sexta-feira, junho 29, 2012

Everything

“(...)everything carries me to you,
as if everything that exists,
aromas, light, metals,
were little boats
that sail
toward those isles of yours that wait for me.”

sms

Sem ti sinto-me completamente perdida, vazia, incompleta. Não quero ir para longe porque sem ti não sou nada. Está a ser tão difícil que estou dominada por uma angústia enorme que me cerra o coração. Por favor não te esqueças de mim! Beijinho doce e querido como tu. Adoro-te!!!

quinta-feira, junho 28, 2012

Hoje, só hoje.

Hoje, é só hoje, porque hoje, agora, sempre que abro o meu tesourinho de memórias, quando o tempo pára e me escosto da memória dos teu olhos, só agora... estou a morrer de saudades tuas.

Percebo cada vez mais que os dias têm sido um exercício inútil de te lembrar,de nos recordar, de me esquecer... lembrando-me de ti. De parar ao som da música, de viajar numa expressão comum, de me rir numa piada que só  no teu sorriso doce encontrava expressão.

Hoje, que o meu corpo dá evidentes sinais de ruptura, que os meus olhos não conseguem conter as lágrimas, que os meus braços não conseguem trabalhar e os meus dedos tremem a escrever este texto, hoje percebo que são apenas mensagens de uma alma triste, esgotada na tua ausência, preenchida na tua memória, mas com uma saudade quase inexplicável do teu abraço.

No amor e na doença.
És tu.
Bjos tinhosa.

quarta-feira, junho 27, 2012

sms

Neste momento o meu coração chora. Mas apesar da distância que se transpôe, existirá entre nós a sintonia perfeita.
Já te disse que te amo? Bjinho boa viagem

terça-feira, junho 26, 2012

Na memória de ti

Na memória de ti, em todos os lugares que no pretérito fui feliz contigo, me parecem agora vazios.
Porque quando chego, a ansiedade de saber que ainda há pouco partiste, que acabaste de sair pela outra porta, que o teu cheiro ainda está no  perímetro... controla os meus movimentos, domina o meu nervosismo, altera os meus sentidos... e rapidamente desisto, abandono e fujo para outro lugar.

Sim, fui eu quem sempre te acusou de impulsividade quando, afinal, na tua paciência me pediste para te amar, para te abraçar, para não fugir de ti.

Talvez a certeza que seríamos certos um para o outro, que mais ninguém me completava como tu, me fez desprezar tantos gestos, tantas atitudes, na certeza que estarias ainda à minha espera, na tua paciência, no teu amor para mim.

Hoje a dor ainda é maior, porque sei que sempre me aguardaste, mesmo quando fugia, quando te empurrava para longe, quando te desligava o telefone, quando te queria... mas te afastava.

Hoje, na memória de ti, de todos os lugares, fecho os olhos e te sinto plena, feliz, a sorrir. Mas não me vejo a mim.

Mas tenho que acordar. Mais cedo ou mais tarde.

sms

Já me encontro prestes a sonhar contigo. Mas preferia ter-te a meu lado pra não dormir! lol Nunca mais é amanhã para adormecer nos teus braços... bj de boa noite

segunda-feira, junho 25, 2012

sms

Só mais uma coisa... temo que esteja completamente louca, perdidamente apanhada e exasperadamente apaixonada por ti! Kiss já com saudade.

Há palavras que nos beijam

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.


domingo, junho 24, 2012

Deixei-te fugir para o mar...

Quando  apareceste estava completamente perdido, no meu universo  comum.
Havia sol, havia árvores, mas não havia nada. Porque não sabia sorrir para eles como sorri para ti, para mim, para nós, quando te conheci. Quando te amei. Quando te olhei e percebi que no fundo dos teus olhos cabia o meu mundo inteiro. E o meu mundo só precisava de ti.

Antes estava a sufocar no paliativo quotidiano, ao sabor da corrente, mas sem o rumo do Rio do Teu Corpo.
A verdade é que nada fazia sentido. E agora pouco mudou. Nada. 

No curso do nosso caminho, deixei se sentir as águas turvas e todos os dias me baptizava no Rio do Teu Corpo, renascia em cada beijo, crescia em cada abraço, na salvação da minha alma tua.

Depois chegou o Inverno. Da minha tristeza. 

Vi-te fugir e seguir cada vez mais longe, seguindo a intensidade do rio, a caminho do oceano.

O nosso mundo ficou mudo.
O coração ficou surdo.
Às vezes tentava nadar na tua direcção, acreditando que era possível chegar a ti.
O esforço foi inútil, e o rio teimava em te deixar navegar longe demais.

