O gajo é médico, poeta, músico.... Um grande marado.
I love YOU so.
quinta-feira, outubro 30, 2014
quarta-feira, outubro 29, 2014
Ando um bocado perdido.
Recordo com a nostalgia dos meu 12 anos, o tipo gordo e mal amanhado a repetir "Ai caramba" e eu a seguir-lhe os passos, enquanto tentava decorar e entender (não necessariamente por esta ordem) o resto da letra. Desta música e letra do mesmo Sebastião, só posso dizer que senti. E nos vi.
Hoje... quero só convidar-te para um café.
E um abraço.
Talvez possamos falar do que já lá vai que as vezes ainda dói
Da coragem esquecida que já se perdeu
quem deixou por dizer foste tu ou fui eu
da lembrança guardada num canto qualquer
da palavra apagada por não se entender
e dizer-te num gesto mais enternecido
Sabes, eu também ando um bocado perdido.
Vou preparar-te um jantar, concerteza vou ser original
E vou escolher-te um bom vinho. Tu sabes, nunca me saí mal
Vou falar-te das voltas que a vida trocou
Das verdades que o tempo já entrelaçou
Entre sonhos queimados lançados ao vento
Entre a cor de um sorriso e o tom de um lamento
E dizer-te de um sopro empurrado pela sorte
Sabes, eu também ando um bocado sem norte
Olha, não fiz sobremesa. Deixa lá, fica para a outra vez
Vamos deixar mais um copo a falar dos quês e dos porquês
Uma historia que nos apeteça lembrar
Um episódio que nunca nos deu para contar
Um segredo guardado p’lo cair do pano
Um encontro marcado no cais do engano
E dizer-te na hora em que a voz fraquejar
Sabes, eu também me apetece chorar
E vou chamar um táxi. É hora p’ra te levar a casa
Era suposto um de nos nesta altura ficar com a alma em brasa
Mas a vida é assim, não aconteceu
Pouco importa dizer, foste tu ou fui eu
O que importa é o abraço que estava por dar
Há-de haver uma próxima e mais um jantar e
E dizer-te a sorrir já passa das três
Dorme bem, quem sabe … um dia talvez.
Sebastião Antunes, «Cá dentro»
terça-feira, outubro 28, 2014
O meu pedaço.
É tão bom saber de si.
Fazes-me tão bem a nós.
O dia sai. por isso, a ganhar.
És da alma,o meu melhor pedaço.
domingo, outubro 26, 2014
Dia de Sol.
Acabem os Domingos.
Estes dias de descanso penitenciário, servem para tudo, menos para o que deviam.
Não consigo descansar de Nós.
Mas a tua lembrança é sempre um dia se Sol.
Estes dias de descanso penitenciário, servem para tudo, menos para o que deviam.
Não consigo descansar de Nós.
Mas a tua lembrança é sempre um dia se Sol.
sábado, outubro 25, 2014
Fim de semana.
Mais uma fim de semana terrível, que as horas recordam minuciosamente pormenores teus.
Um abraço bem forte Tinhosa.
Um abraço bem forte Tinhosa.
sexta-feira, outubro 24, 2014
Fugir para o teu lado.
Sinto-te tão longe e tão perto, que não raras vezes, quando acordo, não sei em que realidade me encontro.
Sei que consigo sempre fugir para o teu lado.
Agora que o fim de semana se aproxima a passos largos, espero que consigas divertir-te, esquecer os maus e prolongar os bons.
Saudades.
Beijo.
quarta-feira, outubro 22, 2014
terça-feira, outubro 21, 2014
Assustou-me.
