Desculpa, mas tenho mesmo um nó no coração. Peguei no telefone mil vezes para procurar conforto e só juntei angústia e desespero... nas mensagens que reli, nas vezes que marquei o teu número, nas que aguardei uma chamada. Não devia, não devo, sei disso... mas não consegui evitar.. pelo menos de enviar este mail. Não quero perturbar-te. Acho que já o fiz demasiadas vezes. Desculpa. Mas fica um beijo. O texto não é meu, mas cola-se a mim, entranha-se, porque é nosso. tem o teu nome, o teu sorriso, a tua pele macia, o teu sabor. Vou dormir. Tentar. Forçar-me a isso. Mas com saudades, Tenho saudades... Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. Tenho saudades das nossas conversas sem pé nem cabeça, saudades das nossas discussões. Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida nada parecida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara de ódio, quando mesmo sem querer eu te irritava. Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas. Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e dos sem fundamento também. Saudades dos teus medos e da maneira que eu cuidava deles. Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também. Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus. Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender. Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples. Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos. Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros. Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades dos filhos que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti. Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades está destinado para outro alguém. Outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu. Como dizia o poeta “em algum lugar deve existir, uma espécie de bazar, onde os sonhos extraviados vão parar”. Acho que os nossos sonhos e planos se extraviaram e foram parar nenhum lugar, mas na minha mente, nela pararam e não me deixam seguir em frente nem viver, não me deixam sentir saudades de outro alguém. E é por isso que vivo sentindo saudades. Saudades de mim, de ti, saudades de nós...
quinta-feira, maio 10, 2012
quarta-feira, maio 09, 2012
Oi again:)
Realmente foi uma boa surpresa ler o teu email, porque está munido de bons sentimentos e algo de muito positivo!
Também eu sou inundada pelo medo, por esse sentimento de auto-defesa, que faz com que evite a exposição de sentimentos mais profundos, sob a pena de ser mal interpretada e sofrer consequências com isso, que me voltem a magoar.
Como te dizia ontem, somos especiais, um para o outro! Em todo este tempo não deixei de te querer e desejar perto de mim... de fazer as coisas mais banais e as mais extraordinárias... já há tanto tempo que não partilhamos um bom momento...
Anseio, acima de tudo ser feliz e que tu também o sejas. Independentemente, do caminho que o destino tomar, tu serás sempre especial para mim. E, como tal, lembra-te que resides no meu coração.
Por tudo o que passamos, sei que temos que ter calma e tentarmos entender um ao outro. Antes, só perpectivavamos o nosso ponto de vista, prevalecendo apenas a nossa vontade, sem pensarmos no outro e no seu bem. Já aprendemos que dessa forma só nos magoamos e, portanto, penso correcto pensarmos no que o outro quer e precisa, para nos entendermos.
Também tenho muita vontade de te ver... mas também tenho muito medo de voltar a ser como éramos...
Por favor, promete-me que terás em consideração as minhas necessidade e pensamentos. Que compreenderás, em vez de criticar! Eu farei o mesmo.
Um beijo doce de bom dia (uma vez que vais ler este email de dia).
SAUDADES, muitas e fortes!
terça-feira, maio 08, 2012
Há muito que não escrevo (directamente) para ti.
Hoje senti necessidade de o fazer. Não que não tivesse vontade antes. O medo ganhou. Das críticas. Das insinuações. Das repreensões. Hoje o medo não ganhou.
Porque me sinto muito feliz por te ouvir sorrir. Porque tenho que te dizer que, ao contrário do que pensas, a vontade de te ver é imensa! De receber um daqueles sorriso que te iluminam os olhos! Do teu corpo. De apertar suavente a roda comovente da tua cintura. Da altivez dos teus seios brancos. Dos nossos dois corpos.De ir contigo à praia e ficar a ver como o sol te doura o corpo, satisfeito por poder comtemplar o torneado sublime das tuas formas. Como um só. Como ninguém. Como jamais senti. De embarcar no jogo apaixonante que começámos no mmomento em que finalmente os teus olhos se prenderam nos meus.
Sei bem que o silêncio da minha parte tem sido dominante na minha postura e que amar também é cumprir as cordialidades de discurso, de diálogo de circunstância. Porque nem a linguagem corporal posso expressar quando longe de ti.
Mas não estou distante do teu coração. Ou não estás distante do meu. Por mais que quisesse. Mas não quero.
Por isso prefiro que nos olhemos. Porque olhar-te, antes de te tocar, é sentir-te no coração. e os teus olhos são pautas da minha música.
E tantas amarguras por telefone me deixaram zangado. E não quero. E por isso não desejo mais do que te ver. Preciso olhar-te e nesse olhar, dizer-te todas as palavras que tenho que te dizer e que, se bem pensares nisso, não é mais do que dizemos em silêncio quando os nossos corpos se percorrem.
Por isso te digo até já. se o quiseres.
Beijo doce.
p.s.: desculpa a sofreguidão do discurso. às vezes não sei quando parar. sou um animal do silêncio, mas a escrita assola-me e nem sempre o partilho. quando o faço, nem sempre meço as palavras. só posso confessar-te que escrevo ao "correr da pena" e que sinto cada palavra como saudades de ti.
Hoje senti necessidade de o fazer. Não que não tivesse vontade antes. O medo ganhou. Das críticas. Das insinuações. Das repreensões. Hoje o medo não ganhou.
Porque me sinto muito feliz por te ouvir sorrir. Porque tenho que te dizer que, ao contrário do que pensas, a vontade de te ver é imensa! De receber um daqueles sorriso que te iluminam os olhos! Do teu corpo. De apertar suavente a roda comovente da tua cintura. Da altivez dos teus seios brancos. Dos nossos dois corpos.De ir contigo à praia e ficar a ver como o sol te doura o corpo, satisfeito por poder comtemplar o torneado sublime das tuas formas. Como um só. Como ninguém. Como jamais senti. De embarcar no jogo apaixonante que começámos no mmomento em que finalmente os teus olhos se prenderam nos meus.
Sei bem que o silêncio da minha parte tem sido dominante na minha postura e que amar também é cumprir as cordialidades de discurso, de diálogo de circunstância. Porque nem a linguagem corporal posso expressar quando longe de ti.
Mas não estou distante do teu coração. Ou não estás distante do meu. Por mais que quisesse. Mas não quero.
Por isso prefiro que nos olhemos. Porque olhar-te, antes de te tocar, é sentir-te no coração. e os teus olhos são pautas da minha música.
E tantas amarguras por telefone me deixaram zangado. E não quero. E por isso não desejo mais do que te ver. Preciso olhar-te e nesse olhar, dizer-te todas as palavras que tenho que te dizer e que, se bem pensares nisso, não é mais do que dizemos em silêncio quando os nossos corpos se percorrem.
Por isso te digo até já. se o quiseres.
Beijo doce.
p.s.: desculpa a sofreguidão do discurso. às vezes não sei quando parar. sou um animal do silêncio, mas a escrita assola-me e nem sempre o partilho. quando o faço, nem sempre meço as palavras. só posso confessar-te que escrevo ao "correr da pena" e que sinto cada palavra como saudades de ti.
sexta-feira, maio 04, 2012
quinta-feira, maio 03, 2012
Espero bem que não: Esta coisa de gostar de alguém
Espero bem que não: Esta coisa de gostar de alguém: Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesme...
quarta-feira, maio 02, 2012
Querida Cxxxxxxxx.
(Deixa-me nomear-te assim, por todas as vezes que não o fiz mas deveria ter feito.)
Antes de mais, o meu sincero pedido de desculpas pelo atrevimento no envio do (teu) coração, que reclamava meu por usucapião.
Não, nunca mais, jamais, não é a minha intenção prolongar a tristeza, mastigar a dor ou prorrogar as más memórias.
A intenção foi exactamente pedir tréguas. Uma trégua na mágoa e na tristeza.
Bem sei que o perdão não vem por decreto, não é uma decisão vinculativa, não é um estado de espírito que decides numa bela manhã que está tudo sanado, que formataste o disco rígido da tua memória e do teu coração.
Aliás, nos últimos tempos, por muito tempo até, tenho realizado um exercício de revisitação da memória, pelas boas e pelas más, pelos factos na (nossa) vida e compreendo inquestionavelmente a tua posição, pelo que tenho consciência que dificilmente me perdoarás.
Contudo, neste exercício da (re) descoberta do Amor na memória e na saudade, neste processo de contagem infinita e sem numerologia de episódios, de factos, de momentos, de histórias, de objectos, também há lugar para o sorriso. Aleatoriamente, encontrei tantas memórias felizes, que me provocaram o doce conforto de ti, mas também o desespero, e os momentos de profunda tristeza da tua ausência.Contei, aleatoriamente, as despedidas (quase) definitivas e os reencontros. Hoje, mais que nunca, pelo meu estado de alma, consigo entender mais um pedaço de ti, que só peca por tardio mas nem por isso despropositado, pois faz parte desta penitência a que me obrigo. Por isso não peças jamais desculpa. Do que fizeste. Do que disseste. Do que pensaste. Foi por tudo isso e mais alguma coisa que me apaixonei por ti. E por tão pouco te afastei de mim... Não tenho o teu perdão, também jamais terei o meu. Mas tenho que to pedir todos os dias, à minha maneira, ao meu ritmo, da melhor forma possível, sem te perturbar, sem te importunar, em segredo, por gestos, por palavras, por muitas palavras. Importa é fazê-lo. Podes acreditar que te peço perdão todos os dias.
Mas no meio dessa raiva, desse ódio, só peço uma trégua. Para dar tempo que o tempo nos deu e eu não soube aproveitar.
Para te ouvir. Gostei tanto de te ouvir. Até nas críticas. Até no discurso mais bélico. E do sorriso. E do que imagino dos teus olhos ao ouvir da tua boca. Não importa. Ouvir-te. Saber por ti, mais do que saber de ti. Ouvir as parvoíces. As chatices. O quotidiano. Por que ruas e avenidas te moves. Sem te lembrares de coisas más ou tempo pretérito. Criámos tantos laços no passado que se tornaram nós na amargura e no tempo Cheios de nada. Só espero que fiquem os laços. Cheios de tanto.
Acho até que devia conversar sobre metereologia. Só por falar.
Eu diria que não tenho sentido falta nenhuma da chuva, tu respoderias provavelmente que também não terás sentido com pesar a minha ausência.
O tema metereológico realmente não é muito interessante, mas serve de travão ao coração que pula ao ritmo alucinante que quem quer dizer-te tudo, sem metáforas, aforismos, mas sabe que o tempo dele terminou e por isso só pode pedir uma trégua. Para falar da chuva.
Que um dia cai, forte, leva em rio aquilo que não queremos, e deixa mais limpo o caminho para o que ainda nos espera.
Na ilha não chove muito. Não por muito tempo. Só em pequenos intervalos. Não o suficiente para lavar alma. Só o bastante para deixar a terra cheia de fendas. Ainda seca e árida. Como o coração.
Mas não será por isso que deixa de bater.
Como apesar do frio, a Primavera não deixa de acontecer.
Apesar da escuridão, o Sol continua a nascer.
O segredo (???) é o futuro. E é para lá que estamos.
Hoje, depois do teu texto, choveu. E cheira a terra molhada. E a saudade. A café. E a torradas. E lençóis enrrugados pelo amor e suor. E almofadas doces.
E pronto. Era mais ou menos isto. E tanto mais.
Para a próxima fala-me do vento.
Mas no meio dessa raiva, desse ódio, só peço uma trégua. Para dar tempo que o tempo nos deu e eu não soube aproveitar.
Para te ouvir. Gostei tanto de te ouvir. Até nas críticas. Até no discurso mais bélico. E do sorriso. E do que imagino dos teus olhos ao ouvir da tua boca. Não importa. Ouvir-te. Saber por ti, mais do que saber de ti. Ouvir as parvoíces. As chatices. O quotidiano. Por que ruas e avenidas te moves. Sem te lembrares de coisas más ou tempo pretérito. Criámos tantos laços no passado que se tornaram nós na amargura e no tempo Cheios de nada. Só espero que fiquem os laços. Cheios de tanto.
