É daqui que te escrevo.
Sentado na recepção, onde hoje nem a luz chega, porque a chuva teima em se fazer ouvir.
Acumulo a ansiedade dos dias da tua ausência, a iminência de um reposta, a desilusão da espera.
Aguardo-te. Sempre. No peito.
Saber que estás bem. Que sorris.
Só preciso disso.
E de ti.
Só.
Te amo.
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