quarta-feira, agosto 27, 2014

Saudades brutas.



Todos os dias são desgastantes na tua ausência.
Já to repeti por vários textos e deambulações que, mesmo no ócio dos dias que hoje termino, me sinto cansado de tanto te procurar nas ruas das cidades que vagueio.

Hoje estou especialmente frustrado. Zangado até. Nunca contigo, claro.
Os sonhos ( que nem todos os dias procuro porque o cansaço apodera-se na manhã e não consigo trabalhar), estão cada vez mais intensos, reais.
Nem sempre pelo melhor motivo.
Como escrevia, sonhei que encontrava, acompanhada de um idiota, por sinal uma figura famosa do panorama Regional e até Nacional, mas que nem por isso deixa de pertencer à classe execrável das pessoas que odeio.

No sonho, sempre no sonho, torno-me violento em actos e pensamentos. Reajo na tua procura. Agarro-te para te tirar das mãos do "tirano". 
Arranco-te um abraço de braços e beijos. 
Tudo com uma violência subliminar, quase imperceptível, mas reveladora de uma natureza quase bélica que só descobri contigo.

Assim na vida me tivesse comportado. Assim no amor que tivesse revelado. Assim não estaria a escrever de ti. Mas para ti.

Saudades.

Brutas.


Te amo.

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