Acabou a euforia, mas jamais a esperança, ao contrário do que alguns querem vaticinar.
Assim acontece todos os dias que permaneces guardada no coração, mas longe das nossas guerras e discussões de bola, em que acusavas o treinador de "pouca capacidade de estruturar a equipa" e outros chavões futebolísticos que nos divertiam e me faziam render mais umas horas de provocação, enquanto fazias esse olhar safado e me mandavas calar.
Hoje vivo de longe essas paixões futebolísticas, pelo tempo que não tenho e pela falta de gíria desportiva que sempre acrescentavas.
Mas não posso deixar de sentir essa paixão através da tua garra e do teu coração patriótico que sente, grita, aplaude e chora, consoante o ritmo da partida.
No jogo da vida, sinto uma perda constante de emoções que só o teu sorriso consegue trazer.
Te amo.
Sempre.
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