segunda-feira, setembro 28, 2015

Enviados dos nosos iPhones.

Olá again;)
Lembraste quando eu não conseguia dizer arbusto? E o quanto nos rimos e tu me gozaste? 
Pois bem, há alguém no mundo muito pior que eu;) 
Desde que vi este vídeo, nunca mais fui a mesma;) 
Beijos divertidos 

Enviado do meu iPhone

Cxxxxxxx!!!
Afinal estávamos em assíncrona sintonia. Enviei sms, só hoje vi que enviou mail hoje!
Não sei se ri mais com o vídeo, se com a memória da sua expressão a tentar repetir a palavra e a meter os pés pelas mãos!!!! Essa é que devia ter sido filmada!! Eu cá gravei!!! lol
Quanto às notícias que dão conta do excesso de funcionários, não acho que tenha de se preocupar. Portugal tem corruptos a mais, políticos, casas, auto-estradas... enfim.... jornalistas de nome mas que de conhecimento de causa têm pouco, que só procuram a notícia fácil, alarmante ou chocante, sem procurar explicar como ou porquê.
A visão da OCDE é puramente estatística e economicista sem se preocupar com rácios de qualidade.
A sorte é que o Messias do Costa vem para nos salvar dos males deste "rectângulo obtuso", por isso ninguém vai ser despedido!
O mundo precisa de Si, como a Natureza precisa de "ÁRVERES" e "AREBRUISTOS"!
Vai tudo correr bem, porque você merece!!!
Beijos ajardinados, regados por nóses!!

Enviado do meu iPhone

sexta-feira, setembro 25, 2015

Não é possível.

(...)"E sei que não é possível ter lágrimas que cheguem para chorar este adeus que dissemos. Na verdade, esta dor é tão funda que apenas consegue assim ficar. Em silêncio. Muda." (...)

quarta-feira, setembro 23, 2015

Alegria

Já ouço gritos ao longe
Já diz a voz do amor
A alegria do corpo
O esquecimento da dor

Já os ventos recolheram
Já o verão se nos oferece
Quantos frutos quantas fontes
Mais o sol que nos aquece

Já colho jasmins e nardos
Já tenho colares de rosas
E danço no meio da estrada
As danças prodigiosas

Já os sorrisos se dão
Já se dão as voltas todas
Ó certeza das certezas
Ó alegria das bodas

terça-feira, setembro 22, 2015

quarta-feira, setembro 16, 2015

Demorar-me em ti.

Deixa-me demorar-me em ti. 

Deixa-me ficar, assim, com os minutos deitados sobre nós.

Deixa-me calar os medos. Embrulha-os, firmemente, com o teu abraço.

Deixa-me ficar imóvel neste instante distraído do mundo. Este instante que é calor, que é silêncio doce, que é abraço. Este instante que é sossego terno e demora deliciosa.

Deixa-me demorar-me nas tuas palavras. Essas palavras que dizes devagar, com sons que aquecem, com sentidos que arrepiam, com pernas que me mostram o teu mundo.

Esse mundo gigante, onde estou deitada, através de ti, e que contemplo através dos teus olhos.

quarta-feira, setembro 09, 2015