A minha namorada é uma das raparigas mais bonitas da minha cidade. Não digo isto de pulmões cheios ou com o orgulho normal de que um namorado se gaba da mulher que tem ao lado, mas tem qualquer coisa desde muito nova, que fez com que fosse o primeiro amor de muitos dos homens que por aqui andam. Ela não deve saber de metade, e também certamente já foi para a cama com muitos que nem os conhece. As pessoas gabam-se sempre do que não podem ter, e certamente tê-la nem que seja num sonho erótico qualquer para acordar e contar, é melhor do que não a ter de todo. (...), tem um brilho diferente nos olhos e anda sempre na rua com demasiada confiança. Ás vezes pergunto-me o que é que lhe passa na cabeça quando atravessa ruas cheias de gente, com tanto para contar dela. Ela nunca se pareceu importar, sei lá. Não sei se é defeito, feitio, ou se é uma capa que tem desde nova, mas raramente a vi chorar ou ir-se abaixo por a maldade que a rodeia.
Tive-a tanto tempo a dormir ao meu lado, maquilhada, desmaquilhada, com lingerie de cores choques ou com pijamas da avó, com sono ou sem vontade de dormir a noite toda, que com o tempo a beleza dela tornou-se indiferente aos meus olhos. Gostava quando comentavam que a mulher com quem andava ao lado me ofuscava a todos os níveis, mas tomei-a por certa. É um erro muito cliché, mas fazemos isso constantemente. Sabia que não ia passar um dia em que não me ligasse, mandasse uma fotografia com uma roupa diferente, ou me perguntasse se ainda a amava.
Sempre foi a mulher mais confiante do mundo, não se deixava intimidar por ninguém, na cabeça dela as únicas mulheres que lhe igualavam eram as melhores amigas, mas as mãos tremiam-lhe e o estômago vomitava antecipação sempre que me mostrava menos receptivo por ela ao longo dos anos. Eu amava-a igual todos os dias do ano, mas perdia apetite por lhe dizer o mesmo todos os dias. Ela não, eu sim.
Nem sei porquê. Voltando atrás e vendo as nossas fotografias, a forma como um dia olhou para mim e me tratou, pergunto-me onde tinha a cabeça. É claramente mais bonita, mais inteligente, ouve-se uma música inconsciente quando anda, e o bar pára quando ela entra. Os homens deixam as mulheres com quem estão por segundos e olham-na pelo canto do olho. Só me apercebi disso quando ela me deixou.
A independência, a forma extrovertida de ser e o nariz empinado com que sempre enfrentou as ocasiões menos boas da vida, assustou-me.
É verdade, os homens têm medo de mulheres bonitas demais. Têm medo de mulheres que respondem sempre, e que são tão bonitas arranjadas como de rabo-cavalo e calça rasgada. E ela era tudo isso a multiplicar por cem. Ela era quase tudo o que tinha na mão.(...)
O pior erro de todos os homens, ao compreendermos que nunca vamos ser melhores sem "ela" ao lado, atiramos-nos para um precipício, como se a nossa pila nos gritasse "Estás errado". Lutamos contra essa ideia, porque é impensável para o nosso orgulho uma mulher representar quase tudo na nossa vida. A famosa luta da pila contra o coração.
Como todos os cobardes mandei-lhe uma mensagem "Desculpa, traí-te". Calou-se e fez-se silêncio tanto tempo, que a falta da voz dela tornou-se na maior ressaca da minha vida. Tremia, emagrecia, bebia muito e as gajas feias rodeavam-me cada vez mais. Estava numa espiral, das piores, porque fui eu que saltei para lá. Ninguém me empurrou, me magoou ou me deixou. Eu deixei-me a mim mesmo.
Reencontrei-a meses depois, mais bonita que nunca, com um riso ainda mais alto e histérico. Uma roupa que se via à distância e uma maquilhagem que dizia "já esqueci o meu ex-namorado".
Quando me viu sorriu, foi ao pé de mim e passou-me a mão no rosto. Caí num pranto e a pila cedeu à batalha, ela era o meu único e maior orgasmo mental. Quando esperei ouvir um “Vamos juntos para casa?”, no meio de tanto êxtase, lágrimas, amor e beijos para pôr em dia, no meio do sorriso mais bonito e outrora inocente, disse-me apenas “Não tem mal, eu também”.
