Passo, efectivamente, mais tempo a recordar-te do que a projectar o futuro.
Deve ser mesmo um sinal de velhice.
Olhamos mais para o pretérito do que para o futuro. Mas este vai acontecendo. Aliás, tenho quase a certeza que o passado longínquo já não mora mais no teu coração. Porque havia de continuar? Talvez também por isso tenhas decidido ignorar-me completamente. Talvez para sempre. Não o condeno. Mas espero que não. Porque te aguardo sempre. Mesmo sabendo que não voltarás.
Sem comentários:
Enviar um comentário