Detesto baratas. Sim.
Detesto as baratas. Desde que te Amo que esse bicho me enjoa.
Por tua causa.
Um bicho insignificante que me passava totalmente despercebido e que nem me fazia qualquer confusão.
Hoje arrepio-me nas ruas, garagens, lugares escuros em que tenho que me cruzar com essa praga.
E o antagonismo regressa.
Do arrepio da presença do bicho, à doce memória dos teus gritos estridentes quando te confrontavam com o animal ou mesmo só de falar em tal.
Os pulinhos que instintivamente começavas, só de ouvires as patas do bicho a caminharem na tua direcção.
Não as conseguias matar e vinha em teu auxílio, qual cavaleiro que defende a sua donzela em apuros.
O meu coração não consegue apagar, eliminar as saudades.
Acho que nada o fará esquecer tão doces memórias.
Hoje precisava que viesses em meu auxílio.
Para matar esta dor.
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