Posso
reinventar cada momento dos meus dias,
readjectivar tudo o que sinto com antónimos,
esconder ou reolhar todas as tuas fotografias,
fechar ou recitar as cartas que me escreveste,
mudar a música e redançar a outro ritmo,
ou dizer-te que sim, que estou bem
...e, até, voltar a sorrir...
Mas sem ti, sinto-me reduzido a mim.
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