Acho até que devia conversar sobre metereologia. Só por falar.
Eu diria que não tenho sentido falta nenhuma da chuva, tu respoderias provavelmente que também não terás sentido com pesar a minha ausência.
O tema metereológico realmente não é muito interessante, mas serve de travão ao coração que pula ao ritmo alucinante que quem quer dizer-te tudo, sem metáforas, aforismos, mas sabe que o tempo dele terminou e por isso só pode pedir uma trégua. Para falar da chuva.
Que um dia cai, forte, leva em rio aquilo que não queremos, e deixa mais limpo o caminho para o que ainda nos espera.
Na ilha não chove muito. Não por muito tempo. Só em pequenos intervalos. Não o suficiente para lavar alma. Só o bastante para deixar a terra cheia de fendas. Ainda seca e árida. Como o coração.
Mas não será por isso que deixa de bater.
Como apesar do frio, a Primavera não deixa de acontecer.
Apesar da escuridão, o Sol continua a nascer.
O segredo (???) é o futuro. E é para lá que estamos.
Hoje, depois do teu texto, choveu. E cheira a terra molhada. E a saudade. A café. E a torradas. E lençóis enrrugados pelo amor e suor. E almofadas doces.
E pronto. Era mais ou menos isto. E tanto mais.
Para a próxima fala-me do vento.
segunda-feira, abril 30, 2012
Confissão
Olá:
Espero que estejas bem aquando a recepção desta mensagem.
Provavelmente estranharás a mesma, até porque te tinha prometido uma
resposta e falhei com a minha palavra, por falta de tempo,
inicialmente e por desmazelo e esquecimento, posteriormente.
Não vou comentar a tua atitude, no envio do coração. Vou apenas
referir que fiquei surpresa.
Ao longo deste tempo, assumiste as tuas culpas no fracasso da nossa
relação, pediste desculpas e apelaste ao meu perdão e em nenhuma das
vezes eu o fiz contigo.
Por mais estranho que possa parecer, hoje assumo a minha culpa e
responsabilizo-me pelos erros que cometi contigo. Não procuro o teu
perdão, isso já é tarde demais e despropositado. Assumo este espaço
como um ato de contrição, de uma consciencialização do que de errado
fiz contigo e comigo mesma. Uma auto reflexão e introspeção das minhas
atitudes ao longo do tempo que partilhamos em conjunto. Com o intuito
de "limpar" as ditas "manchas da alma", a sombra negra de um estado
de culpa que hoje assumo meu!
Estou consciente que te magoei com as minhas constantes acusações e
críticas. Que, apesar de estas pretenderem a tua mudança, porque tu
eras o que eu queria e desejava para mim, não eram o meio de conseguir
a minha pretensão. Deveria ter sido com base na compreensão e diálogo
que deveria expor os meus pontos de vista. Simultaneamente, deveria
ter aceite, desde cedo, assim que me apercebi, que éramos simplesmente
incompatíveis, que jamais conseguiria mudar-te, porque aquela era a
tua essência, dever-te-ia respeitar tal como eras e caso fosse
impossível, como agora o constato, ter-me afastado, sem ofensas ou
mágoas! No entanto, fui prisioneira de uma falsa esperança, aliada a
uma dor constante que me permiti e vivi, sem ser feliz ou fazer-te
feliz! Acreditava num amor inexistente, em que me provavas todos os
dias a minha insignificância para ti!
Sei que com todos estes erros, magoei-me mais a mim e tornei-me numa
pessoa irreconhecível. Esse foi o meu pior erro, deixar-me levar pela
tristeza e querer mudar uma pessoa. O teu, e maior de todos, foi-me
manteres prisioneira, durante anos, nessa pessoa que hoje deixou de
existir e que abomino. Estavas certo quando me dizias que a tristeza
era um vício. O meu eras tu e esse amor conduzia-me à tristeza...
Sei que ainda reside uma esperança em ti, que um dia te perdoe. No
atual momento, dir-te-ei que tal não será possível. Porque eu não
consigo perdoar-me a mim própria por ter caído num poço tão fundo, por
acreditar num amor infundado e irreal. Odeio a pessoa que eu era, em
que me tornei e tudo o que ela representava: a falta de força, de
amor-próprio, a vitimização constante, o descrédito em tudo, o auto
flagelo, por um amor impossível. Não me perdoarei por ter perdido
tanto tempo nesse ciclo vicioso, em algo que apenas me trazia dor e
sofrimento. Nem eu sei como aguentei tanto tempo e me perdi por
completo! O mal maior não foram as tuas traições e mentiras, foi o meu
comportamento desajustado e destruturado, munido por um ciúme cego e
uma dor imensurável. Querer-te para mim, sem aceitar quem tu eras!
Desculpa nunca ter compreendido a tua parte e no meu egoísmo, só ver a
minha dor, sem nunca entender a tua!
Compreende: ao afastar-me de ti, afasto-me do que eu fui! Das
lembranças que me invadem de um tempo repleto de dor e sofrimento e,
deste modo, consigo seguir de cabeça erguida pela vida, sorrindo para
esta e acreditando num futuro risonho. Sim, porque hoje sorrio mais e
choro menos e aprendi a valorizar-me! Voltei a ter a força de outrora
e a ser eu mesma!
Espero que também sejas tu próprio e te sintas bem com isso! Sabes, eu
nunca te conheci, verdadeiramente! Hoje tenho plena consciência desse
aspeto! Mas isso é outra questão, que não interessa agora! Acima de
tudo, desejo que acredites em ti, porque isso é o mais importante!
Até...
sexta-feira, abril 27, 2012
Percorro-te
A língua de cetim
A prolongar o êxtase
As mãos de seda
No rio do teu corpo.
Afloro a nascente:
E num grito
Todo tu és torrente.
É tarde, meu amor
É muito tarde.
O tempo implacável me consome
E destrói o vigor do corpo moço:
Apagou o fulgor do meu olhar
Roubou a altivez do seio cheio
Secou o rio manso do meu ventre
Cobriu de pergaminho a minha mão
É tarde, muito tarde
Mas… por dentro
Ainda bate, por ti, o coração.
A língua de cetim
A prolongar o êxtase
As mãos de seda
No rio do teu corpo.
Afloro a nascente:
E num grito
Todo tu és torrente.
É tarde, meu amor
É muito tarde.
O tempo implacável me consome
E destrói o vigor do corpo moço:
Apagou o fulgor do meu olhar
Roubou a altivez do seio cheio
Secou o rio manso do meu ventre
Cobriu de pergaminho a minha mão
É tarde, muito tarde
Mas… por dentro
Ainda bate, por ti, o coração.
quinta-feira, abril 26, 2012
Oi! Espero que estejas bem! Eu ja levantei a bandeira branca no que respeita a nossa situacao. Estou em paz. Principalmente comigo. O email que te enviei teve esse proposito! Que nao sei se recebeste?! Agora que nao ha mais nada ha a tratar, nada mais entre nos faz sentido! Parafraseando alguem que conheci ha muito tempo: "Saudinha da boa"! Adeus! ***
SMS - Liberdade
Tinhosa, permite que te trate assim porque hoje é dia da liberdade. E porque tenho sempre algo para te dizer. E perdão por cobrar. E que compreendo as suas razões. E que não posso pedir perdão. Apenas uma trégua. Para lhe dizer que lamento. O resto da minha vida. E que o nascer do Sol não é o mesmo sem si. E viva a liberdade. Um abraço.
terça-feira, abril 24, 2012
segunda-feira, abril 23, 2012
sexta-feira, abril 20, 2012
quinta-feira, abril 19, 2012
quarta-feira, abril 18, 2012
terça-feira, abril 17, 2012
O teu beijo.
Hoje, como todos os restantes dias da minha vida sem nós, foi uma noite de memórias.
Hoje, sonhei com o teu beijo.
Não as inúmeras vezes que trocámos beijos. De alegria, de paixão, de loucura, de tesão, de tristeza, de carinho, de consolação.
Hoje sonhei com o nosso primeiro beijo.
Aquele que antecedeu as palavras, que tocou o coração, que precedeu o abraço.
Porque antes desse beijo, as palavras eram vagas, o contacto físico tímido, porque foi esse beijo o condutor do Amor.
Foi nesse beijo que te disse, sem palavras, que te Amo.
Foi depois desse beijo que passei a desejar todos os dias da minha vida, o teu beijo.
Foi do teu beijo que os meus olhos falaram, os meus braços se soltaram, o corpo de desprendeu, os sentidos despertaram.
Foi nesse dia que percebi, foi nos teus lábios que li.
Encontrei o Amor da minha vida.
segunda-feira, abril 16, 2012
Será que deva esperar?
Espera pelo homem que beija a tua testa... Que fica de mãos dadas contigo a frente dos amigos...
Espera pelo homem que te esta constantemente a lembrar o quanto significas para ele...e da sorte que ele tem em te ter...
Espera por aquele que se vira para os amigos e diz..."É aquela..."
Será que deva esperar?
Espera pelo homem que te esta constantemente a lembrar o quanto significas para ele...e da sorte que ele tem em te ter...
Espera por aquele que se vira para os amigos e diz..."É aquela..."
Será que deva esperar?
sexta-feira, abril 13, 2012
Oi...(ou antes direi mi amore):
Há dois dias que não sei nada de ti...
Os sentimentos que invadiram o meu pensamento foram os mais diversos e invariáveis possíveis...
Neste momento ocorrem-me as dúvidas...Onde errei? Que fiz de mal para não receber notícias tuas? O que se passa contigo? Já não me amas? Acordaste de um sonho e apercebeste-te que já não sou importante na tua vida??????....
Cheguei mesmo a temer pela tua vida e pensei que a ausência de notícias estivesse associada a um acidente ou algo trágico, que eu, devido à distância... não seria avisada ou informada!!!
Liguei! Liguei para as urgências das unidades hospitalares que rodeiam a tua área de residência e sempre que proferia o teu nome completo e espera a resposta de um sim ou não deu entrada, conseguia sentir o ritmo cardíaco a aumentar, que mais parecia que ia explodir. Não sei se aguentaria ouvir um sim, pela incapacidade e pela impotência que a minha posição me impunha ... no entanto, a resposta foi sempre negativa e fiquei mais tranquila!
Mas seguidamente, sentimentos adversos me invadiam...Todo este desprezo fizeram -me pensar em tantas coisas más e boas que vivemos juntos.
Deitada na minha cama, invadiram-me os momentos que passámos no meu leito e fui feliz a teu lado e são estes que guardarei no meu coração, sempre que me lembrar de ti, de nós!!!
Não me faças mais isto, por favor!!! Prefiro ouvir da tua boca que não me amas...do que não saber nada de ti!!!
Beijinhos de quem te ama!!!
Há dois dias que não sei nada de ti...
Os sentimentos que invadiram o meu pensamento foram os mais diversos e invariáveis possíveis...
Neste momento ocorrem-me as dúvidas...Onde errei? Que fiz de mal para não receber notícias tuas? O que se passa contigo? Já não me amas? Acordaste de um sonho e apercebeste-te que já não sou importante na tua vida??????....
Cheguei mesmo a temer pela tua vida e pensei que a ausência de notícias estivesse associada a um acidente ou algo trágico, que eu, devido à distância... não seria avisada ou informada!!!
Liguei! Liguei para as urgências das unidades hospitalares que rodeiam a tua área de residência e sempre que proferia o teu nome completo e espera a resposta de um sim ou não deu entrada, conseguia sentir o ritmo cardíaco a aumentar, que mais parecia que ia explodir. Não sei se aguentaria ouvir um sim, pela incapacidade e pela impotência que a minha posição me impunha ... no entanto, a resposta foi sempre negativa e fiquei mais tranquila!
Mas seguidamente, sentimentos adversos me invadiam...Todo este desprezo fizeram -me pensar em tantas coisas más e boas que vivemos juntos.
