Estás de regresso. É praticamente uma realidade.
A sensação de te encontrar no outro lado da rua, a atravessar a passadeira ou a sair do café enquanto leio o jornal à procura de notícias ainda mais tristes que me façam esquecer a minha própria amargura,pensando mais na desgraça alheia e nas desilusões com a Humanidade, é assustadoramente real.
Estás finalmente tão perto que acabo de fugir para longe.
Para não agitar as águas, como tão eloquentemente escreveste, onde calmamente navegámos e também fomos felizes.
Foi o pedido mais difícil de cumprir, de todos os que prometemos um ao outro.
Juro que bastava ver-te sorrir para ser mais fácil.
Talvez um dia mereça esse privilégio.
Que voltes a ser feliz na ilha que nos acolheu, juntou e separou.
Quando voltar, já só imploro por sentir o calor da tua existência.
Para sempre.
Divirta-se Tinhosa.
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