-feira, junho 03, 2014
Tudo são banalidades.
Despede-te de mim, bate devagar à porta:
tenho vontade de recomeçar, reerguer escombros,
ruínas, tarefas de pão e linho, não dar
nome às coisas senão o de um vago esquecimento,
abandono. Despede-te de mim como se a vida
recomeçasse agora, não me procures onde
a memória arde e o destino se ausenta.
Tudo são banalidades, afinal, quando assim
se recomeça e a vida falha como um material
solar e ilhéu. Levamos poucas coisas, basta
um pouco de ar, os objectos fixos, em repouso,
os muros brancos de uma casa, o espaço
de uma mão. Arrumo as malas e os sinais,
aquilo que nos adormece em plena tempestade.
tenho vontade de recomeçar, reerguer escombros,
ruínas, tarefas de pão e linho, não dar
nome às coisas senão o de um vago esquecimento,
abandono. Despede-te de mim como se a vida
recomeçasse agora, não me procures onde
a memória arde e o destino se ausenta.
Tudo são banalidades, afinal, quando assim
se recomeça e a vida falha como um material
solar e ilhéu. Levamos poucas coisas, basta
um pouco de ar, os objectos fixos, em repouso,
os muros brancos de uma casa, o espaço
de uma mão. Arrumo as malas e os sinais,
aquilo que nos adormece em plena tempestade.
segunda-feira, junho 02, 2014
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