Não sei quando te voltarei a ver. Nem que seja para te espreitar. Para procurar a luz dos teus olhos que já foram meus.
Mas desespero por esse momento. Nem sei se algum dia terminará este
silêncio que me corrompe e me destrói o coração. Como eu tantas vezes maltratei o teu.
A minha
vontade é reduzir estes 1000 quilómetros de mar, correr para virar a minha vida do avesso, porque o certo está errado e o futuro na tua ausência anuncia a morbidez do corpo e da alma.
Restam-me os nossos momentos.
Aqueles por que me apaixonei por ti. Como este, sem o mar entre nós, apenas ao nosso lado a embalar e ecoar o nosso riso. A nossa felicidade.
Sinto saudadades de todos eles.

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