Deitada na minha cama, invadiram-me os momentos que passámos no meu leito e fui feliz a teu lado e são estes que guardarei no meu coração, sempre que me lembrar de ti, de nós!!!
Não me faças mais isto, por favor!!! Prefiro ouvir da tua boca que não me amas...do que não saber nada de ti!!!
Beijinhos de quem te ama!!!
quinta-feira, abril 12, 2012
Perdão.
Já percebeste que divago na grande maioria dos discursos e das postagens deste blogue, porque simplesmente preciso pedir-te perdão.
Isso...e lembrar-me de me esquecer de ti. Não é um exercício fácil.
Se pudesse voltar atrás e mudar algumas coisas na minha vida, voltava.
Mudava somente os momentos em que te magoei. Não para mudar o curso que seguiu a vida depois das minhas acções, mas sim para tirar o sofrimento que ainda vejo nos teus olhos. Nos meus olhos.
Não para que me perdoasses e fazer de conta que não tinha acontecido nada, mas para apagar a dor causada e as consequências de dela vieram.
Porque hoje sou eu quem acorda todos os dias sem as flores, sem a música, sem a aventura de viver o quotidiano, na luta para chegar novamente aos teus braços.
Como o soldo, depois da batalha que é a vida.
Hoje é apenas paliativa. Uma dormência. Nem sei de quem nem do quê. Um compasso de espera.
Precisava saber de ti. Que me falasses das viagens do dia, dos sonhos da noite... da direcção que vais tomando todos os dias, que sei que não será ao meu encontro.
Dos laços que crias. Dos abraços que envolves. De ti.
Porque nós já não existimos mais.
Isso...e lembrar-me de me esquecer de ti. Não é um exercício fácil.
Se pudesse voltar atrás e mudar algumas coisas na minha vida, voltava.
Mudava somente os momentos em que te magoei. Não para mudar o curso que seguiu a vida depois das minhas acções, mas sim para tirar o sofrimento que ainda vejo nos teus olhos. Nos meus olhos.
Não para que me perdoasses e fazer de conta que não tinha acontecido nada, mas para apagar a dor causada e as consequências de dela vieram.
Porque hoje sou eu quem acorda todos os dias sem as flores, sem a música, sem a aventura de viver o quotidiano, na luta para chegar novamente aos teus braços.
Como o soldo, depois da batalha que é a vida.
Hoje é apenas paliativa. Uma dormência. Nem sei de quem nem do quê. Um compasso de espera.
Precisava saber de ti. Que me falasses das viagens do dia, dos sonhos da noite... da direcção que vais tomando todos os dias, que sei que não será ao meu encontro.
Dos laços que crias. Dos abraços que envolves. De ti.
Porque nós já não existimos mais.
quarta-feira, abril 11, 2012
Somewhere...
Somewhere there's someone who dreams of your smile,
and finds in your presence that life is worth while.
So when you are lonely, remember it's true
Somebody somewhere is thinking of you.
and finds in your presence that life is worth while.
So when you are lonely, remember it's true
Somebody somewhere is thinking of you.
terça-feira, abril 10, 2012
sexta-feira, abril 06, 2012
quarta-feira, abril 04, 2012
terça-feira, abril 03, 2012
sexta-feira, março 30, 2012
quinta-feira, março 29, 2012
quarta-feira, março 28, 2012
terça-feira, março 27, 2012
“Olhar-te um pouco
Enquanto acaba a noite
Enquanto ainda nenhum gesto te magoa
E o mundo for aquilo que sonhares
Nesse lugar só teu
Olhar-te um pouco
Como se fosse sempre
Até ao fim do tempo, até amanhecer
E a luz deixar entrar o mundo inteiro
E o sonho se esconder
Nalgum lugar perdido
Vou procurar sempre por ti
Há sempre no escuro um brilho
Um luar
Nalgum lugar esquecido
Eu vou esperar sempre por ti
Enquanto dormes
Por um momento à noite
É um tempo ausente que te deixa demorar
Sem guerras nem batalhas pra vencer
Nem dias pra rasgar
Eu fico um pouco
Por dentro dos desejos
Por mil caminhos que são mastros e horizontes
Tão livres como estrelas sobre os mares
E atalhos pelos montes
Nalgum lugar perdido
Vou procurar sempre por ti
Há sempre no escuro um brilho
Um luar
Nalgum lugar esquecido
Eu vou esperar sempre por ti”
Enquanto acaba a noite
Enquanto ainda nenhum gesto te magoa
E o mundo for aquilo que sonhares
Nesse lugar só teu
Olhar-te um pouco
Como se fosse sempre
Até ao fim do tempo, até amanhecer
E a luz deixar entrar o mundo inteiro
E o sonho se esconder
Nalgum lugar perdido
Vou procurar sempre por ti
Há sempre no escuro um brilho
Um luar
Nalgum lugar esquecido
Eu vou esperar sempre por ti
Enquanto dormes
Por um momento à noite
É um tempo ausente que te deixa demorar
Sem guerras nem batalhas pra vencer
Nem dias pra rasgar
Eu fico um pouco
Por dentro dos desejos
Por mil caminhos que são mastros e horizontes
Tão livres como estrelas sobre os mares
E atalhos pelos montes
Nalgum lugar perdido
Vou procurar sempre por ti
Há sempre no escuro um brilho
Um luar
Nalgum lugar esquecido
Eu vou esperar sempre por ti”
segunda-feira, março 26, 2012
Um Beijo
Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto...
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!
Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.
Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?
Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto...
Olá linda…Saudações natalícias!
Escrevo-te porque há muito que não o faço, mas também porque muitas vezes na nossa relação quando conversamos, chocamos também
A verdade é que preferia que o conteúdo da minha carta fosse outro, mas dadas as circunstâncias, queria mesmo dizer-te que estou cansado, triste e magoado, ao contrário do que pensas. As tuas palavras e atitudes não me são indiferentes, por mais que às vezes o tente fazer parecer.
Nesta época em que estamos temporariamente separados, a última coisa que desejava era estar em guerra, ou pensar duas vezes antes de atender um telefonema teu…
Enfim nada que tu já nãos saibas, mas que ainda assim não chega para por fim às discussões, lamentações ou algo do género.
E foi no meio das discussões que descobri que até gostas das novas tecnologias e de um possível presente que comprei (uma vez mais no meio de uma discussão e enorme confusão) e talvez por isso não tenha sido o ideal.
De qualquer forma, há sempre a possibilidade de trocares e de eu culpar o XXXXXX pela compra uma vez que foi ele que estava a falar com o vendedor no meio da confusão.
Mas, é Natal, espero que a uses para os melhores momentos (ou não) e, principalmente, QUE SEJAS FELIZ!
UM BEIJO MUITO GRANDE, CHEIO DE AMOR E CARINHO
sexta-feira, março 23, 2012
Hoje faltam-me as palavras para exprimir o que sinto.
Bastaria que me olhasses nos olhos, com os teus olhos doces, para me interpretares.
Falta-me o teu corpo macio, a tua pele que emana um odor hipnotizante, para que as minhas mãos te percorram e meçam o tamanho do teu amor.
Gostaria de estar a teu lado. Só por um momento. Só por muito tempo. Só para sempre.
Falta-me a tua voz para me sussurrar um beijo pela manhã ao ouvido ao ouvido, ou para, no escuro da tua boca, me premiares com o beijo de boa noite.
Invento-te a cada instante para que estejas sempre dentro do meu peito.
Do mundo que partilhámos a dois, restam agora as ruas vazias de ti, o café amargo sem a tua boca doce, o concerto desafinado, a cama gelada, o rádio do carro sem a tua mão a comandar o ritmo da paixaõ.
Do mundo que partilhámos a dois, restam agora as ruas vazias de ti, o café amargo sem a tua boca doce, o concerto desafinado, a cama gelada, o rádio do carro sem a tua mão a comandar o ritmo da paixaõ.
Faltam-me as palavras.
Faltas-me tu.
Falta-me tanto e só um pouco do nosso amor...
Gostaria de estar a teu lado. Só por um momento. Só por muito tempo. Só para sempre.
quarta-feira, março 21, 2012
Foi pelos olhos que me apaixonei por ti...
Foi pelos olhos que me apaixonei por ti...O corpo veio depois.
Aliás, o corpo veio muito depois do olhar.
E sempre depois do teu olhar cruzar o meu, a entrada pela porta do Amor.
E o teu olhar é tão doce, tão doce que me perdi para sempre nele.
Aliás, o corpo veio muito depois do olhar.
E sempre depois do teu olhar cruzar o meu, a entrada pela porta do Amor.
E o teu olhar é tão doce, tão doce que me perdi para sempre nele.
Primavera
Ah! quem nos dera que isso, como outrora,
inda nos comovesse! Ah! quem nos dera
que inda juntos pudessemos agora
ver o desabrochar da primavera!
Saíamos com os passaros e a aurora,
e, no chão, sobre os troncos cheios de hera,
sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"
E esse corpo de rosa recendia,
e aos meus beijos de fogo palpitava,
alquebrado de amor e de cansaco....
A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera...E eu te levava,
primavera de carne, pelo braço!
inda nos comovesse! Ah! quem nos dera
que inda juntos pudessemos agora
ver o desabrochar da primavera!
Saíamos com os passaros e a aurora,
e, no chão, sobre os troncos cheios de hera,
sentavas-te sorrindo, de hora em hora:
"Beijemo-nos! amemo-nos! espera!"
E esse corpo de rosa recendia,
e aos meus beijos de fogo palpitava,
alquebrado de amor e de cansaco....
A alma da terra gorjeava e ria...
Nascia a primavera...E eu te levava,
primavera de carne, pelo braço!
segunda-feira, março 19, 2012
Belong
Wake up lonely with you by my side
One more night it doesn't feel
There are movies playing in your eyes
You dream of our fortunes
But you're wrong
I don't belong to you
The moon is the only friend I have outside
One more drink and I'll be healed
I told you the words and then knew it was a lie
I wish I could offer an appeal
You're wrong
I don't belong
You're wrong
I don't belong to you
What I'd give for that first night when you were mine
Tried with all that I have to keep you alive
I wasn't taught this way
With a thousand things to say
I was born with a broken heart
What I'd give for that first night when you were mine
Thought you were mine
So I'll put this cigarette to bed
Pull some sheets from off your side
I put my arm around you safe in the night
Still dreaming of fortune
But you're wrong
I don't belong
You're wrong
I don't belong
I don't belong
sexta-feira, março 16, 2012
Penso que o amor é muito difícil. Existem muitos obstáculos a que possa ser o absoluto que é. A palavra amor é uma palavra muito gasta, muito usada, e muitas vezes mal usada, e eu quando falo de amor faço-o no sentido absoluto... há uma série de outros sentimentos aos quais também se chama amor e que não o são. No amor é preciso que duas pessoas sejam uma e isso não é fácil de encontrar. E, uma vez encontrado, não é fácil de fazer permanecer.
quinta-feira, março 15, 2012
terça-feira, março 13, 2012
Pela manhã.
Tantas e tantas vezes mais, media a felicidade por aquilo que possuía, pelas estúpidas comparações com outros, pelas coisas que conseguia mas de rapidamente perdiam o sentido.
Hoje reconheço que a verdadeira felicidade estava no que fui, no que fomos, enquanto alma e corpo em sintonia, como a orquestra que gostava de ouvir depois de nos amarmos.
Hoje sei que a felicidade media-se quando acordava com o teu ronronar pela manhã, com um beijo do teu hálito de flores, que conduzia o meu pensamento o resto do dia.
Hoje sei que foste. És. Serás. Sempre. O amor da minha vida.
Hoje reconheço que a verdadeira felicidade estava no que fui, no que fomos, enquanto alma e corpo em sintonia, como a orquestra que gostava de ouvir depois de nos amarmos.
Hoje sei que a felicidade media-se quando acordava com o teu ronronar pela manhã, com um beijo do teu hálito de flores, que conduzia o meu pensamento o resto do dia.
