sexta-feira, maio 16, 2014

Morro lentamente na tua saudade.

No desafio dos dias que correm a fugir, penso-te... mas depressa migro para outro lugar mais perto, aborrecido, quotidiano ou normal.

Noutros dias mais agitados ainda, sobra sempre o tempo para parar e lembrar de ti com a mais profunda e sentida saudade que assumo arrogante, mais ninguém no mundo conseguir sentir.

Hoje o dia consegue trazer-te na rotina mais básica.

Morro lentamente na tua saudade.

Preciso ouvir-te. Rir-te.





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