Etiquetas:
Inês Alegre. http://inesaleegre.blogspot.pt/
segunda-feira, outubro 20, 2014
Não há palavra.
Ainda aguardo, com a mesma ansiedade, um sinal teu.
Confesso que o ritmo tranquilo e a pouca responsabilidade do fim de semana, provocam um nervosismo na espera de ti, mas agora que regresso ao trabalho, resta-me escrever-te e aguardar.
Não há palavra que substitua um sorriso teu.
Desse, sinto falta todos os dias.
Com ou sem arame.
sábado, outubro 18, 2014
Madrugada.
São três da manhã mas a madrugada não me quer deixar adormecer sem escrever para ti.
Tenho tudo para te dizer.
Sem nenhuma novidade.
Espero-te bem.
Saudades.
Tenho tudo para te dizer.
Sem nenhuma novidade.
Espero-te bem.
Saudades.
quinta-feira, outubro 16, 2014
Coisas para te dizer III.
Tenho sempre coisas para te dizer.
Tenho que te dizer que, apesar de paliativo, tento sempre remédio para este estado de tristeza que sempre me consome.
Que arranjei um part-time como tio fixe, para levar o Martim ao futebol ou passear no parque.
Tenho que te dizer que não desisto de viver pequenas alegrias que não ficam só nas memórias, como as que guardo de nós.
Ainda assim, o equilíbrio entre o presente e o pretérito, traz-me sempre o presente de ti.
Obrigado.
Beijo. Abraço.
quarta-feira, outubro 15, 2014
Embriagado de saudade.
Tinhosa, ontem não só abusei nos cânticos patrióticos em honra da selecção das quinas, como na ingestão de néctar alentejano, com efeito antioxidante.
Fiquei igualmente embriagado de saudade. De um bom jogo na sua companhia, respectivos comentários e análise futebolística de grande nível.
Apesar da distância, senti-me bem próximo.
Obrigado.
Cedo ou tarde
Devias saber
que é sempre tarde
que se nasce,
que é
sempre cedo
que se morre.
E devias
saber também
que a nenhuma árvore
é lícito escolher
o ramo onde as aves
fazem ninho
e as flores
procriam.
terça-feira, outubro 14, 2014
Coisas para te dizer II.
Fico sempre com coisas para te dizer.
E a importância delas não pode ser quantificável pelo conteúdo, mas pela expressa, única vontade, de as querer partilhar contigo.
Hoje, dia especialmente atribulado com reuniões (guardei este espaço para almoço), tenho que dizer-te que deambulei pelas ruas da Capital, num sonho que foi real, pretérito, nosso, que transportei para o presente imaginário, na demanda por uma casa que agradasse à Tinhosa. Quero dizer-te que, para não variar, acordei numa gargalhada efusiva, quando disseste (sim, já nos primos no pretérito sobre o tópico!), que só aceitavas um apartamento com marquise. Na forma, entoação, sei lá, fui recuperar esta BERDADEIRA pérola da Tinhosa e até agora, no momento em o partilho, não consigo disfarçar o riso.
Como podes atestar, tenho imensas coisas importante para te dizer.
Por agora, só quero que rias e sorrias também.
Quero dizer-te.
É tão bom quando o fazemos juntos.
segunda-feira, outubro 13, 2014
Coisas para te dizer.
Fiquei com tanta coisa para te dizer...
Porque todos os dias quero conversar contigo.
Dizer-te que acompanhas os meus sonhos mais distraídos e felizes, como todos os receios e pesadelos.
Dizer-te que no último fim de semana (depois da sms), fiquei colado em filmes infantis e recordei muita inocência, gargalhadas descontraídas, beijos roubados e muita muita felicidade.