Hoje sei que foste. És. Serás. Sempre. O amor da minha vida.
Parte de mim.
Meu Amor. Preciso chamar-te assim. Foste. És. Serás. Sempre.
Meu amor, carrego o peso da tua ausência todos os dias. Nada deste mundo, nem as pequenas batalhas que no pretérito considerava de maior significado, me fazem despertar deste parnasianismo que é viver contigo apenas no pensamento.
Hoje, masi do que nunca, entendo o significado das tuas palavras quando me dizias que sem ti viveria o maior dos tormentos.
Hoje sei.
Que sempre foste. És. Serás. Sempre. O amor da minha vida.
Meu amor, carrego o peso da tua ausência todos os dias. Nada deste mundo, nem as pequenas batalhas que no pretérito considerava de maior significado, me fazem despertar deste parnasianismo que é viver contigo apenas no pensamento.
Hoje, masi do que nunca, entendo o significado das tuas palavras quando me dizias que sem ti viveria o maior dos tormentos.
Hoje sei.
Que sempre foste. És. Serás. Sempre. O amor da minha vida.
segunda-feira, março 12, 2012
Hoje. Sempre. És tudo.
Os meus olhos cansados de um trabalho esgotante repousam em ti, e tu és pouco mais do que isso.
És pouco mais do que a minha insónia que me obriga a assistir a todos os programas de televisão, como uma pastilha elástica para os olhos, já sem sabor, até altas horas da madrugada.
És pouco mais do que a garrafa quase vazia, como a minha alma, que os meus dedos agarram como se fosse a última dose de esperança para te ter nos meus sonhos.
Hoje, à beira mar deste oceano que nos divide, és pouco mais do que a minha cabeça encostada no vidro do carro à procura do sol.... do calor que um dia veio de ti.
Hoje. Sempre. És tudo.
sexta-feira, março 09, 2012
Sinto-te longe. Mas tão quente. No meu peito.
"Gosto mais de estar com ela a fazer as coisas mais chatas do mundo do que estar sozinho ou com qualquer outra pessoa a fazer as coisas mais divertidas. As coisas continuam a ser chatas mas é estar com ela que é divertido. Não importa onde se está ou o que se está a fazer. O que importa é estar com ela. O amor nunca fica resolvido nem se alcança. Cada pormenor é dramático. De cada um tudo depende. Não é qualquer gesto que pode ser romântico ou trágico. Todos os gestos são. Sempre. É esse o medo. É essa a novidade. É assim o amor. Nunca podemos contar com ele. É por isso que nos apaixonamos por quem nos apaixonamos. Porque é uma grande, bendita distracção vivermos assim. Com tanta sorte."
in 'Jornal Público (14 Fev 2012)'
in 'Jornal Público (14 Fev 2012)'
Eu e Tu Dois!
Eu e Tu, num ser indispensável! Como
Brasa e carvão, centelha e lume, oceano e areia,
Aspiram a formar um todo, — em cada assomo
A nossa aspiração mais violenta se ateia...
Como a onda e o vento, a Lua e a noite, o orvalho
[e a selva
— O vento erguendo a vaga, o luar doirando a
[noite,
Ou o orvalho inundando as verduras da relva —
Cheio de ti, meu ser de eflúvios impregnou-te!
Como o lilás e a terra onde nasce e floresce,
O bosque e o vendaval desgrenhando o arvoredo,
O vinho e a sede, o vinho onde tudo se esquece,
— Nós dois, de amor enchendo a noite do degredo,
Como partes dum todo, em amplexos supremos
Fundindo os corações no ardor que nos inflama,
Para sempre um ao outro, Eu e Tu, pertencemos,
Como se eu fosse o lume e tu fosses a chama...
Brasa e carvão, centelha e lume, oceano e areia,
Aspiram a formar um todo, — em cada assomo
A nossa aspiração mais violenta se ateia...
Como a onda e o vento, a Lua e a noite, o orvalho
[e a selva
— O vento erguendo a vaga, o luar doirando a
[noite,
Ou o orvalho inundando as verduras da relva —
Cheio de ti, meu ser de eflúvios impregnou-te!
Como o lilás e a terra onde nasce e floresce,
O bosque e o vendaval desgrenhando o arvoredo,
O vinho e a sede, o vinho onde tudo se esquece,
— Nós dois, de amor enchendo a noite do degredo,
Como partes dum todo, em amplexos supremos
Fundindo os corações no ardor que nos inflama,
Para sempre um ao outro, Eu e Tu, pertencemos,
Como se eu fosse o lume e tu fosses a chama...
quinta-feira, março 08, 2012
terça-feira, março 06, 2012
Oi amor:
lol
Estou a verdadeira croma nessa foto, lol! Só tu para me fazeres rir:)
Já passou tanto tempo... Mas a verdade é que permanecemos na vida um do outro e espero que continue assim!
Era tão bom que permanecessemos sempre com aquela inocência, vontade e felicidade que nos rodeava no momento em que foi tirada esta foto.
Esquecer as coisas más e relembrar e viver as boas:)
Beijinhos doces
Estou a verdadeira croma nessa foto, lol! Só tu para me fazeres rir:)
Já passou tanto tempo... Mas a verdade é que permanecemos na vida um do outro e espero que continue assim!
Era tão bom que permanecessemos sempre com aquela inocência, vontade e felicidade que nos rodeava no momento em que foi tirada esta foto.
Esquecer as coisas más e relembrar e viver as boas:)
Beijinhos doces
quinta-feira, março 01, 2012
quarta-feira, fevereiro 29, 2012
À tua porta.
Todos os dias passo na tua antiga morada. No nosso ninho intermitente de Amor. Onde tantas vezes discordávamos, mas acordava ao teu lado.
E isso fazia toda a diferença.
E o ritual de saltar o muro, quando pela manhã seguia para o trabalho a cantar, porque o coração estava feliz.
Todos os dias passo na tua antiga morada. Recordo os dias felizes, mas não estou feliz.
Continuo adormecido. Parece que ainda não acordei deste sono mórbido que se transformou a minha vida sem ti.
Porque eras tu. Sempre tu.
E isso fazia toda a diferença.
E o ritual de saltar o muro, quando pela manhã seguia para o trabalho a cantar, porque o coração estava feliz.
Todos os dias passo na tua antiga morada. Recordo os dias felizes, mas não estou feliz.
Continuo adormecido. Parece que ainda não acordei deste sono mórbido que se transformou a minha vida sem ti.
Porque eras tu. Sempre tu.
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Não quero. Não consigo. Hoje não posso.
Não quero. Não consigo. Hoje não posso.
A minha vontade foi contigo para sítios onde não sei procurar. Porque não me deixas.
O meu coração já não está aqui, está um sítio que sei não queres encontrar.
A minha alma está desfeita em pedaços, a morrer todos os dias um pouco.
E eu sonho, mas já não choro.
E penso em ti até adormecer.
Saudades
Desculpa, mas tenho mesmo um nó no coração. Peguei...
Desculpa, mas tenho mesmo um nó no coração. Peguei no telefone mil vezes para procurar conforto e só juntei angústia e desespero... nas mensagens que reli, nas vezes que marquei o teu número, nas que aguardei uma chamada. Não devia, não devo, sei disso... mas não consegui evitar.. pelo menos de enviar este mail. Não quero perturbar-te. Acho que já o fiz demasiadas vezes. Desculpa. Mas fica um beijo. O texto não é meu, mas cola-se a mim, entranha-se, porque é nosso. tem o teu nome, o teu sorriso, a tua pele macia, o teu sabor. Vou dormir. Tentar. Forçar-me a isso. Mas com saudades, Tenho saudades...
"Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também.
Tenho saudades das nossas conversas, das nossas discussões!!?
Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara, quando te irritava.
Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas.
Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e do sem fundamento também. Do meu ciúme também.
Saudades dos teus medos e da maneira que eu tentava cuidar deles... e às vezes não.
Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também. Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus.
Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender. Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples. Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos.
Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros. Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades do filho que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti."
segunda-feira, fevereiro 27, 2012
Há dias assim.
Há dias assim.
Em que me apetece adormecer no teu leito. Sentir os teus dedos a entrelaçarem-se nos meus, como se de uma ordem se tratasse, porque não consegues pousar de outra forma. As curvas do teu corpo delgado a procurarem o meu, porque não funcionamos senão encaixados, contigo a puxar-me para ti, a empurrar-me com o corpo, a fazer-me cócegas com o cabelo longo, a afastar-me por causa da respiração no teu pescoço que beijo docemente...
E depois caímos. Seguro-te. Onde puder. Onde conseguir. Tento não te perder de vista.
Acordo e já desapareceste. Fico (AINDA) com o teu cheiro.
Em que me apetece adormecer no teu leito. Sentir os teus dedos a entrelaçarem-se nos meus, como se de uma ordem se tratasse, porque não consegues pousar de outra forma. As curvas do teu corpo delgado a procurarem o meu, porque não funcionamos senão encaixados, contigo a puxar-me para ti, a empurrar-me com o corpo, a fazer-me cócegas com o cabelo longo, a afastar-me por causa da respiração no teu pescoço que beijo docemente...
E depois caímos. Seguro-te. Onde puder. Onde conseguir. Tento não te perder de vista.
Acordo e já desapareceste. Fico (AINDA) com o teu cheiro.
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Sem ti.
Difíceis são os dias em que desperto para o teu olhar que me embrulha num abraço... mas não te encontro no teu lugar e então sim.... acordo para mais um dia cinzento na tua ausência.
Hoje
Hoje tenho tantas saudades tuas, como todos os outros dias.
Mas tenho mais.
Tenho sangue a ferver. Tenho o corpo a doer.
Tenho sede e fome de ti.
Só uma migalha seria o suficiente para me fastiar de ti... por segundos.
Hoje. sempre. Tenho Saudades de nós.
Mas tenho mais.
Tenho sangue a ferver. Tenho o corpo a doer.
Tenho sede e fome de ti.
Só uma migalha seria o suficiente para me fastiar de ti... por segundos.
Hoje. sempre. Tenho Saudades de nós.
quinta-feira, fevereiro 23, 2012
Sex on fire
Oi, boa noite!
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Oi...
Só agora vi o vi mail.
Lamento que seja só nos momentos em que nos afastamos que te lembras do mail... mas não posso deixar de ficar feliz ao recebr a música, que por acaso só me recordo de ouvir uma vez, quando procurava uma mais conhecida e popular da banda.
Confesso que fico confuso quando me relatas as saudades da minha voz, do beijo de boa noite, quando ultimamente criticavas tanto (até os beijos de boa noite!) e pedias algo diferente, que sinceramente nerm sempre consigo entender.
Não estou bem, nem do corpo nem da alma, não tenho o discurso mais positivo e agarro-me ao tabalho que AINDA consigo fazer para não ter que me perder em locais mais escuros do meu pensamento que me trazem à lembrança os teus últimos discursos, as lamentações, as acusações, que, como te disse, não fazem sentido perante tudo o que te disse, tudo o que conversamos, as tentativas de estar contigo, de te agradar, de te fazer sorrir...
Eu sou mesmo o verdadeiro culpado, nisso tens razão, pelo facto de não chegar a ti. Já não consigo. E por isso peço desculpa. Um beijo. Grande.
Só agora vi o vi mail.
Lamento que seja só nos momentos em que nos afastamos que te lembras do mail... mas não posso deixar de ficar feliz ao recebr a música, que por acaso só me recordo de ouvir uma vez, quando procurava uma mais conhecida e popular da banda.
Confesso que fico confuso quando me relatas as saudades da minha voz, do beijo de boa noite, quando ultimamente criticavas tanto (até os beijos de boa noite!) e pedias algo diferente, que sinceramente nerm sempre consigo entender.
