segunda-feira, abril 01, 2024

Onde não vive o adeus.


Não é apenas um vago, modulado sentimento

O que me faz cantar enormemente

A memória de nós. É mais. É como um sopro

De fogo, é fraterno e leal, é ardoroso

É como se a despedida se fizesse o gozo

De saber

Que há no teu todo e no meu um espaço

Oloroso, onde não vive o adeus

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