sexta-feira, maio 29, 2015

Posso. Poder posso. Mas não é a mesma coisa.

Posso
reinventar cada momento dos meus dias,
readjectivar tudo o que sinto com antónimos,
esconder ou reolhar todas as tuas fotografias,
fechar ou recitar as cartas que me escreveste,
mudar a música e redançar a outro ritmo,
ou dizer-te que sim, que estou bem
...e, até, voltar a sorrir...
Mas sem ti, sinto-me reduzido a mim.

quinta-feira, maio 28, 2015

quarta-feira, maio 27, 2015

Adiando.

Tenho claramente adiado uma visita a este espaço de monólogo, porque tentei arduamente o contacto directo contigo. Sempre da forma mais inusitada ou descontraída. Usando desculpas clubísticas ou acontecimentos sociais de comum interesse, tentando despertar a comunicação, como aquelas pessoas que entram juntas num elevador, autocarro e avião, procurando até os faits divers para estabelecer o diálogo e penetrar no teu coração.

Nada resultou.
Por isso aqui volto.
Estou a sufocar.
De tanta ansiedade.
Dessa Saudade de ti.

segunda-feira, maio 18, 2015

Medir a saudade.

Não é pela frequência que visitas que aqui faço, que se pode medir o tamanho da saudade dos Teus braços.
Não é definitivamente pelo número de caracteres digitados em contra-ritmo com o coração, que se define esta ansiedade de Te ter.
Aqui.

Saudades Tinhosa.

sexta-feira, maio 15, 2015

quinta-feira, maio 14, 2015

O quanto meu amor pode magoar.

Quero apenas gritar o que sinto.
Nas palavras por dizer, não sufocar.
Explico-te bem claro, não te minto.

Gritar

Quero apenas gritar o que sinto.
Nas palavras por dizer, não sufocar.
Explico-te bem claro, não te minto.
O quanto meu amor pode magoar.

quinta-feira, maio 07, 2015

Canção do Amor Imprevisto.

Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoísta e mau.
E minha poesia é um vicio triste,
Desesperado e solitário
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com tua boca fresca de madrugada,
Com teu passo leve,
Com esses teus cabelos...
E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender
nada, numa alegria atônita...
A súbita alegria de um espantalho inútil
Aonde viessem pousar os passarinhos!