Não estou bem, nem do corpo nem da alma, não tenho o discurso mais positivo e agarro-me ao tabalho que AINDA consigo fazer para não ter que me perder em locais mais escuros do meu pensamento que me trazem à lembrança os teus últimos discursos, as lamentações, as acusações, que, como te disse, não fazem sentido perante tudo o que te disse, tudo o que conversamos, as tentativas de estar contigo, de te agradar, de te fazer sorrir...
Eu sou mesmo o verdadeiro culpado, nisso tens razão, pelo facto de não chegar a ti. Já não consigo. E por isso peço desculpa. Um beijo. Grande.
Oi...Again!
Xxx, acho que estás a exagerar um pouco na abordagem... Eu, nos últimos tempos, talves vencida pela doença e pela tristeza, fui um pouco pessimista, mas nunca me ouviste dizer que não gostava dos teus beijos ao adormecer, nem das tuas atitudes boas e positivas perante mim.
Se isso não fosse real, a saudade, eu não te diria que tinha saudades tuas e que preciso de ti!
desculpa, mas nos últimos tempos tens estado mais ausente e distante e isso repercurte-se em mim! velhos medos e memórias me assolam a memória.
A verdade, é que gosto muito do xxx que te tornaste para comigo, do que aquele ser frio e distante que tanto me magoa!
Por favor, tenta estar mais presente nos meus dias! Eu preciso tanto, tanto de ti! Principalmente do teu carinho!
Um beijo doce doce
Xxx, acho que estás a exagerar um pouco na abordagem... Eu, nos últimos tempos, talves vencida pela doença e pela tristeza, fui um pouco pessimista, mas nunca me ouviste dizer que não gostava dos teus beijos ao adormecer, nem das tuas atitudes boas e positivas perante mim.
Se isso não fosse real, a saudade, eu não te diria que tinha saudades tuas e que preciso de ti!
desculpa, mas nos últimos tempos tens estado mais ausente e distante e isso repercurte-se em mim! velhos medos e memórias me assolam a memória.
A verdade, é que gosto muito do xxx que te tornaste para comigo, do que aquele ser frio e distante que tanto me magoa!
Por favor, tenta estar mais presente nos meus dias! Eu preciso tanto, tanto de ti! Principalmente do teu carinho!
Um beijo doce doce
Tenho apenas a dizer que tenho realmente muita pena, por estarmos nesta situação. Espero que a vida te sorria e que consigas alcançar os teus objectivos.
Foste a pessoa que mais amei, até aos dias de hoje, mas esta situação faz-nos mal, a ambos e penso que nunca nos vamos conseguir atender, porque, como referi, somos muito diferentes e opostos! Desculpa qualquer mal que te tenha causado. Não devia, porque tu sempre viveste no meu coração.
Um beijo muito muito doce e obrigada!
Foste a pessoa que mais amei, até aos dias de hoje, mas esta situação faz-nos mal, a ambos e penso que nunca nos vamos conseguir atender, porque, como referi, somos muito diferentes e opostos! Desculpa qualquer mal que te tenha causado. Não devia, porque tu sempre viveste no meu coração.
Um beijo muito muito doce e obrigada!
quinta-feira, fevereiro 16, 2012
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
terça-feira, fevereiro 07, 2012
NEXT TO NOTHING
Não acordei com o teu corpo,
mas com um verso
que me parece agora
o mais triste do mundo:
Le tuve tan cerca.
Foi verdade, foi tão depressa
mentira – acabarmos juntos
no último bar. Ou apertar-te
em plena desrazão os ombros,
o pescoço baixo,
a cor indecisa dos cabelos.
Enquanto se partem tão
tristes os tristes copos
que nessa noite derrubei – e eras tu.
Não sei o que te disse, que
outras partes de quem foste
toquei ou perdi. De qualquer modo,
perdi. E foi, só podia ser,
demasiado triste: dois corpos
que ninguém via desciam a rua
da Misericórdia, já perto da manhã.
Aquela nenhuma distância
não pôde ser um beijo. Apenas derrota,
ressaca, mais uma canção sem nós.
Tu não sabes – e ainda bem – que
este homem te desejou todas as noites,
até que fechasse o bar. Este homem
que não deseja e que tem,
infelizmente, um nome igual ao meu.
Da próxima vez, quero estar menos
bêbedo, saber se apanhámos
ou não o mesmo táxi. Mas
«da próxima vez» nunca existirá.
mas com um verso
que me parece agora
o mais triste do mundo:
Le tuve tan cerca.
Foi verdade, foi tão depressa
mentira – acabarmos juntos
no último bar. Ou apertar-te
em plena desrazão os ombros,
o pescoço baixo,
a cor indecisa dos cabelos.
Enquanto se partem tão
tristes os tristes copos
que nessa noite derrubei – e eras tu.
Não sei o que te disse, que
outras partes de quem foste
toquei ou perdi. De qualquer modo,
perdi. E foi, só podia ser,
demasiado triste: dois corpos
que ninguém via desciam a rua
da Misericórdia, já perto da manhã.
Aquela nenhuma distância
não pôde ser um beijo. Apenas derrota,
ressaca, mais uma canção sem nós.
Tu não sabes – e ainda bem – que
este homem te desejou todas as noites,
até que fechasse o bar. Este homem
que não deseja e que tem,
infelizmente, um nome igual ao meu.
Da próxima vez, quero estar menos
bêbedo, saber se apanhámos
ou não o mesmo táxi. Mas
«da próxima vez» nunca existirá.
terça-feira, janeiro 31, 2012
Assim...
Impressionante. Triste até. Mas pura verdade.
Hoje acordei com um peso no peito, daqueles que tantas vezes se abatem sobre mim e que deixam a marca da tua ausência.
Por isso percebo hoje que a nossa loucura de amor ocupou mais espaço no mei peito, do que todos os meus dias anteriores a ti.
Em tempo pretérito achava que era uma pessoa experiente, que já tinha vivido muito! Pretensiosamente, considerava-me feliz.
Agora que infelizmente posso comparar o passado e o presente e só agora te vejo tão nítida como parte total da minha felicidade.
Porque quando existias para ti, realmente era feliz para mim.
Explicação da Eternidade
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
os assuntos que julgámos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
quinta-feira, janeiro 26, 2012
Primavera
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
Somente só
A sós contigo assim
E sei dos teus erros
Os meus e os teus
Os teus e os meus amores que não conheci
Parasse a vida
Um passo atrás
Quis-me capaz
Dos erros renascer em ti
E se inventado, o teu sorriso for
Fui inventor
Criei o paraíso assim
Algo me diz que há mais amor aqui
Lá fora só menti
Eu já fui de cool por aí
Somente só, só minto só
Hei-de te amar, ou então hei-de chorar por ti
Mesmo assim, quero ver te sorrir...
E se perder vou tentar esquecer-me de vez, conto até três
Se quiser ser feliz...
Se há tulipas
No teu jardim
Serei o chão e a água que da chuva cai
Para te fazer crescer em flor, tão viva a cor
Meu amor eu sou tudo aqui...
Sábado à noite não sou tão só
Somente só
A sós contigo assim
Não sou tão só, somente só
quarta-feira, janeiro 25, 2012
As despedidas deviam ser como nos filmes. Carregadas de Amor, Carinho, nostalgia e saudade pela perda... mas pacíficas, ternurentas, tranquilas, cheias de palavras doces e consenso no momento do adeus, apesar da tristeza associada ao acto.
Mas não são. Provavelmente porque não é asim que deviam ser. Não sei. Já não sei nada.
Pelo menos de outra forma seria melhor para não permanecer na saudade nem no mito do eterno regresso em que acreditamos que tudo será melhor da próxima vez, que nos dispomos (dispomos??) a tentar uma vez mais procurar a felicidade nos braços um do outro. Mas as coisas mesmo boas não têm o mesmo saber da segunda vez, muito menos na terceira ou na quarta...
Agora sei que a despedida, para ser real, efectiva, deve ser mesmo o contrário. Rápida, insensível, para que se torne menos penosa e dolorosa, para que não pairem dúvidas e incertezas, para que não fiquemos à espera do amanhã.
ESTAMOS CANSADOS.
ESTOU DEVASTADO.
ESTÁS DESCONSOLADA.
ESTAMOS FRAGILIZADOS.
E DESAMPARADOS.
E COMPLETAMENTE DESNORTEADOS.
Perdemos o rumo, a razão... e gradualmente perdemos o coração também.
Não há mais nada a dizer.
Não funciona. Não mais.
Simplesmente não funciona.
Culpar-me-ás. Certamente. Assumo a metade amarga do limão. Mas só metade, nem um pouco mais.
Fica, contudo, um beijo cheio de mel.
Muito mel. Muito doce. Muito meloso. Como da primeira vez. Como a Tinhosa e o Sapinho trocavam. Desses.
Que não mais conseguimos reproduzir. Como a música que agora te envio.
E quando assim não é, não vale a pena.
Não funciona.
Adeus.
Te adoro.
Mas não são. Provavelmente porque não é asim que deviam ser. Não sei. Já não sei nada.
Pelo menos de outra forma seria melhor para não permanecer na saudade nem no mito do eterno regresso em que acreditamos que tudo será melhor da próxima vez, que nos dispomos (dispomos??) a tentar uma vez mais procurar a felicidade nos braços um do outro. Mas as coisas mesmo boas não têm o mesmo saber da segunda vez, muito menos na terceira ou na quarta...
Agora sei que a despedida, para ser real, efectiva, deve ser mesmo o contrário. Rápida, insensível, para que se torne menos penosa e dolorosa, para que não pairem dúvidas e incertezas, para que não fiquemos à espera do amanhã.
ESTAMOS CANSADOS.
ESTOU DEVASTADO.
ESTÁS DESCONSOLADA.
ESTAMOS FRAGILIZADOS.
E DESAMPARADOS.
E COMPLETAMENTE DESNORTEADOS.
Perdemos o rumo, a razão... e gradualmente perdemos o coração também.
Não há mais nada a dizer.
Não funciona. Não mais.
Simplesmente não funciona.
Culpar-me-ás. Certamente. Assumo a metade amarga do limão. Mas só metade, nem um pouco mais.
Fica, contudo, um beijo cheio de mel.
Muito mel. Muito doce. Muito meloso. Como da primeira vez. Como a Tinhosa e o Sapinho trocavam. Desses.
Que não mais conseguimos reproduzir. Como a música que agora te envio.
E quando assim não é, não vale a pena.
Não funciona.
Adeus.
Te adoro.
terça-feira, janeiro 17, 2012
"Nada. Imagino-te contra a chama verde da serra, os teus olhos vazios, todos brancos, criatura lunar em pleno dia, a boca arqueada e trémula como no amor, quando não sei se gozas ou sofres. Abres os braços, como asas, menina cisne, sobre a fonte manuelina. Quem te soletrar, ou sonhar, pela caligrafia do teu sorriso desconhece a dor desse cérebro que se rasga, que eu próprio tão pouco mal adivinho. Procuro-te entre o sonho e a derrocada. Nem sei se é pela ternura que te quero ou pela surpresa do teu corpo, tão animal quando se despe. Esta distância sem sinais, dar-te-ás conta? Remove as palavras que dissemos. Estar-te-ás esfarelando (tenho medo) a tua remota vontade de viver?"
terça-feira, dezembro 20, 2011
Por que voltas de que lei
Por que voltas de que lei
Vem este sentir profundo
Por te saber como sei
Me sinto dona do mundo
Por que espada de que rei
Meu amor é fogo posto
És tanto de quanto amei
Que és tudo de quanto gosto
Por este amor que te tenho
Por ser assim como sou
És inferno donde venho
És o céu para onde vou
Por que voltas de que lei
És tudo de quanto gosto
Me perdi e me encontrei
Nas voltas que tem teu rosto
Por que voltas de que rei
Em meu peito teu desenho
És tanto de quanto amei
Que és todo o mundo que tenho
E de tão rica que estou
Nunca tão pobre fiquei
Por ser assim como sou
E te saber como sei
http://www.youtube.com/watch?v=-4315r2XpFQ&feature=related
Vem este sentir profundo
Por te saber como sei
Me sinto dona do mundo
Por que espada de que rei
Meu amor é fogo posto
És tanto de quanto amei
Que és tudo de quanto gosto
Por este amor que te tenho
Por ser assim como sou
És inferno donde venho
És o céu para onde vou
Por que voltas de que lei
És tudo de quanto gosto
Me perdi e me encontrei
Nas voltas que tem teu rosto
Por que voltas de que rei
Em meu peito teu desenho
És tanto de quanto amei
Que és todo o mundo que tenho
E de tão rica que estou
Nunca tão pobre fiquei
Por ser assim como sou
E te saber como sei
http://www.youtube.com/watch?v=-4315r2XpFQ&feature=related
quarta-feira, novembro 30, 2011
Confesso que, apesar do hábito, por vezes se torna demasiado difícil escrever sentimentos, ou dores. Confesso que quase sempre as lágrimas ocupam este lugar, apagando o texto, deixando o sentido em branco, sem explicação, sem nexo ou solução, sem um mínimo de compreensão ou compaixão por tudo aquilo que queria tomar como verdade.
