segunda-feira, outubro 20, 2014

Não há palavra.

Ainda aguardo, com a mesma ansiedade, um sinal teu.
Confesso que o ritmo tranquilo e a pouca responsabilidade do fim de semana, provocam um nervosismo na espera de ti, mas agora que regresso ao trabalho, resta-me escrever-te e aguardar.

Não há palavra que substitua um sorriso teu.
Desse, sinto falta todos os dias.
Com ou sem arame.

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