terça-feira, junho 24, 2014

E peço para não sonhar.

Não acrescento nenhuma novidade.
Os dias passam em ritmo desenfreado.
A saudade aperta a cada dia que passa.

Às vezes o aperto é tão grande que digito o teu número sofregamente na esperança de me enganar, concretizar a chamada e ouvir a tua voz do outro lado.

Depois adormeço.
E peço para não sonhar.

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