Confesso que muitas vezes tenho vergonha de mim, de ser, de existir, talvez por não encontrar nenhuma razão suficientemente válida para tal, e então corrijo os textos, apago todas as falsas esperanças, todas as palavras felizes "mal-formadas", todos os cínicos e superficiais pensamentos, apago tudo o queria sentir, mas oposto ao que realmente é...e a alma fica mais uma vez vazia, porque não consigo dizer-te o que sinto, o que penso, não sei se por não ter coragem, ou simplesmente por ter medo de aceitar como verdade o que me vai no mais infímo pensamento ou, simplesmente, porque não me compreendes!!!
Confesso que muitas vezes tenho vergonha de mim, de ser, de existir, talvez por não encontrar nenhuma razão suficientemente válida para tal, e então corrijo os textos, apago todas as falsas esperanças, todas as palavras felizes "mal-formadas", todos os cínicos e superficiais pensamentos, apago tudo o queria sentir, mas oposto ao que realmente é...e a alma fica mais uma vez vazia, porque não consigo dizer-te o que sinto, o que penso, não sei se por não ter coragem, ou simplesmente por ter medo de aceitar como verdade o que me vai no mais infímo pensamento ou, simplesmente, porque não me compreendes!!!
PORQUE A MINHA ESPERANÇA NÃO MORREU...
Para quê falar?
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada...
Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não
Termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela
E veja: Eu sou o Sol...
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história
Não termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
http://br.youtube.com/watch?v=8Xz1TcGkPNc
Se você não quer me ouvir
Fugir agora não resolve nada...
Mas não vou chorar
Se você quiser partir
Às vezes a distância ajuda
E essa tempestade
Um dia vai acabar...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história não
Termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
Quando a chuva passar
Quando o tempo abrir
Abra a janela
E veja: Eu sou o Sol...
Eu sou céu e mar
Eu sou seu e fim
E o meu amor é imensidão...
Só quero te lembrar
De quando a gente
Andava nas estrelas
Nas horas lindas
Que passamos juntos...
A gente só queria amar e amar
E hoje eu tenho certeza
A nossa história
Não termina agora
Pois essa tempestade
Um dia vai acabar...
http://br.youtube.com/watch?v=8Xz1TcGkPNc
Dia após dia, reparto contigo o mesmo espaço... a mesma casa, o mesmo lar...
Adormeço e acordo a teu lado!
Olho no vazio dos teus olhos, quando estou somente contigo...
Vivo perdida e sinto-me SÓ!!!
Vivo com lágrimas e sinto-me PERDIDA!
POR FAVOR, ajuda-me e faz-me ACREDITAR...
Dá-me a tua mão, o teu olhar, o teu coração...
E faz-me sentir ...que a vida vale a pena e "I´M NOT LOST"
Adormeço e acordo a teu lado!
Olho no vazio dos teus olhos, quando estou somente contigo...
Vivo perdida e sinto-me SÓ!!!
Vivo com lágrimas e sinto-me PERDIDA!
POR FAVOR, ajuda-me e faz-me ACREDITAR...
Dá-me a tua mão, o teu olhar, o teu coração...
E faz-me sentir ...que a vida vale a pena e "I´M NOT LOST"
quinta-feira, novembro 03, 2011
Foi há pouco mais de oito horas que nos despedimos, já sem o forte abraço. O abraço que liga a antiga e a velha relação. Do prazer e da culpa. Do carinho e da angústia.
Que liga o doce e o amargo. O bom e o mau. E um beijo. Um beijo triste de consolação. E de falsa resignação de uma sombra que nos rodeia. Sempre.
Dormi sobre as nossas conversas. De ontem, de anteontem, de há muito tempo. Demais. Ou melhor, sobre as tuas suposições e desconfianças e dormi, acordei, uma vez mais sobressaltado, pensando nas minhas e nas tuas palavras, nos meus medos, nos teus, nas minhas divagações perante a o que fomos e o que somos.
Volto à carga, agora, com um raciocínio mais estruturado.
Há muito que tento evitar as conversas penosas e me recuso a cavar ainda mais o buraco em que, em tempos a nossa relação entrou.
Preferi antes de tudo, aproveitar o resto de memória límpida, feliz e tranquila que resta do que nós fomos e transportar essa energia para o presente, tirando partido, para nos proporcionar alguns momentos de felicidade, ainda que por muito instantânea que seja.
A verdade é que, como conversava há dias com um amigo divorciado, não há segundas oportunidades. Nem terceiras. Muitas mais existiram. Umas verdadeiras. Outras impulsionadas por um momento frágil e por um abraço forte ou um beijo que sempre tem o dom de nos unir. Por pouco tempo, é certo. Mas bom.
Hoje escrevo com um nó na alma, mas com uma certeza inolvidável de que jamais voltaremos a ser o que nos uniu. Certamente também não seremos melhores. Se a tua tolerância permitisse, a tua ânsia se resignasse, os teus impulsos parassem… quando muito… poderíamos ser… normais. Vulgares. Acomodaríamos os corpos (como em tempos já fizemos tão bem), apagaríamos pequenas fogueiras que os queimam por dentro e seríamos apenas um produto do tempo e do conforto fácil que já tantas vezes criticaste e que pessoalmente também discordo ao confrontar esses olhos amargurados.
Não vou pedir-te desculpa uma vez mais, não pretendo justificar erros que em tempo pretérito vincaram e moldaram o que (não) somos hoje.
Não vou justificar este abandono que pretendo levar em frente, porque a resposta está à vista. Não rimos, sorrimos de quando em vez. Não vivemos, fugimos da realidade quase sempre. Não construímos. Remendamos um pouco todos os dias, mas abrimos mais fendas simultaneamente. O futuro é hoje e agora, porque logo pode ser tarde… e cinzento. E doloroso.
Ontem disse-te ADEUS. Não cumpri. Mas devo. É obrigatório. Por isso vou fugir. Porque não posso mais dizer-te até já. Não posso pensar que amanhã vai ser melhor. Não posso olhar-te, sabendo que esperas por algo que não te posso dar. Por algo que não sei dar-te. Por te sentir mal amada, frustrada, apagada. Não sinto mais a chama que nos aquecia e que eu tanto ajudei a apagar.
Não és mulher para viver contrariada, para não seguires os teus instintos.
E eu, infelizmente, não sou o homem para te fazer feliz.
Talvez um dia me possas encarar. Com outro ar. Com outro olhar. Talvez um dia me possas tolerar, porque perdoar sei bem que é impossível.
Talvez um dia possas esquecer. O mal que te causei. Talvez também eu possa ocultar o amor e o carinho que guardo para sempre. Para castrar os impulsos que, de outras vezes que nos despedimos, me fizeram implorar por mais uma oportunidade.
Hoje, é hora de realmente dar. Uma oportunidade. Aos dois. De seres verdadeiramente feliz. De seres autêntica e sonhadora. E exigente. E carente e sensível e lutadora. Tudo o que já exibiste em tempos. Quando o amor era fácil. E natural. Nosso! E bom!
Hoje dou um pequeno contributo para o teu desejo de 2010. Um pequeno passo para a mudança que tanto reclamas e sei que, no fundo, é o melhor para os dois. Hoje sou sincero. Também estou contrariado. Mas honesto. Em sintonia com os teus olhos. Com os teus gestos.
Hoje despeço-me. DEFINITIVAMENTE. Sem o teu odor na almofada. Sem a peça de vestuário para me agarrar. E sem rancor. E sem amargura. E sem orgulho. Por não te ter conseguido embalar na minha canção.
Te peço sinceramente que sejas feliz. Fiel ao teu coração. E que desistas. De mim. De Nós. Amanhã será melhor. Depois de amanhã. E depois.
Que apostes nos teus sentimentos, na tua felicidade.
E que respeites. A atitude. Por favor. Porque a decisão era inevitável e foi mútua. Apenas a iniciativa partiu deste lado. Antes que doa. Ainda mais.
Um BEIJO. Mas bem melhor. Um ABRAÇO. Forte.
12:51: oi amor
estas por aí
eu: oi linda!!
12:52: eu não tenho saldo no telemovel
por isso não te enviei nenhuma msg
eu: n tem problema linda...
: desculpa
estou sem cheta
a qu ehoras vais embora?
12:53 eu: já...
: ah obg, pelas orientações
fixe
es um querido
eu vou so enviar uma msg ao coordenador de expressões artísticas e tb ja vou
aquece a sopa no fogão
12:54 acrescenta um pouco de agua
e prova o sal
pões a mesa e quando chegar a casa
é so comer
xim???
12:55 eu: isso
linda
te já
bjos
doces
kentes
: beijocas gordas
gorduxas kmo tu
lol
estas por aí
eu: oi linda!!
12:52: eu não tenho saldo no telemovel
por isso não te enviei nenhuma msg
eu: n tem problema linda...
: desculpa
estou sem cheta
a qu ehoras vais embora?
12:53 eu: já...
: ah obg, pelas orientações
fixe
es um querido
eu vou so enviar uma msg ao coordenador de expressões artísticas e tb ja vou
aquece a sopa no fogão
12:54 acrescenta um pouco de agua
e prova o sal
pões a mesa e quando chegar a casa
é so comer
xim???
12:55 eu: isso
linda
te já
bjos
doces
kentes
: beijocas gordas
gorduxas kmo tu
lol
quinta-feira, outubro 20, 2011
28-03-2011
Oi...
As despedidas nunca são facéis, nem munidas de alegria ou mesmo associadas a coisas positivas! São duras e cruéis, ferem-nos a alma e desgostam-nos o coração! A saudade de tempos vividos invadem-nos, mas a lembrança de maus momentos passados, sobrepõem-se e preservam-se no pensamento!
Não querendo deixar apenas o amargo das palavras duras, mas sentidas, porque doeu e continua a doer, partilho contigo um álbum que me fez viajar até ti... que mergulhou no meu pensamento, e fez-me SENTIR!
Com estas me despeço de ti, da forma mais pacífica e calma... sem a dor e o ferir das palavras vãs, munidas por sentimentos antagónicos de amor e ódio...
Fica o suave embalar das músicas, num doce e terno beijo de despedida...
PS_ Se ouvires as músicas por mim seleccionadas com auscultadores, vais entender melhor a essência destas, tal como eu experimentei!
As despedidas nunca são facéis, nem munidas de alegria ou mesmo associadas a coisas positivas! São duras e cruéis, ferem-nos a alma e desgostam-nos o coração! A saudade de tempos vividos invadem-nos, mas a lembrança de maus momentos passados, sobrepõem-se e preservam-se no pensamento!
Não querendo deixar apenas o amargo das palavras duras, mas sentidas, porque doeu e continua a doer, partilho contigo um álbum que me fez viajar até ti... que mergulhou no meu pensamento, e fez-me SENTIR!
Com estas me despeço de ti, da forma mais pacífica e calma... sem a dor e o ferir das palavras vãs, munidas por sentimentos antagónicos de amor e ódio...
