Não. Não me esqueci de escrever para nós.
A proximidade geográfica é exponencialmente maior, pelo que me sinto tentado a procurar-te em cada recanto deste rectângulo, nos lugares onde (também) fomos felizes.
Hoje fui procurar-te nos locais que nós fizeram aproximar. Na paisagem da memória que as alterações temporais finjo não perceber.
À vista, como no coração, percorri os trilhos dos abraços e beijos que trocámos, por entre locais que ficaram sempre parados no tempo desta alma velha de saudade.
Por ironia do destino, ou quem sabe por algo mais que tantas vezes quero acreditar, recebi uma mensagem tua.
O presente e o passado voltaram a cruzar-se. Continuo sem saber em qual dos dois quero viver.
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