Quando abria a janela, todos os anjos do céu que a vissem ficavam transformados em pombos.
Daqueles que têm a cabeça a prémio. Ratos voadores. Nenhum anjo resistia a olhar para ela. Por isso é que já não há anjos. O último, que eu saiba, morreu na mala de mão dela, um dia.
Daqueles que têm a cabeça a prémio. Ratos voadores. Nenhum anjo resistia a olhar para ela. Por isso é que já não há anjos. O último, que eu saiba, morreu na mala de mão dela, um dia.
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