Fica o suave embalar das músicas, num doce e terno beijo de despedida...
PS_ Se ouvires as músicas por mim seleccionadas com auscultadores, vais entender melhor a essência destas, tal como eu experimentei!
02-04-2011
Não consigo deixar de insistir que vês as coisas sempre pela negativa.
É certo que a vida não nos tem deixado sorrir muitas vezes juntos e até, se pensarmos racionalmentee aludirmos a estatísticas, o saldo não será positivo... para ti. Porque existem sentimentos que não têm preço. Mas, sinceramente, não posso lutar contra o teu coração e a tua tristeza, nem posso pedir-te para continuares amarrada a uma situação que te deixa cada vez mais triste e deprimida e da qual não tiras partido nem te faz bem. Disso não quero, nem caridade nem qualquer outro tipo de situação que nos faça brigar, discutir, acusar... que só serve para desgastar a nossa relação..
Peço apenas que penses naquilo que queres, naquilo que o teu coração e as tuas forças conseguem suportar e aguentar e da forma como pretendes encarar a vida... com ou sem mim. Qualquer que seja a tua decisaõ, só posso respeitar.
Só quero que sejas feliz, não pretendo prender-te a uma vida deprimente e sem objectivos.
Mas as saudades, repito, existirão sempre. Com ou sem ti. Porque te adoro. à minha maneira... sim... mas o sentimento é verdadeiro. E quem gosta não obriga, não força, não impôe.
Espero que te divirtas, que aproveites para descansar, mas que penses com calma e carinho nisso e talvez possamos conversar pessoalmente em breve. Vou fazer o mesmo.
Um beijo. Doce. Te amo. Sempre.
É certo que a vida não nos tem deixado sorrir muitas vezes juntos e até, se pensarmos racionalmentee aludirmos a estatísticas, o saldo não será positivo... para ti. Porque existem sentimentos que não têm preço. Mas, sinceramente, não posso lutar contra o teu coração e a tua tristeza, nem posso pedir-te para continuares amarrada a uma situação que te deixa cada vez mais triste e deprimida e da qual não tiras partido nem te faz bem. Disso não quero, nem caridade nem qualquer outro tipo de situação que nos faça brigar, discutir, acusar... que só serve para desgastar a nossa relação..
Peço apenas que penses naquilo que queres, naquilo que o teu coração e as tuas forças conseguem suportar e aguentar e da forma como pretendes encarar a vida... com ou sem mim. Qualquer que seja a tua decisaõ, só posso respeitar.
Só quero que sejas feliz, não pretendo prender-te a uma vida deprimente e sem objectivos.
Mas as saudades, repito, existirão sempre. Com ou sem ti. Porque te adoro. à minha maneira... sim... mas o sentimento é verdadeiro. E quem gosta não obriga, não força, não impôe.
Espero que te divirtas, que aproveites para descansar, mas que penses com calma e carinho nisso e talvez possamos conversar pessoalmente em breve. Vou fazer o mesmo.
Um beijo. Doce. Te amo. Sempre.
quarta-feira, outubro 19, 2011
terça-feira, outubro 18, 2011
Olá meu poeta inspirador:)
Que bela surpresa, mas preferia uma foto tua. Estou farta de me ver a mim. E tenho tantas saudades de te ver a ti.
A vida é tão injusta, agora que estamos tão bem, estamos longe um do outro. Irónico, no mínimo. Espero que ao menos dê para tirar alguma lição... Para ambos:) Miss you so much!
Um beijo do tamanho deste oceano que nos separa.
Que bela surpresa, mas preferia uma foto tua. Estou farta de me ver a mim. E tenho tantas saudades de te ver a ti.
A vida é tão injusta, agora que estamos tão bem, estamos longe um do outro. Irónico, no mínimo. Espero que ao menos dê para tirar alguma lição... Para ambos:) Miss you so much!
Um beijo do tamanho deste oceano que nos separa.
Oi, boa noite!
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Espero que tenhas uma boa noite de sono. Eu estava a enviar-te uma mensagem, quando fiquei sem saldo por causa do carregamento moche obrigatório. Apenas consegui enviar metade da mensagem que pretendia. Como sou uma pessoa cheia de recursos- lol- recorri a este meio, para que as coisas boas não sejam descuradas!!!
Independentemente de tudo e da situação que estamos, tenho a dizer que estou cheia de saudades tuas. Sinto falta da tua voz melosa e doce com os votos de boa noite. não tenho conseguido dormir, porque só isso me acalmava e me deixava confiante e bem, comigo e contigo!
Desculpa as minhas atitudes... Há coisas que tenho que aprender a controlar.
Provavelmente, não te vou desejar boa noite, ainda que fosse essa a minha vontade, mas desejo-te um bom dia, com o desejo que já estejas recuperado!
Deixo-te uma música que gosto muito... E que ainda não partilhei contigo. Esta deixa-me bem disposta, espero que a ti também. E o título é bem sugestivo;)
Beijo doce para ti! LU- always!
http://www.youtube.com/watch?v=RF0HhrwIwp0
Oi:
Fiquei surpreendida em ter recebido o teu email, porque vim aqui para te escrever e não contava com as tuas palavras.
A realidade é que te tens revelado uma pessoa má e insensível para comigo. Passei uma semana extremanente difícil, com muito muito trabalho e com pouca saúde e descanso e precisava de algum apoio e carinho da tua parte. Teres menosprezado o meu trabalho, inferires de como devia ter conduzido o meu tempo, só se revelou ainda mais penoso para mim. Acredita, que eu mais que ninguém padeci por não ter realizado este trabalho com mais tempo, por isso não tinhas que o repetir todos os dias. `
Hoje ocorreu-me a ideia de terminar tudo entre nós. Não porque eu tenho outra pessoa, ou porque já não gosto de ti, mas porque estou cansada de ser tratada com desprezo, desrespeito e falta de atenção. Se estiver sozinha, tenho apenas o stress do trabalho. Dispenso ter stress na vida pessoal. Depois de trabalhar horas a fio, estar enterrada horas e horas em frente ao computador, sem qualquer qualidade de vida, era mesmo dispensável ter uma pessoa que me deixasse ainda mais angustiada e amargurada.
Tens colocado mais lágrimas nos meus olhos do que um sorriso no meu rosto. Eu sei que o excesso de trabalho tornou-me mais ausente e amarga, e também queixosa. Mas as queixas não eram contra ti, mas sim contra a situação que estava a passar. Se não posso desabafar contigo, se não puder dizer os meus problemas e inquetações, então esta realação não tem sentido algum.
Eu não acrediro realmente no sucesso das relações há distãncia, mas somente quando são conduzidas desta forma. Estarmos constantemente de costas viradas, zangados, amargurados, sem as coisas boas, é preferivel não estarmos. A verdade é que já estamos longe um do outro, cada vez estamos mais distantes e ausentes, esse facto faz-me ficar ansiosa, triste amargurada.
No outro dia falei contigo e expliquei-te que se me transmitisses calma e bem-estar era condição suficiente para estarmos bem. No entanto, as minhas palavras, como quase sempre, caíram por terra, porque ainda ontem, passaste um dia sem me ligares e atenderes. Este tipo de situações criam instabilidade e dado o passado de ambos deviam de ser evitáveis. Pelo menos eu tinha essa preocupação, para não te magoar mais e dar-te alguma segurança. porque sei o quanto é difícil pensar que o outro está a desviar-se do caminho.
Vou-te ser o mais sincera possível e dizer-te que estou cansada de tanta complicação. de estar constantemente a falar do mesmo e a pedir-te para me tratares com mais atenção e carinho. Para agravar, é o facto de as tuas atitudes irem completamente em sentido oposto a isso.
Se não é para o melhor (como aconteceu em Dezembro, antes de Natal) eu prefiro ficar na minha e esquecer-te! Levar a minha vida sem ti! Transpor na minha cabeça a imensidão do mar e excluir-te de vez da minha vida. Pela minha sanidade mental e emocional. Só ter o mau, dispenso! Já basta a distância que é realmente um problema e que é razão suficiente para nos deixar mais tristes e carentes.
Se estiveres disposto a dar o melhor (respeito, atenção, carinho, compreensão) , podemos unir esforços e tentar ultrapassar os obstáculos que se transpõem!
Eu não posso mudar as tuas atitudes, apenas precavê-las. Por isso fica na tua decisão!
Um beijo grande para ti e fica bem!
Fiquei surpreendida em ter recebido o teu email, porque vim aqui para te escrever e não contava com as tuas palavras.
A realidade é que te tens revelado uma pessoa má e insensível para comigo. Passei uma semana extremanente difícil, com muito muito trabalho e com pouca saúde e descanso e precisava de algum apoio e carinho da tua parte. Teres menosprezado o meu trabalho, inferires de como devia ter conduzido o meu tempo, só se revelou ainda mais penoso para mim. Acredita, que eu mais que ninguém padeci por não ter realizado este trabalho com mais tempo, por isso não tinhas que o repetir todos os dias. `
Hoje ocorreu-me a ideia de terminar tudo entre nós. Não porque eu tenho outra pessoa, ou porque já não gosto de ti, mas porque estou cansada de ser tratada com desprezo, desrespeito e falta de atenção. Se estiver sozinha, tenho apenas o stress do trabalho. Dispenso ter stress na vida pessoal. Depois de trabalhar horas a fio, estar enterrada horas e horas em frente ao computador, sem qualquer qualidade de vida, era mesmo dispensável ter uma pessoa que me deixasse ainda mais angustiada e amargurada.
Tens colocado mais lágrimas nos meus olhos do que um sorriso no meu rosto. Eu sei que o excesso de trabalho tornou-me mais ausente e amarga, e também queixosa. Mas as queixas não eram contra ti, mas sim contra a situação que estava a passar. Se não posso desabafar contigo, se não puder dizer os meus problemas e inquetações, então esta realação não tem sentido algum.
Eu não acrediro realmente no sucesso das relações há distãncia, mas somente quando são conduzidas desta forma. Estarmos constantemente de costas viradas, zangados, amargurados, sem as coisas boas, é preferivel não estarmos. A verdade é que já estamos longe um do outro, cada vez estamos mais distantes e ausentes, esse facto faz-me ficar ansiosa, triste amargurada.
No outro dia falei contigo e expliquei-te que se me transmitisses calma e bem-estar era condição suficiente para estarmos bem. No entanto, as minhas palavras, como quase sempre, caíram por terra, porque ainda ontem, passaste um dia sem me ligares e atenderes. Este tipo de situações criam instabilidade e dado o passado de ambos deviam de ser evitáveis. Pelo menos eu tinha essa preocupação, para não te magoar mais e dar-te alguma segurança. porque sei o quanto é difícil pensar que o outro está a desviar-se do caminho.
Vou-te ser o mais sincera possível e dizer-te que estou cansada de tanta complicação. de estar constantemente a falar do mesmo e a pedir-te para me tratares com mais atenção e carinho. Para agravar, é o facto de as tuas atitudes irem completamente em sentido oposto a isso.
Se não é para o melhor (como aconteceu em Dezembro, antes de Natal) eu prefiro ficar na minha e esquecer-te! Levar a minha vida sem ti! Transpor na minha cabeça a imensidão do mar e excluir-te de vez da minha vida. Pela minha sanidade mental e emocional. Só ter o mau, dispenso! Já basta a distância que é realmente um problema e que é razão suficiente para nos deixar mais tristes e carentes.
Se estiveres disposto a dar o melhor (respeito, atenção, carinho, compreensão) , podemos unir esforços e tentar ultrapassar os obstáculos que se transpõem!
Eu não posso mudar as tuas atitudes, apenas precavê-las. Por isso fica na tua decisão!
Um beijo grande para ti e fica bem!
Bem sei que o meu comportamento ultimamente, mas principalemente de ontem à noite, não foi o mais correcto, pelo que este texto começa da forma masi simples e honesta possível. Com um PEDIDO SINCERO de DESCULPAS.
