Estas constantes actualizações de estado com que somos presenteados dos nossos amigos facebookianos, já quase nada me surpreendem, quer pelos estados em si, quer pelas reacções que provocam nesta comunidade tão preocupada pela vida alheia e pronta a descarregar mil e um teorias, conselhos, frases feitas e chavões tão pirosos quanto a pessoa que os traduziu em Mandarim, Português do Brasil ou Russo.
Também estou em constante renovação e reintegração de estado. Estou numa relação que me relaciona com o pretérito. Estou numa relação que sei não me relacionar com o meu coração. Relaciono-me muito mais com uma relação à distância, do corpo e da alma, quase omnisciente, do que com qualquer outro tipo, mais presencial.
Nem por isso coloco na rede os famosos estados, como ansioso, deprimido, a sentir-me isto ou aquilo, mas sinto este turbilhão de sensações e estados em catadupa, e mais que que tudo, sinto mesmo a necessidade de os partilhar. Contigo. Apenas e só.
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