Felicidade
é abrir-te devagar como uma porta
rangendo murmúrios...
para o meu corpo entrar.
E depois, depois voltar a fecha-la atrás de mim
e caminhar em ti em ritmos certos
para que os meus passos se confundam com o
bater do coração.
E depois, depois semear em ti trigo novo
e soltar papoilas nuas da minha boca
para que se misturem com o teu sangue
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