quinta-feira, abril 14, 2016

Quando não estão lá, morrem de saudades.

Plágio. Certamente foi plágio. Porque juro ter ouvido estas palavras da tua boca, sentados numa pedra com a marina em frente e o mar a tocar a música que o ritmo dos corações ditava.

"Eu escolhi dispensar mãos cujos dedos são retos e possuem unhas cortadas com precisão. E sabes porquê? Porque as minhas mãos, quando estão entre os teus dedos tortos e com unhas roídas, não querem outro lugar para estar. E, quando não estão lá, morrem de saudades. Não sabias que os dedos também sentem saudades? Ah, e apesar de eu não ser mais uma menina e de já ter atirado as minhas bonecas fora, adoro quando tu me dás a mão para atravessar a rua."

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