Impetuoso, o teu corpo é como um rio onde o meu se perde. Se escuto, só oiço o teu rumor. De mim, nem o sinal mais breve. Imagem dos gestos que tracei, irrompe puro e completo. Por isso, rio foi o nome que lhe dei. E nele o céu fica mais perto. E.A.
quarta-feira, junho 13, 2012
Beijo no nariz
Não deves ter sentido a minha falta. As minhas palavras. Das nossas memórias. Eu senti. E por isso vim aqui conversar um pouco contigo. Porque não sei quando poderei voltar. Nem conseguir.
Hoje o teu nariz fez-me falta. Porque os beijos que lhe dava obrigavam-te a procurar o meu também. Porque te irritava. Porque te fazia rir. Porque fazias aquele ar de zangada quando no fundo adoravas que me metesse contigo e te apanhasse distraída. Só para te roubar um beijo no nariz.
E nos dias loucos. Daqueles em que o nariz era a maior e melhor desculpa para te percorrer o corpo de beijos e saudar o Amor entre nós.
Porque o Amor galgava ao ritmo no meu peito a encontrrar o teu. À velocidade do músculo do amor a bombear afectos. E beijos no nariz.
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