O silêncio é já tão longo quanto a distância que colocaste entre nós quando fugiste da ilha.
Nem a mesma música (que sempre achei deprimente) toca mais no teu telemóvel, quando corria para saber de ti, de nós.
Fugiste de mim e, de ti, de nós.
Mas a lembrança do beijo doce, do abraço quente existe ainda, e sempre.
Continuo a acreditar, mesmo sem saber em quê. Apenas desejo que a vida contigo, não seja apenas um ponto final, sejam apenas reticências, pontos de exclamação, de interrogação.
Nem que apenas a memória seja a única réstea de esperança.
Nem que apenas a memória seja a única réstea de esperança.
Não espero que voltes. Nunca saíste. do meu coração. Mas também só te quererei longe do meu abraço se noutros braços puderes sorrir.
Caso contrário, precisas voltar. Para o meu vazio de ti.
Para o meu abraço.
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