Preciso dizer-te que vou ser tio. Recebi ontem a notícia e fiquei absurdamente perturbado. Sonhei connosco a noite inteira. As palavras do meu irmão eram da maior ingenuidade, ao reclamar para ele o primeiro lugar no ranking da fertilidade. Aceitei a provocação e até retribuí, mas não pude deixar de sentir um vazio tão grande que até me revoltou, vergonha deste sentimento de camuflada inveja, qualquer coisa que não sei explicar. Fiquei tão feliz mas não impotente perante o destino da nossa vida.
Dizer-te que matutei na penúltima conversa em que até tu te confessavas surpreendida por alguns daqueles que considerava meus amigos, revelarem tanto desprezo, ódio ou mesquinhez pela minha pessoa. Fiz tanto por alguns deles e abdiquei tanto de nós, que, perante a posição deles, durmo de consciência tranquila.
O mesmo não posso dizer em relação a ti.
Afinal de contas, a única pessoa que tem todos os motivos e mais alguns para se repugnar comigo, continua a surpreender-me, a brindar-me com um sorriso, longe mas tão perto, que me faz sentir tantas emoções neste quadrado em que a minha vida se tornou.
Dizer-te que a alegria, iniciativa, produtividade, resiliência, são vocábulos que emprego na rotina laboral com frequência, mas depois que as luzes se apagam, faço um esforço enorme contra o meu coração, para não me levar de derrotado e chorar por tudo o que de errado nos fiz.
Fiquei com mais coisas ainda para te dizer.
Cá dentro.
sábado, outubro 11, 2014
Pesa-me a falta da tua sombra.
Finalmente uma brisa da tua distante presença, um sinal de calor depois do frio e chuva que o coração enfrentou.
Roubei. mas é o nosso segredo também.
Roubei. mas é o nosso segredo também.
Segredo
Nasciam gémeos os nossos risos enlaçados na cumplicidade do mesmo sonho. Hoje, no caminho, restam migalhas desfeitas pelos medos e pedaços de cristal quebrados por cada ausência. Talvez as folhas não tenham ainda morrido, mas da árvore que tentamos ser só a sombra se distingue à superfície duma água turva. Nos outros caminhos, aqueles que vejo agora, pesa-me a falta da tua sombra. Não sei se quero ir porque não sei se sei ser sem ti, mas sei que já não sou aqui. Ainda.
Um dia hei de ter voltado.
sexta-feira, outubro 10, 2014
Só preciso disso.
É daqui que te escrevo.
Sentado na recepção, onde hoje nem a luz chega, porque a chuva teima em se fazer ouvir.
Acumulo a ansiedade dos dias da tua ausência, a iminência de um reposta, a desilusão da espera.
Aguardo-te. Sempre. No peito.
Saber que estás bem. Que sorris.
Só preciso disso.
E de ti.
Só.
Te amo.
quinta-feira, outubro 09, 2014
Ver o teu rosto.
