Hoje, é só hoje, porque hoje, agora, sempre que abro o meu tesourinho de memórias, quando o tempo pára e me escosto da memória dos teu olhos, só agora... estou a morrer de saudades tuas.
Percebo cada vez mais que os dias têm sido um exercício inútil de te lembrar,de nos recordar, de me esquecer... lembrando-me de ti. De parar ao som da música, de viajar numa expressão comum, de me rir numa piada que só no teu sorriso doce encontrava expressão.
Hoje, que o meu corpo dá evidentes sinais de ruptura, que os meus olhos não conseguem conter as lágrimas, que os meus braços não conseguem trabalhar e os meus dedos tremem a escrever este texto, hoje percebo que são apenas mensagens de uma alma triste, esgotada na tua ausência, preenchida na tua memória, mas com uma saudade quase inexplicável do teu abraço.
No amor e na doença.
És tu.
Bjos tinhosa.
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