segunda-feira, junho 29, 2015

sábado, junho 27, 2015

Sem nunca perder os teus olhos.

De todas as etapas e ciclos que se vão fechando neste baú da saudade que é viver na tua ausência e completa ignorância, partilho hoje outras conquistas. Não. Nada de sentimental ou heróico. Material apenas. Mas representa um amadurecimento social que no pretérito não soube instruir nem cultivar. E não sendo nada, representa um passo noutra direcção que (in) conscientemente tento seguir.
Sem nunca perder os teus olhos.
Saudades.

quarta-feira, junho 24, 2015

Mini.

Podia estar a falar de cerveja, até porque, como sabes sou um grande apreciador....!!! Lol
Mas prefiro usar os termos compostos para te beber assim, na garrafa da memória, abrindo a carica da saudade, levedando na espuma das boas recordações.


terça-feira, junho 23, 2015

Não sinto.

Só não senti mais esse calor.
Uma brisa apenas.

segunda-feira, junho 22, 2015

Já não te sinto em mim

(...)

Escuta atentamente,
Não volto a dizer
Sabes bem
O nosso amor morreu
Já não te sinto em mim
Já não te sinto em ti
Já não te sinto em mais ninguém
Sei que tu mentes
E tu também sentes que o nosso amor meu bem
Morreu
(...)

sexta-feira, junho 19, 2015

quinta-feira, junho 18, 2015

quarta-feira, junho 17, 2015

Sentimentos que se alongam.


“Mares longos nos separam

mas sentimentos que se alongam

mais que mares nos juntam”

terça-feira, junho 16, 2015

Quase.

Tenho dedicado tanto tempo ao passado. 
Também pelos amigos que nos obrigam a revisitar esse espaço no tempo que jamais será repetido.
Este fim de semana estive com o Ricardo. Resisti ao tema. Juro que me contive uma dúzia de vezes.
Quase que consegui. Quase que não falei de ti. Quase não te lembrei. Quase que que esquecia. Quase lhe perguntei por ti. Quase lhe pedia para te espreitar por mim. Quase que lhe pedi relatório. Ou então que inventasse e me fizesse recordar-te feliz.
Quase.
Quase que te pedia.
Para ouvir o teu coração.

segunda-feira, junho 08, 2015

Dois meses.

Dois meses.
Quase dois meses sem o sabor das tuas palavras ou o aroma do teu sorriso.

sexta-feira, junho 05, 2015

Sempre da mesma forma.

Começa.
Mais um fim de semana e algum tempo para repousar.
Termina.
Esta anestesia de ti, enquanto o trabalho e a rotina louca me consomem, tento não sentir esta dor.
Começa.
Esta melancolia do eterno regresso ao pretérito. A viagem pelo sonho. A insónia de não te ver ou ouvir.
Termina. 
Sempre da mesma forma.
Saudoso de Ti.
Bom fim de semana Tinhosa.

quarta-feira, junho 03, 2015

Espero que não.

Passo, efectivamente, mais tempo a recordar-te do que a projectar o futuro.
Deve ser mesmo um sinal de velhice.
Olhamos mais para o pretérito do que para o futuro. Mas este vai acontecendo. Aliás, tenho quase a certeza que o passado longínquo já não mora mais no teu coração. Porque havia de continuar? Talvez também por isso tenhas decidido ignorar-me completamente. Talvez para sempre. Não o condeno. Mas espero que não. Porque te aguardo sempre. Mesmo sabendo que não voltarás. 

terça-feira, junho 02, 2015

Linked deeply through their wounds.

“One heart is not connected to another through harmony alone. They are, instead, linked deeply through their wounds. Pain linked to pain, fragility to fragility. There is no silence without a cry of grief, no forgiveness without bloodshed, no acceptance without a passage through acute loss. That is what lies at the root of true harmony.”

segunda-feira, junho 01, 2015

Carinho eterno.

A Bia cresceu.Fez a primeira comunhão. O que o calendário católico anuncia, pouco importa. Cresceu.
A Bia cresceu tanto. Ao contrário de nós os dois. Diminuímos. Os contactos. Os sorrisos abraços e amassos. Anulámo-nos. Extinguimo-nos.
A Bia esta afectivamente ligada à mim. Também por razões pessoais e do excelente carinho que mantenho por toda a família. Mas bem mais do que isso, ver e contactar com a Bia e a família, leva-me instintivamente para os teus braços. E o gozo do teu sorriso franco. A abusar da paciência quando ela, ainda uma criança com pouco mais de 2 anos, insistia em invadir a tua mala, o telemóvel, os sapatos e objectos pessoais, apropriando-se e destruindo também alguns deles. Mas a Bia também é sinónimo de afectos. Dos abraços em que os braços se cruzavam, os beijos se dividiam entre aquelas bochechas rosadas e a tua boca atrevida que fazia questão de procurar e que ela, pasmada, gostava de apreciar.
Tal como pela a Bia, manterei um carinho eterno por ti.

Saudades Tinhosa.