Nadava desesperado ao teu encontro. Também tu me procuraste. Sei que sim.
Tu, meu porto seguro.
Ganhei. Ganhaste. Perdemos. Perdemo-nos. Perdemo-nos. Perdi. Perco todos os dias.
Perdemo-nos nas águas turvas. Onde foi que nos perdemos?
Em vez do Amor, fizemos apenas um esforço inútil para não nos afogarmos.

Cada vez que nos afástavamos deixámos de insistir.
E cada braçada já não era um esforço para avançar, apenas para nos mantermos à superfície.
Hoje não tenho senão forças senão para nadar na memória do teu corpo.
Hoje já não tenho forças. Nos braços.No corpo. Na alma.

Apenas a doce saudade e vontade de te encontrar ali, no imenso mar que o rio da memória me traz todos os dias a ti ao mesmo tempo nos separa.. Aqui, no café, na praia ou na biblioteca. Sempre  te encontro. Nunca te vejo. Nunca te beijo. Ressaco por um abraço. Choro por uma palavra. 
Se a maré ao menos ouvisse as minhas preces e te trouxesse até mim.

quinta-feira, junho 21, 2012

Silêncio


O silêncio é já tão longo quanto a distância que colocaste entre nós quando fugiste da ilha.

Nem a mesma música (que sempre achei deprimente) toca mais no teu telemóvel, quando corria para saber de ti, de nós.
Fugiste de mim e, de ti, de nós.
Mas  a lembrança do beijo doce, do abraço quente existe ainda, e sempre.
Continuo a acreditar, mesmo sem saber em quê. Apenas desejo que a vida contigo, não seja apenas um ponto final, sejam apenas reticências, pontos de exclamação, de interrogação.
Nem que apenas a memória seja a única réstea de esperança.

Não espero que voltes. Nunca saíste. do meu coração. Mas também só te quererei longe do meu abraço se noutros braços puderes sorrir.

Caso contrário, precisas voltar. Para o meu vazio de ti.
Para o meu abraço.

terça-feira, junho 19, 2012

sms

Das 10h que passei contigo, dos 10m que te beijei, senti que usufruí de apenas 10s. Concluindo, tenho mesmo que estar contigo a sós, urgentemente. Nana bem, bjo doce.

segunda-feira, junho 18, 2012

sms

Apesar da distância física, estou bem perto de ti pelo pensamento e pelo coração. Já não sei viver sem ti. kiss com muitas saudades.

quarta-feira, junho 13, 2012

Beijo no nariz


Não deves ter sentido a minha falta. As minhas palavras. Das nossas memórias. Eu senti. E por isso vim aqui conversar um pouco contigo. Porque não sei quando poderei voltar. Nem conseguir.

Hoje o teu nariz fez-me falta. Porque os beijos que lhe dava obrigavam-te a procurar o meu também. Porque te irritava. Porque te fazia rir. Porque fazias aquele ar de zangada quando no fundo adoravas que me metesse contigo e te apanhasse distraída. Só para te roubar um beijo no nariz.
E nos dias loucos. Daqueles em que o nariz era a maior e melhor desculpa para te percorrer o corpo de beijos e saudar o Amor entre nós.
Porque o Amor  galgava ao ritmo no meu peito a encontrrar o teu. À velocidade do músculo do amor a bombear afectos. E beijos no nariz.

sexta-feira, junho 08, 2012

Falta-me tanto tempo de ti

Mais um fim de semana chega e nem por isso a alegria de o viver.
Sobra-me tempo para estar abraçado a ti na preguiça matinal.
Sobra-me tempo para percorrer o teu corpo de saliva e sentir a tua pele a arrepiar.
Sobra-me o tempo dos passeios de emoções hipnotizado pelo teu sorriso.
Sobra-me ânsia de te abraçar e dizer ao mundo que te amo.

Falta-me tanto tempo de ti.  

Deitada és uma ilha

Deitada és uma ilha
E raramente
surgem ilhas no mar tão alongadas
com tão prometedoras enseadas
um só bosque no meio florescente
promontórios a pique e de repente
na luz de duas gémeas madrugadas
o fulgor das colinas acordadas
o pasmo da planície adolescente
Deitada és uma ilha

Que percorro
descobrindo-lhe as zonas mais sombrias
Mas nem sabes se grito por socorro
ou se te mostro só que me inebrias
Amiga amor amante amada eu morro
da vida que me dás todos os dias


David Mourão-Ferreira

quarta-feira, junho 06, 2012

Faço minhas as palavras do Ary

Invento-te recordo-te distorço
a tua imagem mal e bem amada
sou apenas a forja em que me forço
a fazer das palavras tudo ou nada.

