terça-feira, outubro 24, 2006

sonho de domingo

Ainda não sei se foi um sonho que sonhei sozinho, mas fizemos poesia.
Cada riso e alegria, os meus lábios nos teus, a responder em silêncio os meus pedidos... apenas vivendo, sentindo, aquecendo a solidão e rasgando a razão.
Sem palavras...
Ficam apenas os suspiros que o tempo escoou.
Durou tão pouco...
Mas lembrarei, todas as manhãs, de como gosto de escutar o teu coração pulsar junto ao meu... e sonhar!

sexta-feira, outubro 13, 2006

Odeio-te

Odeio-te

Odeio-te, odeio-te, odeio-te tanto...
Como podes ser tão bela e me fazeres apaixonar por ti?
Como me podes fazer amar-te tanto?
Odeio-te porque me fazes sofrer na tua ausência, porque me fazes venerar-te tanto na tua presença.
Odeio-te tanto. Odeio-te por te amar tanto...

quarta-feira, outubro 11, 2006

Não quero!

Não te quero perder

Apertado, perdido. Enfim, só...
O que eu escrevo não rima. Porquê?
De onde vêm estas palavras?
Do meu coração não são porque ele está contigo...
Dei-to para ter a certeza que voltavas e não me deixavas morrer....
Não, não te quero perder.
Mas se o vento te levar para outro lado, fica com ele pois não mais o vou precisar...
Apenas ficará o vazio. O vazio que um dia tu preencheste.
E um dia voltará a nascer um coração... Mas não será como o primeiro, porque esse será sempre teu...

Não sei...

Não sabia o que escrever... Portanto escrevi-te isto.
Não sei se é pouco ou muito, nem sei de onde me vem.
É algo que me consome lentamente, e eu sei... Sim eu sei...
Eu sei...
Ou não saberei coisa alguma?
Estou confuso!
Mas não te quero confundir a ti... Tu és inconfundível, única...pelo menos a meus olhos... A partir deles tenho a certeza que és só minha...
Não sabia o que escrever... Portanto escrevi-te isto... Tudo começou assim.

terça-feira, outubro 10, 2006

Sem comentários

Escrevo no dia em que a tristeza me invade a alma...
Tentei afastar-te do coração (sem resultado), para evitar prender-me nas amarras do amor, suspeitando sempre da felicidade que me assustava sempre que partilhava da tua companhia. Bom demais, demasiado perfeito num mundo fechado só para nós e construído por nós. As horas são minutos ao teu lado, mas os dias transformam-se em anos quando separado de ti.
Não espero viver todos os dias no sonho, porque simplesmente não é possível, mas espero lutar contigo para construir um presente cheio de coisas boas, cheio de carinho e AMOR... e viver as turbulências sempre com uma certeza: AMO-TE

segunda-feira, outubro 02, 2006