Quanto mais tento fugir de ti, esta dor de nós, lancinante, sufoca-me o discernimento.
Bem tento ficar longe das palavras que sempre quero partilhar contigo.
Entre nós sempre existiu o melhor diálogo do mundo. E outras vezes não. Mas as palavras. Essas sim. Boas ou más.
Gastámos bem as palavras, alguém já escreveu.
Mas a verdade é que prefiro mil vezes fazê-lo, do que guardá-las e ficarem a roer dentro do peito.
Arrependo-me sempre do que não disse.
Devia verbalizar este Amor louco que sinto por ti, todos os dias, até ao fim da minha vida.
Esta é mesmo a última forma de o fazer, usando palavras mudas.
Talvez um dia as escutes.
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