terça-feira, maio 22, 2012

Os dias.

Porque há dias bons e dias muito muito maus. E os dias toleráveis. De rotina. A compasso. à espera que o sonho vença a imensa cortina do mar que nos separa. E momentos. De euforia. De nostalgia. De memória. Do sonho e do sonho. E meses. De realidade.  Outra vez. Nua e crua da tua ausência. Da falta de ti. 
E palavras... essencialmente para apaziguar a saudade. Para escrever para ti que não me ouves, não lês mais nos meus olhos, não me esperas no teu abraço depois da luta. 

E sentir que te amo. Todos os dias. Como a penitência que cumpro, não sabendo quando nem como vai terminar. Porque o meu futuro está nos teus olhos. No teu beijo. No teu abraço.

E provavelmente não vai ser tudo como o que já foi.

Sem comentários: