Descolei novamente rumo ao presente e, apesar do texto remeter para o pretérito, ainda hoje muitas destas premissas são válidas. Prefiro acreditar que sim. Prefiro (agora) viver assim.
Abandonar o discurso cinzento que tantas vezes inunda o quotidiano. Enquanto o teu riso ecoa na alma. Enquanto posso.
"Este era o email que tinha escrito antes de falar contigo ao telemóvel. Dotado de alguma racionalidade e amargura! "SubsistÍsse", está mal escrito, aí a correcção.
Este é o email que te escrevo depois de ouvir-te e o meu coração te escutar...
Não é fácil dizer adeus, quando alguém habita no nosso coração e pensamento. Acredites ou não, enchias-me de felicidade, quando eras doce e me enchias de carinho. Quando me agarravas, ainda que dissesse repetitivamente, não, a minha vontade dizia sim e enchias-me de alegria. Sentia-me realmente no melhor lugar do mundo, quando me abaraçavas de noite e adormecias a meu lado. O meu ser sorria, quando, me ligavas, por espontânea vontade, e querias-me dar um beijinho ou saberes de mim.
O meu sorriso contigo ganhava a sua maior plenitude quando partilhávamos momentos juntos e bricávamos um com o outro.
Acredita, que algumas vezes consegui sentir o teu AMOR e pensar num futuro! Tantas vezes que fiz planos na minha cabeça e sonhei acordada... E tu estavas presente!
Tive medo de te amar demais e que me tornasses a magoar... Por isso afastei-me... Mas em cada momento repartido contigo experienciei a maior felicidade, de toda uma vida. Por esse motivo é que é tão difícil dizer adeus.
Contigo sou eu, sinto-me bem e consigo conversar sobre tudo... À excepção de quando estou zangada! Mesmo que diga as maiores barbaridades, tu sorris comigo!
Vou ter tantas saudades de sorrir contigo!
Um beijo com carinho e um daqueles abraços fortes e longos, que nos une para sempre!
P.S.- Não querendo ser ordinária, vou sentir falta de fazermos amor e a parede so tinha significado contigo."
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