A palavra desejo incendiada
lambendo a trave mestra do teu corpo
a palavra ciúme atormentada
a provar-me que ainda não estou morto.
E as coisas que eu não disse? Que não digo:


Meu terraço de ausência meu castigo
meu pântano de rosas afogadas.
Por ti me reconheço e contradigo
chão das palavras mágoa joio e trigo
apenas por ternura levedadas.



 

Ary dos Santos

terça-feira, junho 05, 2012

Erros meus

Todos os dias me tento enganar. Ou esquecer. Ou fingir que não sinto a tua falta. Não.

Pensar que está tudo bem. Desejar conscientemente que sejas feliz. Longe de mim. Mas não. Não consigo. Nem sempre. Quase nunca.

O coração pede sempre para que me engane. Que te sinta no meu peito como o peso da culpa de te ter deixado fugir.

Que te ame AINDA mais na ausência, como tantas vezes diagnosticaste e previste.

Que chore todas as madrugadas com o orvalho do dia, porque as noites são frias e insípidas sem o teu Abraço.

Porque, infelizmente, é mesmo assim.


"Nada do que hoje sei saberia se não tivesse feito exactamente o que fiz. Porque é preciso vivermos as coisas para saber, na verdade, o que elas são."

António Alçada Baptista- Peregrinação Interior I

segunda-feira, junho 04, 2012

Pedido

Já to disse várias vezes, já to escrevi também, já referi directa ou indirectamente que não é difícil saber de ti, mas saber por Ti. Ouvir-te, sorrir-te, brincar no embalo dos teus olhos.
Infelizmente, isso não acontece agora, mas vou sempre sabendo de ti. E por me preocupar, me culpar todos os dias, te peço.
Não deixes que mais ninguém te faça chorar. Não deixes mais ninguém te insultar ou menosprezar.
Porque não mereces. Porque  não podes sofrer mais. Porque também assim não encontro mais razão para me afastar e te deixar ser feliz. Nem sei se estas duas premissas são compatíveis.
Quando há algum tempo me contaste (e eu fingi que não sabia) da tua relação, da tua situação, da tua aparente felicidade, mas mais do que isso da tua tranquilidade, encontrei ainda mais motivos para fugir, para não te perturbar ou importunar com uma desculpa qualquer para ouvir a tua voz.
Ainda assim, mesmo com o mar de lágrimas que nos separam, não deixo de saber de di, sem sem por ti.
E por isso te peço.
Mesmo sabendo que o teu coração ainda está nos cuidados intensivos, que não amas, não podes amá-lo como me amaste a mim, não agora, que as memórias que guardas, assim mo confidenciaste, ainda te lembram o pior do que foste mas eu sei que também te recordas do Abraço, do Beijo e do Amor que foi nosso e que sempre resiste. Sempre. Nem deves. Bem sei que não consegues, porque o amor não se renova, constrói-se e isso leva tempo. Sei que lá chegarás. Não sei. Nem sei se quero saber, porque o Amor é meu. Porque não tenho outro. Nem que seja só na memória. mas sei que devo. E saber de ti é guardar-te, resistir apenas na omnipresença, não em toda a parte mas onde te moves. Apenas para te proteger. Como te guardo no coração.
Peço que ele te ame, mesmo sem tu o amares. Que te guarde. Que te idolatre e venere. Que segure a tua mão (como eu seguro a minha inveja) à noite para te transportar no sonho, na paz.
E que jamais ouse fazer-te chorar.
Peço-te. Que não deixes que ninguém mais te magoe e não mereça esse sorriso.

Até ao fim


Então está tudo dito meu amor


Por favor não penses mais em mim


O que é eterno acabou connosco
É este é o princípio do fim



Mas sempre que te vir eu vou sofrer


E sempre que te ouvir eu vou calar


Cada vez que chegares eu vou fugir


Mas mesmo assim amor eu vou-te amar
Até ao fim do fim eu vou-te amar



Então está tudo dito meu amor
Acaba aqui o que não tinha fim


P'ra ser eterno tudo o que pensamos


Precisava que pensasses mais em mim


P'ra ti pensar a dois é uma prisão


P'ra mim é a única forma de voar


Precisas de agradar a muita gente


Eu por mim só a ti queria agradar
Mas sempre que te vir eu vou sofrer


E sempre que te ouvir eu vou calar


Cada vez que chegares eu vou fugir
Mas mesmo assim amor eu vou-te amar
Até ao fim do fim eu vou-te amar


                                                                                                  Letra de Tozé Brito, interpretado por Ana Moura

Dói.


Foi há pouco mais de oito horas que nos despedimos, já sem o forte abraço. O abraço que liga a antiga e a velha relação. Do prazer e da culpa. Do carinho e da angústia.

