Pensei que bastava ler-te.
Pensei que bastava escrever-te.
Saber de ti anonimamente pelas ruas virtuais digitais.
Espreitar-te nas janelas das redes sociais.
De tudo isso (quase) abdiquei.
Pensei que isso bastava.
Quase.
Porque os dias são traiçoeiros e a memória foge de quando em vez.
Porque às vezes bastam recordações para colorir os momentos cinzentos dos dias.
Pensei que bastava desligar.
O teu dia de aniversário bastava como desculpa para te interpelar.
Bastava não me ignorares.
Bastava não doer tanto.
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