"Esperar por ti não é esperar por ti
esperar por ti é ter talvez esperança
ou é esperar com minudenciosa paciência
e desenhar teu rosto em cada rosto que vejo surgir
na minha alvoroçada vizinhança dos teus passos
Ver-te é como ter à minha frente todo o tempo
é tudo serem para mim estradas largas
estradas onde passa o sol poente
é o tempo parar e eu próprio duvidar mas sem pensar
se o tempo existe existiu alguma vez
e nem mesmo meço a devastação do meu passado
Quando te vejo e embora exista o vento
nenhuma folha nas múltiplas árvores se move
ver-te é logo todas as coisas começarem é
tudo ser desde sempre anterior a tudo
Ver-te é sem tu me veres eu sentir-me visto
sentir no meu andar alguma segurança mínima
caminhar pelo ar a meio metro da terra
e tudo flutuar e ser ainda mais aéreo de que o ar
ver-te é nem mesmo pensar que deixarei de ver-te
ver-te é sentir pousar mais que um olhar
uma mão muito calma sobre a minha vida
ver o teu rosto é ter toda a certeza de que existo
que sempre existirei que não há mais ninguém
ver o teu rosto é mesmo mais do que nascer
empreender viagens começadas nesse rosto
donde podem sair inúmeros navios
ver o teu rosto é como tudo começar
corrida a minudenciosa prega do silêncio
silêncio alto como um cerro inesperado como um curro
aéreo como um cirro denso como um cerro
prosaico às vezes como a mecânica de um carro
Vejo-te e povoas só de folhas que depois desfolhas
os rasos descampados que te cercam por todos os lados
Caminho ao teu encontro
a juventude é como uma oportunidade
começa a ser outono a tarde é território para a luz
tem certas listas como um fato cinzento
toco-te apenas para ver se estás aí
um país se arredonda à tua volta
sinto todas as coisas no lugar
Quando te vais embora fico de repente ao abandono
sem ao menos a protecção de uns olhos de animal
da copa arredondada de uma árvore
Vais-te embora e deixa de haver árvores no mundo
e não tenho palavras e não tenho voz
não conheço ninguém nenhum ouvido
que se possa ajustar à forma do meu grito
E desço da liteira como quem desce da vida
como que me separo de mim mesmo
sinto-me inexplicável e na rua
para sempre irremediavelmente na rua
esperar por ti é ter talvez esperança
ou é esperar com minudenciosa paciência
e desenhar teu rosto em cada rosto que vejo surgir
na minha alvoroçada vizinhança dos teus passos
Ver-te é como ter à minha frente todo o tempo
é tudo serem para mim estradas largas
estradas onde passa o sol poente
é o tempo parar e eu próprio duvidar mas sem pensar
se o tempo existe existiu alguma vez
e nem mesmo meço a devastação do meu passado
Quando te vejo e embora exista o vento
nenhuma folha nas múltiplas árvores se move
ver-te é logo todas as coisas começarem é
tudo ser desde sempre anterior a tudo
Ver-te é sem tu me veres eu sentir-me visto
sentir no meu andar alguma segurança mínima
caminhar pelo ar a meio metro da terra
e tudo flutuar e ser ainda mais aéreo de que o ar
ver-te é nem mesmo pensar que deixarei de ver-te
ver-te é sentir pousar mais que um olhar
uma mão muito calma sobre a minha vida
ver o teu rosto é ter toda a certeza de que existo
que sempre existirei que não há mais ninguém
ver o teu rosto é mesmo mais do que nascer
empreender viagens começadas nesse rosto
donde podem sair inúmeros navios
ver o teu rosto é como tudo começar
corrida a minudenciosa prega do silêncio
silêncio alto como um cerro inesperado como um curro
aéreo como um cirro denso como um cerro
prosaico às vezes como a mecânica de um carro
Vejo-te e povoas só de folhas que depois desfolhas
os rasos descampados que te cercam por todos os lados
Caminho ao teu encontro
a juventude é como uma oportunidade
começa a ser outono a tarde é território para a luz
tem certas listas como um fato cinzento
toco-te apenas para ver se estás aí
um país se arredonda à tua volta
sinto todas as coisas no lugar
Quando te vais embora fico de repente ao abandono
sem ao menos a protecção de uns olhos de animal
da copa arredondada de uma árvore
Vais-te embora e deixa de haver árvores no mundo
e não tenho palavras e não tenho voz
não conheço ninguém nenhum ouvido
que se possa ajustar à forma do meu grito
E desço da liteira como quem desce da vida
como que me separo de mim mesmo
sinto-me inexplicável e na rua
para sempre irremediavelmente na rua
quarta-feira, outubro 08, 2014
Sou só parvo.
Não digas nada, dá-me só a mão. Palavra de honra que não é preciso dizer nada, a mão chega. Parece-te estranho que a mão chegue, não é, mas chega. (…) Se calhar sou uma pessoa carente. Se calhar nem sequer sou carente, sou só parvo.
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