Deixa-me demorar-me em ti.
Deixa-me ficar, assim, com os minutos deitados sobre nós.
Deixa-me calar os medos. Embrulha-os, firmemente, com o teu abraço.
Deixa-me ficar imóvel neste instante distraído do mundo. Este instante que é calor, que é silêncio doce, que é abraço. Este instante que é sossego terno e demora deliciosa.
Deixa-me demorar-me nas tuas palavras. Essas palavras que dizes devagar, com sons que aquecem, com sentidos que arrepiam, com pernas que me mostram o teu mundo.
Esse mundo gigante, onde estou deitada, através de ti, e que contemplo através dos teus olhos.
Deixa-me calar os medos. Embrulha-os, firmemente, com o teu abraço.
Deixa-me ficar imóvel neste instante distraído do mundo. Este instante que é calor, que é silêncio doce, que é abraço. Este instante que é sossego terno e demora deliciosa.
Deixa-me demorar-me nas tuas palavras. Essas palavras que dizes devagar, com sons que aquecem, com sentidos que arrepiam, com pernas que me mostram o teu mundo.
Esse mundo gigante, onde estou deitada, através de ti, e que contemplo através dos teus olhos.
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