Sabes por quantas ruas te vigiei?
Por quantas estradas te imaginei? Me enganei?
Na esperança no teu vislumbre, em quantos semáforos me baralhei? Caminhos cruzei?
À procura do teu sorriso, por quantos bares me embebedei ?
E as lojas onde entrei? Os cafés que tomei?
Só para sonhar. Encontrar os teus olhos.
Vou embora para (mais) longe. Desaparece assim a tensão infantil e idiota de te encontrar ao virar da esquina.
A memória... essa perdura.
Te amo.
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