sexta-feira, outubro 13, 2006

Odeio-te

Odeio-te

Odeio-te, odeio-te, odeio-te tanto...
Como podes ser tão bela e me fazeres apaixonar por ti?
Como me podes fazer amar-te tanto?
Odeio-te porque me fazes sofrer na tua ausência, porque me fazes venerar-te tanto na tua presença.
Odeio-te tanto. Odeio-te por te amar tanto...

quarta-feira, outubro 11, 2006

Não quero!

Não te quero perder

Apertado, perdido. Enfim, só...
O que eu escrevo não rima. Porquê?
De onde vêm estas palavras?
Do meu coração não são porque ele está contigo...
Dei-to para ter a certeza que voltavas e não me deixavas morrer....
Não, não te quero perder.
Mas se o vento te levar para outro lado, fica com ele pois não mais o vou precisar...
Apenas ficará o vazio. O vazio que um dia tu preencheste.
E um dia voltará a nascer um coração... Mas não será como o primeiro, porque esse será sempre teu...

Não sei...

Não sabia o que escrever... Portanto escrevi-te isto.
Não sei se é pouco ou muito, nem sei de onde me vem.
É algo que me consome lentamente, e eu sei... Sim eu sei...
Eu sei...
Ou não saberei coisa alguma?
Estou confuso!
Mas não te quero confundir a ti... Tu és inconfundível, única...pelo menos a meus olhos... A partir deles tenho a certeza que és só minha...
Não sabia o que escrever... Portanto escrevi-te isto... Tudo começou assim.

terça-feira, outubro 10, 2006

Sem comentários

Escrevo no dia em que a tristeza me invade a alma...
Tentei afastar-te do coração (sem resultado), para evitar prender-me nas amarras do amor, suspeitando sempre da felicidade que me assustava sempre que partilhava da tua companhia. Bom demais, demasiado perfeito num mundo fechado só para nós e construído por nós. As horas são minutos ao teu lado, mas os dias transformam-se em anos quando separado de ti.
Não espero viver todos os dias no sonho, porque simplesmente não é possível, mas espero lutar contigo para construir um presente cheio de coisas boas, cheio de carinho e AMOR... e viver as turbulências sempre com uma certeza: AMO-TE

segunda-feira, outubro 02, 2006

terça-feira, setembro 12, 2006

Nunca estiveram tão perto...

Time is a jailer

No one can hear me, 'cause no one is around But I still hear your whisper in the dark I know I can go, I know I can leave when ever I please But time is a jailer for me A face in the window, looking inside But no one else sees it, I know And now that you've found that the years have changed What the ending will be Time's just a jailer for me I shut out the light Alone in the dark This time of night Is the hardest part I still hear the sound of your heels on the floor I wait for the sound of your key in the door But it's only the sound of nothing at all and so it must be

Aguardo-te

Aguardei-te,
Quando o sol se foi.
No primeiro abraço da noite.
Aguardei e guardei,
Junto do desejo essa ansiedade,
Que amarra as horas,
Pesando o momento que se arrasta,
Na expectativa dos teus lábios.
Aguardei-te.
Durante a queda da madrugada,
abraçado a um sentimento,
De esperança disfarçada.
O unguento certo
Para o espaço sem nada.
Que dói, sempre, no momento da certeza
Que não vens.
Mas, mesmo assim aguardo-te.
Porque esse vazio
Só faz dizer-me,
O quanto preciso de ti.
Então, e insistentemente;
Aguardo-te.

quinta-feira, junho 08, 2006

Vingo com versos
os dias em que a tristeza me não deixou fazer nada
e há sempre tanto por fazer…
escrever um livro, ouvir,
falarem desta poesia que me é sempre mais estranha do que qualquer outra
se dela falo a própria vida
porque aqui não se pode amar senão deixar-se amar
Vingo com versos
o vento que vai afastando o verão
e segue o tempo e o homem que nunca fui
senão a pensar que só vive nestas páginas
traz na mão um ceptro de palavras futuras
porque aqui não se pode amar senão deixar-se amar
Mas vingo primeiro
as vozes azuis junto à praia
onde sonhei poder ter-te
e sei que jamais saberei a verdade
que seria desconhecer teu rosto
primeiro moreno depois de todas as cores
onde te vi e te quis
porque aqui não se pode amar senão deixar-se amar
E vingo esperar pelo teu amor
à porta deste coração que nunca viste
mesmo quando o mar me abraçava
e devorava de beijos e tinhas ciúmes
que hoje todas to retribuíram
pelo menos um beijo àquele que amam sem
que deixem de sentir ciúme
desse ciúme mais antigo
porque aqui não se pode amar senão deixar-se amar
Vingo quem hoje do belo não tenha um corpo
e abra este livro e me ajude
a cravar os versos no teu rosto
julgando esta vida mais estranha do que qualquer outra
porque aqui não se pode amar senão deixar-se amar.

Desconhecido

quinta-feira, junho 01, 2006

domingo, maio 14, 2006

CONFIDÊNCIAS

Liguei para Ele do telemóvel quando caminhava pelos locais que marcaram o nosso amor. Como não atendeu deixei uma mensagem no gravador. Sussurrei-lhe os meus desejos na esperança que Ele escute as minhas preces. Há muito que mendigo um rumo diferente na minha liberdade, para que a existência do "eu" inconstante que tenho dentro de mim seja premiado com um generoso significado.
Não pretendo espaço ou tempo que limite os dias que sonho passar novamente a teu lado. Quero luz, muita cor e uma leve tempestade que agite os dias que tenho passado sem ti...
Se for preciso, corro atrás de borboletas nos momentos em que estou longe da Terra, desde que tenha a garantia de que, acordado, possa escapar da terrível inimiga que é a solidão. Não é a primeira vez que grito por uma nova morada e não será a última. A resposta pode tardar, mas acredito que Ele não falha. Se ele não m atendeu, é porque está ocupado em fazer a felicidade de mais alguém. Que seja a tua, pois certamente me deixará feliz também!