terça-feira, março 13, 2012

Pela manhã.

Tantas e tantas vezes mais, media a felicidade por aquilo que possuía, pelas estúpidas comparações com outros, pelas coisas que conseguia mas de rapidamente perdiam o sentido.
Hoje reconheço que a verdadeira felicidade estava no que fui, no que fomos, enquanto alma e corpo em sintonia, como a orquestra que gostava de ouvir depois de nos amarmos.
Hoje sei que a felicidade media-se quando acordava com o teu ronronar pela manhã, com um beijo do teu hálito de flores, que conduzia o meu pensamento o resto do dia.
Hoje sei que foste. És. Serás. Sempre. O amor da minha vida.

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