sexta-feira, dezembro 09, 2016

Cantos obscuros.

Continuo a ver-te. às escondidas. No silêncio do sono ou na algazarra do pensamento, toldado pela tua presença.
Ficámos com abraços ausentes, orgasmos pendentes e sorrisos a crédito.
Sei que não será para agora, ou talvez nunca, a cobrança.
Ainda assim, vou tentar saber de ti, como estás, o que fazes e como ris, porque mesmo quando o "nós" não existe, preenches os cantos obscuros do meu coração.

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