As nossas últimas conversas têm sido tão amargas que já parto para elas com um pé atrás, com receio do que vais dizer, acusar, suspeitar, criticar.
A verdade é que o emu modo de agir deve-se principalemente ao medo. De te ter longe, de que tenhas encontrado melhor, de que não saibas viver com a distância e te desvies do meu caminho. Já pensei tantas vezes nisso e nem sei se será o melhor. Acho que tu também. Vezes demais. Daí esse semblante triste e carregado.
De uma forma ou de outra, ontem fui realmente inconveniente nas palavras e só desejo que o teu trabalho esteja finalmente entregue, que possas descansar, ter tempo para os teus cafés ou para o teu tempo de qualidade, independentemente de os partilhares comigo ou não. Não quero menosprezar o teu trabalho nem a tua dedicação, também estou cansado e AINDA a trabalhar a esta hora, os nervos não me deixaram descansar e já não digo coisa com coisa.
O pedido de desculpas era mesmo a principal intenção.
Espero que o aceites. E nao guardes rancor das palavras que não foram proferidas de coração.
O resto.... o resto.. não sei.. são beijos. e um abraço. que aquece sempre o corpo. e a alma. ue um sorriso. há muito que não trocamos um. muitos para ti.
As nossas últimas conversas têm sido tão amargas que já parto para elas com um pé atrás, com receio do que vais dizer, acusar, suspeitar, criticar.
A verdade é que o emu modo de agir deve-se principalemente ao medo. De te ter longe, de que tenhas encontrado melhor, de que não saibas viver com a distância e te desvies do meu caminho. Já pensei tantas vezes nisso e nem sei se será o melhor. Acho que tu também. Vezes demais. Daí esse semblante triste e carregado.
De uma forma ou de outra, ontem fui realmente inconveniente nas palavras e só desejo que o teu trabalho esteja finalmente entregue, que possas descansar, ter tempo para os teus cafés ou para o teu tempo de qualidade, independentemente de os partilhares comigo ou não. Não quero menosprezar o teu trabalho nem a tua dedicação, também estou cansado e AINDA a trabalhar a esta hora, os nervos não me deixaram descansar e já não digo coisa com coisa.
O pedido de desculpas era mesmo a principal intenção.
Espero que o aceites. E nao guardes rancor das palavras que não foram proferidas de coração.
O resto.... o resto.. não sei.. são beijos. e um abraço. que aquece sempre o corpo. e a alma. ue um sorriso. há muito que não trocamos um. muitos para ti.
quinta-feira, outubro 13, 2011
FLORES DO NOSSO JARDIM
"As flores sorriem quando passas
Naquele jardim, que é meu e teu
Elas perfumam o ar, dando graças
Sempre que dizes que teu amor, sou eu
E os jasmins brotam doces fragrâncias
Quando teus lábios beijam os meus
Nesse jardim onde brincam crianças
As flores embelezam o brilho, de olhos teus
Que vêem o que eu não vejo
Quando estou a contemplar
Teu lindo corpo que tanto desejo
E as flores do nosso lindo jardim
Ficam viçosas por nos ver amar
Por baixo da arvore na sombra sem fim..."
Naquele jardim, que é meu e teu
Elas perfumam o ar, dando graças
Sempre que dizes que teu amor, sou eu
E os jasmins brotam doces fragrâncias
Quando teus lábios beijam os meus
Nesse jardim onde brincam crianças
As flores embelezam o brilho, de olhos teus
Que vêem o que eu não vejo
Quando estou a contemplar
Teu lindo corpo que tanto desejo
E as flores do nosso lindo jardim
Ficam viçosas por nos ver amar
Por baixo da arvore na sombra sem fim..."
terça-feira, outubro 11, 2011
O que eu quero...
Meu amor não quero mais palavras rasgadas.
Nem o tempo cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor... só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
Meu amor não quero mais silêncio escondido.
Nem a dor do que cai em cada gesto ferido.
Quero janelas abertas e o sol a entrar.
Quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
Eu quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
Meu amor não quero mais palavras rasgadas.
Nem o tempo o cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor...só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
Mafalda Veiga
Nem o tempo cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor... só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
Meu amor não quero mais silêncio escondido.
Nem a dor do que cai em cada gesto ferido.
Quero janelas abertas e o sol a entrar.
Quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
Eu quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
Meu amor não quero mais palavras rasgadas.
Nem o tempo o cheio dos pedaços de nada.
Não me dês sentidos para chegar ao fim.
Meu amor...só quero ser feliz.
Meu amor não quero mais razões p'ra apagar.
O que nasce e renasce e nos faz acordar.
A loucura faz medo se for medo o teu chão.
Mas é ar e é terra dentro do coração.
É ar e é terra dentro do coração.
E hoje vê a estrada é feita para seguir.
E hoje sente a vida é feita de sentir.
E hoje vira do avesso o mundo e vê melhor.
Deste lado é mais puro.
É teu, é tão maior.
Deste lado é mais puro.
É meu, é tão maior.
Mafalda Veiga
A verdade é que não é nada de novo o que estou novamente a fazer, mas é nestas letras que encontro as palavras que tenho para te dizer, sem te parecer ofensivo. É nas músicas que deposito uma esperança de entrar no teu coração e encontrar a tua compreensão. Peço que me entendas, entendas o meu amor, entendas a minha alma...
A verdade é que te quero tanto, mas quero que tu também me queiras da mesma forma!!!
Um beijo doce só para ti, meu amor!
Oi again:)
Realmente foi uma boa surpresa ler o teu email, porque está munido de bons sentimentos e algo de muito positivo!
Também eu sou inundada pelo medo, por esse sentimento de auto-defesa, que faz com que evite a exposição de sentimentos mais profundos, sob a pena de ser mal interpretada e sofrer consequências com isso, que me voltem a magoar.
Como te dizia ontem, somos especiais, um para o outro! Em todo este tempo não deixei de te querer e desejar perto de mim... de fazer as coisas mais banais e as mais extraordinárias... já há tanto tempo que não partilhamos um bom momento...
Anseio, acima de tudo ser feliz e que tu também o sejas. Independentemente, do caminho que o destino tomar, tu serás sempre especial para mim. E, como tal, lembra-te que resides no meu coração.
Por tudo o que passamos, sei que temos que ter calma e tentarmos entender um ao outro. Antes, só perpectivavamos o nosso ponto de vista, prevalecendo apenas a nossa vontade, sem pensarmos no outro e no seu bem. Já aprendemos que dessa forma só nos magoamos e, portanto, penso correcto pensarmos no que o outro quer e precisa, para nos entendermos.
Também tenho muita vontade de te ver... mas também tenho muito medo de voltar a ser como éramos...
Por favor, promete-me que terás em consideração as minhas necessidade e pensamentos. Que compreenderás, em vez de criticar! Eu farei o mesmo.
Um beijo doce de bom dia.
SAUDADES, muitas e fortes!
Hoje
Há muito que não escrevo (directamente) para ti.
Hoje senti necessidade de o fazer. Não que não tivesse vontade antes. O medo ganhou. Das críticas. Das insinuações. Das repreensões. Hoje o medo não ganhou.
Porque me sinto muito feliz por te ouvir sorrir. Porque tenho que te dizer que, ao contrário do que pensas, a vontade de te ver é imensa! De receber um daqueles sorriso que te iluminam os olhos! Do teu corpo. De apertar suavemente a roda comovente da tua cintura. Da altivez dos teus seios brancos. Dos nossos dois corpos enovelados De ir contigo à praia e ficar a ver como o sol te doura o corpo, satisfeito por poder contemplar o torneado sublime das tuas formas. Como um só. Como ninguém. Como jamais senti. De embarcar no jogo apaixonante que começámos no momento em que finalmente os teus olhos se prenderam nos meus.
Sei bem que o silêncio da minha parte tem sido dominante na minha postura e que amar também é cumprir as cordialidades de discurso, de diálogo de circunstância. Porque nem a linguagem corporal posso expressar quando longe de ti.
Mas não estou distante do teu coração. Ou não estás distante do meu. Por mais que quisesse. Mas não quero.
Por isso prefiro que nos olhemos. Porque olhar-te, antes de te tocar, é sentir-te no coração. e os teus olhos são pautas da minha música.
E tantas amarguras por telefone me deixaram zangado. E não quero. E por isso não desejo mais do que te ver. Preciso olhar-te e nesse olhar, dizer-te todas as palavras que tenho que te dizer e que, se bem pensares nisso, não é mais do que dizemos em silêncio quando os nossos corpos se percorrem.
Por isso te digo até já. se o quiseres.
Beijo doce.
p.s.: desculpa a sofreguidão do discurso. às vezes não sei quando parar. sou um animal do silêncio, mas a escrita assola-me e nem sempre o partilho. quando o faço, nem sempre meço as palavras. só posso confessar-te que escrevo ao "correr da pena" e que sinto cada palavra como saudades de ti.
p.s.: desculpa a sofreguidão do discurso. às vezes não sei quando parar. sou um animal do silêncio, mas a escrita assola-me e nem sempre o partilho. quando o faço, nem sempre meço as palavras. só posso confessar-te que escrevo ao "correr da pena" e que sinto cada palavra como saudades de ti.
quinta-feira, outubro 06, 2011
Resposta
Pensei que já tinha chorado tudo. Hoje chorei mais. Ontem também. E sempre. No que leio, no que oiço, Nas cartas que trocámos. Nas músicas que embalámos. Fez-me bem. Faz-me mal. Por todas as vezes que o devia ter feito. Talvez pudesse ter sido uma forma de acordar para o que aconteceu a nós. Agora... Pouco ou nada importa. também não é sobre isso que te escrevo.
Não foram saudades. Só. Se assim fosse, ter-te-ia ligado todos os dias. Porque todos os dias converso comigo. E contigo também. Como uma oração diária que me ajuda a enfrentar o dia. E te peço desculpa. Não peço perdão. Porque sei que é impossível.
Hoje respondo ao email, porque não posso falar-te ao vivo e cores. De como quando os teus olhos cruzaram com os meus. De quando me entregaste o coração pelas tuas mãos, pelos teus olhos. E aceitei sem saber que guardava o tesouro mais valioso e poderoso do Mundo, sem imaginar que podia ser o homem mais feliz. Nas tuas mãos. No teu corpo. Nos teus olhos. No teu abraço. O teu cheiro.
E como a minha presença na tua vida foi marcada por tanta coisa má, não quero, não posso, prometi a mim mesmo que NUNCA mais faria nada que te pudesse prejudicar, tenho que terminar com uma banda que marcava ( cataclismicamente, comicamente até) as nossas viagens de carro, as nossas loucuras, os nossos momentos felizes a dois, apesar de tu não gostares nada, a verdade é que me transporta sempre para o teu sorriso, a nossa luta em mudar de estação de rádio e loucas divagações que trocámos, só por estarmos distraídos. Quando ainda era AMOR. do bom.
E porque é de felicidade que quero que a tua vida seja preenchida, fica com a memória.. só de coisas boas.E que sorrias como estou a fazer neste momento ao recordar. Ou não recordes mais. Mas sorri sempre.
Para que o teu coração saiba enfrentar a vida com a cor, com o sabor que apaixona no primeiro instante.
UM ABRAÇO. FORTE. Sincero
terça-feira, outubro 04, 2011
Isso tudo... e muito mais...
"Tenho o peito a sangrar de palavras atravessadas trespassadas que não ouso gritar
Tenho os dedos presos nas páginas brancas de um caderno onde não escrevo nem sei pintar
Tenho os olhos rasos de água que me saem em gotas pérolas que guardo para te dar
Tenho um abraço apertado na garganta que tarda tanto em te abraçar...."
Tenho os dedos presos nas páginas brancas de um caderno onde não escrevo nem sei pintar
Tenho os olhos rasos de água que me saem em gotas pérolas que guardo para te dar
Tenho um abraço apertado na garganta que tarda tanto em te abraçar...."
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