Podia escrever o teu nome num vidro embaciado ou segredá-lo a uma borboleta negra.
Podia cortar os pulsos e deixar o sangue correr até que o mar ficasse vermelho.
Ou beijar-te os pés. Mas esse gesto está reservado desde o princípio dos séculos e teria o sabor de uma profanação.

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