Tenho que valorizar a sua forma de escrita... és um ás no paleio de praia... Já percebi porque me apaixonei por ti e me mantive assim durante 5 anos... tu davas-me a volta com sinonímias, metáforas e hipérboles...
Agora, sem brincadeiras, obrigada pelo apoio nesta situação que em nada me agrada.
Boa viagem para a Madeira...
Beijinhos.
quarta-feira, outubro 26, 2016
terça-feira, outubro 25, 2016
segunda-feira, outubro 24, 2016
Restauro.
A primeira, foi ver-te nesse sorriso.
Quase não te reconheço nesse marfim renovado, digno de arquitectura de restauro ao mais alto nível.
Beijo bom.
quinta-feira, outubro 20, 2016
Apareces sem que te queira.
Todos os dias tento esquecer-te na rotina.
Tenho novos sonhos que chegam pelo sangue e pelo único milagre do Homem.
Ainda assim, apareces sem que te queira.
(In)conscientemente, invadiste o meu sonho e transformaste-o numa realidade tão intensa, que ainda acordei com o teu sabor.
A manhã foi traçada de café aveludado da tua pele e torradas de pão fofo como esses lábios.
À medida que entramos no dia, as memórias parecem desvanecer-se, fica o desejo que voltes outra vez nas noites frias, para manhãs saudosamente recheadas de sentidos.
quarta-feira, outubro 12, 2016
Talvez agora consiga respirar mais vezes sem o teu nome.
Foi quase sem querer.
Passei tanto tempo a querer encontrar-te. Na rua, Por acaso. A sair do cinema ou do concerto.
Procurei-te, imaginei-te, mas nunca te vi.
Hoje, a fazer zapping entre o pântano televisivo, parei num programa automobilístico que fazia uma peça sobre um cruzeiro no Douro.
No meu Douro. No nosso Douro.
Impossível esquecer esta expressão.
Inevitável confrontar-me com fantasmas antigos.
Imperativo querer-te bem e saber-te feliz.
Revirei os lençóis, a cama, os sonhos.
Transpirei de inveja e de saudades, ainda que ambas não façam já sentido nenhum.
Felizmente também as boas notícias chegaram pela manhã.
Talvez agora consiga respirar mais vezes sem o teu nome.
Beijo grande Tinhosa.
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