Que liga o doce e o amargo. O bom e o mau. E um beijo. Um beijo triste de consolação. E de falsa resignação de uma sombra que nos rodeia. Sempre.

Dormi sobre as nossas conversas. De ontem, de anteontem, de há muito tempo. Demais. Ou melhor, sobre as tuas suposições e desconfianças e dormi, acordei, uma vez mais sobressaltado, pensando nas minhas e nas tuas palavras, nos meus medos, nos teus, nas minhas divagações perante a o que fomos e o que somos.

Volto à carga, agora, com um raciocínio mais estruturado.

Há muito que tento evitar as conversas penosas e me recuso a cavar ainda mais o buraco em que, em tempos a nossa relação entrou.

Preferi antes de tudo, aproveitar o resto de memória límpida, feliz e tranquila que resta do que nós fomos e transportar essa energia para o presente, tirando partido, para nos proporcionar alguns momentos de felicidade, ainda que por muito instantânea que seja.

A verdade é que, como conversava há dias com um amigo divorciado, não há segundas oportunidades. Nem terceiras. Muitas mais existiram. Umas verdadeiras. Outras impulsionadas por um momento frágil e por um abraço forte ou um beijo que sempre tem o dom de nos unir. Por pouco tempo, é certo. Mas bom.

Hoje escrevo com um nó na alma, mas com uma certeza inolvidável de que jamais voltaremos a ser o que nos uniu. Certamente também não seremos melhores. Se a tua tolerância permitisse, a tua ânsia se resignasse, os teus impulsos parassem… quando muito… poderíamos ser… normais. Vulgares. Acomodaríamos os corpos (como em tempos já fizemos tão bem), apagaríamos pequenas fogueiras que os queimam por dentro e seríamos apenas um produto do tempo e do conforto fácil que já tantas vezes criticaste e que pessoalmente também discordo ao confrontar esses olhos amargurados.

Não vou pedir-te desculpa uma vez mais, não pretendo justificar erros que em tempo pretérito vincaram e moldaram o que (não) somos hoje.

Não vou justificar este abandono que pretendo levar em frente, porque a resposta está à vista. Não rimos, sorrimos de quando em vez. Não vivemos, fugimos da realidade quase sempre. Não construímos. Remendamos um pouco todos os dias, mas abrimos mais fendas simultaneamente. O futuro é hoje e agora, porque logo pode ser tarde… e cinzento. E doloroso.

Ontem disse-te ADEUS. Não cumpri. Mas devo. É obrigatório. Por isso vou fugir. Porque não posso mais dizer-te até já. Não posso pensar que amanhã vai ser melhor. Não posso olhar-te, sabendo que esperas por algo que não te posso dar. Por algo que não sei dar-te. Por te sentir mal amada, frustrada, apagada. Não sinto mais a chama que nos aquecia e que eu tanto ajudei a apagar.

Não és mulher para viver contrariada, para não seguires os teus instintos.

E eu, infelizmente, não sou o homem para te fazer feliz.

Talvez um dia me possas encarar. Com outro ar. Com outro olhar. Talvez um dia me possas tolerar, porque perdoar sei bem que é impossível.

Talvez um dia possas esquecer. O mal que te causei. Talvez também eu possa ocultar o amor e o carinho que guardo para sempre. Para castrar os impulsos que, de outras vezes que nos despedimos, me fizeram implorar por mais uma oportunidade.

Hoje, é hora de realmente dar. Uma oportunidade. Aos dois. De seres verdadeiramente feliz. De seres autêntica e sonhadora. E exigente. E carente e sensível e lutadora. Tudo o que já exibiste em tempos. Quando o amor era fácil. E natural. Nosso! E bom!

Hoje dou um pequeno contributo para o teu desejo de 2010. Um pequeno passo para a mudança que tanto reclamas e sei que, no fundo, é o melhor para os dois. Hoje sou sincero. Também estou contrariado. Mas honesto. Em sintonia com os teus olhos. Com os teus gestos.

Hoje despeço-me. DEFINITIVAMENTE. Sem o teu odor na almofada. Sem a peça de vestuário para me agarrar. E sem rancor. E sem amargura. E sem orgulho. Por não te ter conseguido embalar na minha canção.

Te peço sinceramente que sejas feliz. Fiel ao teu coração. E que desistas. De mim. De Nós. Amanhã será melhor. Depois de amanhã. E depois.

Que apostes nos teus sentimentos, na tua felicidade.

E que respeites. A atitude. Por favor. Porque a decisão era inevitável e foi mútua. Apenas a iniciativa partiu deste lado. Antes que doa. Ainda mais.

Um BEIJO. Mas bem melhor. Um ABRAÇO. Forte.