Quando se viaja sozinho pelas imagens que perduram as evocações ganham um modo tão real A mancha ténue dos arbustos indica o caminho para o regresso que nunca há o mar ficou de repente perto sobre esta praia travámos lutas para as quais só muito depois encontramos um motivo era à pedrada que nos defendíamos do riso mais inocente ou de um amor Mas aquilo que nunca esquecemos deixa de pertencer-nos e nem notamos Estamos sós com a noite para salvar um coração |
Impetuoso, o teu corpo é como um rio onde o meu se perde. Se escuto, só oiço o teu rumor. De mim, nem o sinal mais breve. Imagem dos gestos que tracei, irrompe puro e completo. Por isso, rio foi o nome que lhe dei. E nele o céu fica mais perto. E.A.
quarta-feira, julho 20, 2011
A direcção do sangue
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